Exportações superam importações na 1ª semana de maio

A exportações superaram as importações na primeira semana de maio (que teve apenas três dias úteis), e o resultado da balança comercial ficou positivo em US$ 560 milhões. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (7), pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

O superavit comercial é resultante das exportações de US$ 3,749 bilhões e importações de US$ 3,189 bilhões.

No ano, o saldo positivo é de US$ 3,878 bilhões, resultado 35,1% menor do que no mesmo período de 2011 (US$ 5,974 bilhões). As exportações somam US$ 78,395 bilhões, as importações, U$S 74,517 bilhões.

A balança comercial é o resultado do comércio entre os países, a relação entre as exportações e importações. Se o resultado é positivo, é registrado superavit e significa que o país vendeu mais produtos ou serviços do que comprou. No caso de resultado negativo (quando as importações são maiores do que as exportações) é registrado deficit.

 

FONTE: JORNAL FLORIPA

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Balança comercial tem superávit de US$ 2 bi

Agência Estado

O superávit comercial brasileiro em março foi de US$ 2,019 bilhões, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

O resultado de março superou as estimativas dos analistas consultados pelo AE Projeções, que iam de US$ 794 milhões a US$ 1,6 bilhão, com mediana de US$ 1,404 bilhão. No mês, as exportações somaram US$ 20,911 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 18,892 bilhões.

Na quinta semana de março (dias 26 a 31), o saldo foi positivo em US$ 919 milhões, decorrente de US$ 4,634 bilhões em embarques e US$ 3,715 bilhões em compras do exterior.  No ano, a balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 2,440 bilhões. As exportações somaram US$ 55,080 bilhões no primeiro trimestre de 2012, e as importações chegaram a US$ 52,640 bilhões.

Saldo comercial de Mato Grosso avança 39% no bimestre

Autor: A Gazeta

Saldo da balança comercial mato-grossense no 1º bimestre deste ano foi 39,49% maior que o registrado no mesmo período do ano passado. Superávit alcançou US$ 1,114 bilhão, ante os US$ 799,250 milhões de 2011, segundo dados da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme) obtidos junto ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) e divulgados nesta quinta-feira (15).

Em fevereiro, o saldo da comercialização com o mercado internacional chegou a US$ 592,5 milhões, superando em 42,09% o obtido no mesmo mês do ano passado (US$ 417 milhões) e em 13,44% o saldo de janeiro (US$ 522,3 milhões). Com esse desempenho, a balança comercial do Estado respondeu por 34,55% do superávit brasileiro em fevereiro, de US$ 1,714 bilhão. Na análise dos 2 primeiros meses de 2012, o saldo acumulado pelo Estado superou em 264,96% o valor registrado pelo país no mesmo período, quando o superávit alcançou US$ 420,757 milhões, prejudicado pelo déficit de janeiro, quando chegou a US$ 1,294 bilhão.

Com o embarque de 2,636 milhões de toneladas em produtos ao mercado externo, o Estado movimentou US$ 1,323 bilhão no 1º bimestre, volume 35% maior que no mesmo intervalo do ano passado, quando as exportações mato-grossenses geraram US$ 979,896 milhões. Em fevereiro, as vendas de 1,327 milhão (t) dos produtos regionais renderam US$ 681,693 milhões, 37,51% a mais que em igual mês de 2011 (US$ 495,708 milhões) e 6,17% superior a janeiro (US$ 642,020 milhões) deste ano.

Principal destino das exportações mato-grossenses foi a China (US$ 253,175 milhões), seguido da Holanda e Países Baixos (US$ 149,295 milhões), Espanha (US$ 99,268 milhões), Venezuela (US$ 70,049 milhões), Tailândia (US$ 67,482 milhões), Arábia Saudita (US$ 48,131 milhões), Hong Kong (US$ 45,557 milhões), Argélia (US$ 44,386 milhões), França (US$ 43,885 milhões) e Noruega (US$ 37,792 milhões).

Importações de 418,621 mil (t) de produtos realizadas por Mato Grosso movimentaram US$ 208,835 milhões em janeiro e fevereiro deste ano, o que significou aumento de 15,60% em relação ao mesmo período de 2011, quando não ultrapassou o montante de US$ 180,645 milhões. No segundo mês do ano foram adquiridos do mercado internacional, especialmente da Rússia, 174,071 mil (t) de produtos, gerando US$ 89,132 milhões, 13,27% a mais que em fevereiro de 2011 (US$ 78,684 milhões) e 25,53% a menos que em janeiro (US$ 119,702 milhões) de 2012.

Entrega dos produtos agrícolas comercializados ainda no final do passado, mas concentrada no início do ano explica o saldo positivo da balança comercial mato-grossense, segundo análise do secretário-adjunto da Sicme, Valério Francisco Peres de Gouveia. “Além disso, as commodities agrícolas estão com um bom preço”. Para o economista Pedro Razente, apesar da recente valorização do dólar, as exportações mato-grossenses tendem a se manter ascendentes, principalmente em função do aumento da produção estadual.

Comércio exterior do Ceará bate recorde no 1º bimestre

Exportações, importações, saldo da balança e comércio corrente registraram valores recordes

Os negócios internacionais do Ceará registraram recordes no primeiro bimestre deste ano em quatro indicadores: exportações, importações, saldo da balança comercial e corrente de comércio, em relação a igual período nos anos anteriores. Os dados foram divulgados ontem pelo Ipece (Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará).

De janeiro a fevereiro, o valor das exportações cearenses somou US$ 219,8 milhões, crescimento de 2,79% em relação ao acumulado em igual período de 2011. As importações apontaram alta de 55,53%, resultando US$ 416,5 milhões. Com isso, o saldo da balança comercial foi negativo pela terceira vez consecutiva para o período, em US$ 196,7 milhões, bem acima do registrado em igual período de 2011, com aumento de 264,5%.

A corrente de comércio exterior (soma dos valores exportados e importados) totalizou US$ 636,2 milhões, expansão de 32,11% na comparação com o ano anterior.

Para a economista e analista e políticas públicas do Ipece, Débora Gaspar, o recorde em todas os cenários do comércio internacional do Estado mostra o crescimento do Estado por meio de investimentos para o desenvolvimento. “A tendência é de um resultado semelhante ao de 2011, mas com incremento”, disse, ressaltando que ainda é difícil projetar uma meta para as exportações por conta da conjuntura internacional “incerta”.


Fevereiro em queda

Os recordes foram alcançados apesar das quedas registradas somente no resultado de fevereiro. No mês, as exportações do Estado negociaram US$ 102,9 milhões, recuo de 11,95% frente ao valor exportado em janeiro e queda de 1,94% em relação a igual mês do ano passado. As importações registraram o valor de US$ 152,8 milhões, também registrando baixa frente a janeiro de 2012 de 42,04%, mas apontando valor superior em 3,25% em relação a fevereiro de 2011.

Segundo Débora Gaspar, as retrações decorrem por fevereiro ser um mês menor. “Com menos dias, os negócios tendem a ser menores”, disse.

O saldo de fevereiro foi novamente negativo em US$ 49,9 milhões, mas inferior em 66,01% comparado ao saldo de janeiro deste ano. Na comparação com fevereiro de 2011, o saldo negativo da balança comercial aumentou em 15,91%.

A corrente de comércio exterior cearense somou em US$ 255,7 milhões, valor inferior em 32,80% frente a janeiro.

Produtos

Foram exportados 234 produtos diferentes pelo Ceará em fevereiro. A liderança das exportações manteve-se com o grupo de Calçados e partes, com uma participação de 26,25% e negócios que somam US$ 27 milhões.

Em seguida, os produtos de Couros e Peles (US$ 20,8 milhões e uma fatia de 20,23%), Castanha de Caju (US$ 15,6 milhões e 15,18%), Ceras Vegetais (US$ 10,8 mi e 10,57%) e Frutas (US$ 7,6 mi e 7,44%) compõem a pauta dos cinco principais produtos. A venda de produtos Têxteis saiu do grupo dos cinco principais nesse mês, passando a figurar na sétima posição, com US$ 4,5 milhões e participação de 4,39%.

Países

Cem países participaram das exportações cearenses em fevereiro de 2012, revelando uma maior diversificação da pauta de destino das vendas cearenses em relação a igual mês do ano anterior (90 países).

Os EUA continuam na liderança das vendas cearenses com participação de 28,27%, leve aumento de participação frente a fevereiro/2011 (27,61%). Para esse país foram exportados principalmente: castanha de caju, calçados e partes, ceras vegetais, couros e peles e sucos (sumo) de outras frutas, não fermentados sem adição de açúcar, somando US$ 29, milhões.

Os cinco principais países participantes das exportações cearenses concentraram 50,4% da pauta, participação inferior à registrada em igual mês do ano anterior (55,71%).

Destacam-se as vendas para Hungria e Hong Kong, de US$ 6,5 milhões e US$ 4,6 milhões, terceiro e quarto lugar na pauta, respectivamente.

A movimentação de cargas para exportação deu-se principalmente pelos Portos do Pecém (65,1%) e do Mucuripe, em Fortaleza (20,95%).

Turquia supera a China nas importações

A Turquia foi o segundo país que mais vendeu para o Ceará (US$ 24,8 milhões) em fevereiro, adquirindo principalmente barra de ferro laminado quente e fio-máquina de ferro/aço. Esse resultado superou a China, que caiu para o terceiro principal país de origem das importações do Estado, pela primeira vez, negociando US$ 19,2 milhões.

Os Estados Unidos seguem no primeiro lugar na pauta das compras cearenses, com valor de US$ 25,2 mi. Desse país veio especialmente laminados de ferro e betume de petróleo. Em quarto lugar, está a Argentina (US$ 18,5 milhões), seguida por Itália (US$ 13,7 milhões), Venezuela (US$ 9,9 milhões), Uruguai (US$ 7,5 milhões), Alemanha (US$ 5 milhões), Áustria (US$ 4,8 milhões), Indonésia (US$ 2,2 milhões) e outros (US$ 21,6 milhões).

As importações cearenses foram realizadas principalmente por via marítima (99,8%) em fevereiro. Por via aérea, foram realizadas 3,1% das compras internacionais cearenses. O Porto do Pecém (61,9%) e o Porto de Fortaleza (21,6%) foram os principais pontos de negociações das importações cearenses.

Produtos

Os produtos metalúrgicos lideram as importações cearenses, influenciado, sobretudo pelo grande volume de laminado de ferro. Em fevereiro de 2012, o valor importado desse grupo foi de US$ 48,1 milhões, 31,5% do total de bens comprados no mercado externo pelo Estado. O trigo ocupou o segundo lugar, com US$ 19,2 milhões e participação de 12,6%. As importações do grupo de máquinas, aparelhos e material elétricos atingiram US$ 17,8 milhões em fevereiro.

Em quarto lugar, a importação do setor têxtil (US$ 12,9 mi). As compras de combustíveis minerais foram de US$ 7,7 milhões, sendo butanos liquefeitos (US$ 3,7 mi) e betume de petróleo (US$ 3,2 mi) os itens principais do grupo.

Estado lidera venda de mel lá fora

O Piauí até chega perto, mas nenhum estado nordestino exporta mais mel natural do que o Ceará. De acordo com um estudo divulgado ontem pelo Ipece, somente no ano passado, o Estado faturou cerca de US$ 12,7 milhões com a comercialização do produto para outros países, ficando na terceira colocação do ranking nacional, atrás do Rio Grande do Sul (US$ 12,9 milhões) e São Paulo (US$ 18,3).

Na região Nordeste, Piauí faturou, em 2011, com a exportação de mel natural US$ 11,7 milhões. Rio Grande do Norte e Bahia aparecem em seguida, com US$ 4,5 milhões e US$ 1,2 milhões, respectivamente.

Entre 2002 e 2011, o Ceará conseguiu ampliar sua participação nacional nas exportações de mel natural, passando de aproximadamente 15,0% para 18,0 %.

No mesmo período, o estado que apresentou o mais vigoroso crescimento foi o Rio Grande do Sul, com um aumento de quase oito vezes no valor das exportações, passando de uma participação de menos de 1% para aproximadamente 18,2%, enquanto São Paulo reduziu sua participação de quase 45% para 26%.

Alguns estados do Nordeste também aumentaram sua participação, com ênfase para o Piauí e Rio Grande do Norte, sendo que o Rio Grande do Norte não exportava mel em 2002 e passou a participar com 6,4% em 2011. Já o Piauí ampliou sua participação de 5,5% para 16,6% na mesma comparação.

Principais destinos

O Ceará exportou mel apenas para sete países em 2011, e, assim como acontece com o restante das exportações brasileiras de mel, os Estados Unidos foram o principal mercado comprador do mel cearense, recebendo mais de 77% de todo o mel que foi exportado pelo Estado, com um crescimento de 782,32% nas compras deste produto, entre os anos de 2002 e 2011.

Na composição das exportações de mel natural, o Ceará respondeu por 20,86 % de todo o mel brasileiro que foi enviado aos EUA no ano de 2011. Os países seguintes: Alemanha, Reino Unido e Canadá obedecem à mesma ordem brasileira de sequência de destinos por valor exportado neste ano.

FONTE: DIÁRIO DO NORDESTE

DESTAQUE: Panorama do Comércio Exterior Brasileiro Janeiro-Dezembro 2011.

Em 2011, o comércio exterior brasileiro registrou corrente de comércio recorde de US$ 482,3 bilhões, com ampliação de 25,7% sobre 2010, quando atingiu US$ 383,7 bilhões.

As exportações encerraram o período com valor de US$ 256,0 bilhões e as importações de US$ 226,2 bilhões, resultados igualmente recordes. Em relação a 2010, as exportações apresentaram crescimento de 26,8% e as importações de 24,5%. Estes crescimentos significativos indicam a solidez da progressiva inserção brasileira no comércio internacional.

O saldo comercial atingiu US$ 29,8 bilhões em 2011, significando ampliação de 47,9% sobre o consignado no ano anterior, de US$ 20,1 bilhões, motivado por um maior aumento das exportações em relação às importações.

Na comparação com 2010, as vendas de produtos básicos cresceram 36,1%, e os semimanufaturados e os manufaturados se ampliaram em, respectivamente, 27,7% e 16,0%.

O grupo de produtos industrializados respondeu por metade do total exportado pelo Brasil no ano de 2011.

Do lado da importação, as compras de matérias-primas e intermediários representaram 45,1% da pauta total, e as de bens de capital, 21,2%, demonstrando que a pauta brasileira de importação é fortemente vinculada a bens direcionados à atividade produtiva. As importações de bens de consumo representaram 17,7% e as de combustíveis e lubrificantes, 16,0%. Sobre 2010, a categoria de combustíveis e lubrificantes foi a que registrou maior crescimento, de 42,8%, seguida de bens de consumo (+27,5%), matérias-primas e intermediários (+21,6%) e bens de capital (+16,8%).

Por mercados de destino, destacam-se as vendas para a Ásia. As vendas aumentaram 36,3%, garantindo à região a primeira posição de mercado comprador de produtos brasileiros em 2011, superando América Latina e Caribe e a União Europeia, que também registraram aumento expressivo de, respectivamente, 19,1% e 22,7%.

A tal “morte” da indústria proclamada por vários economistas é apenas um blefe.
A indústria responde por apenas 14% das nossas…. balela!
Vamos supor que tenhamos uma casa com 03 árvores: uma mangueira, uma macieira e uma bananeira.
Cada uma delas produziu 10 frutos por ano, durante anos.
Mas assim, de repente, a bananeira passou a produzir 20 frutos por ano.
A macieira passou para 12 frutos e a mangueira, para 13.
A relação do “PIB” mudou, a bananeira passou a ter peso maior, dizem que foi por causa da La Nina. Incrível!!!
Mas daí inferirmos que, por causa da maior participação das bananas no PIB,  a macieira ou a mangueira tenham caído de produção é outra história.
Foi algo sazonal, a El Nina não é permanente.
Mas nem por isso vamos rejeitar nossas 20 bananas, foi SORTE nossa.
A indústria de calçados não exporta muito com o clima atual. Mas vende bastante no mercado interno, como nunca vendeu.
Assim como a indústria do aço e seus preços descolados dos padrões internacionais.
Ou automobilística, que JAMAIS vendeu tanto!!!!.
A gritaria é de gente que quer vender muito lá fora e aqui também, como se fosse possível. E diz que a indústria vai…. morrer.
A ganância é uma coisa feia….. mas muito comum.
As exportações brasileiras (maçã e manga) cresceram, mas as exportações de bananas cresceram ainda mais.
Sorte a nossa, não é?
Ou.. não????

 

FONTE: