Software ajuda a inserir pequenos negócios no comércio internacional

A falta de capacitação teórica e prática aliada à burocracia das rotinas e procedimentos que envolvem o comércio exterior levaram à criação do software InTrade (download gratuito) e do site InTradeBook.com, que ajudam a inserir micro e pequenas empresas no comércio internacional.

De acordo com a diretora da empresa catarinense In Trade Book, Denise Karst Felix, as ferramentas são totalmente gratuitas. “A intenção é facilitar uma operação de exportação e importação e ajudar pequenos negócios a se tornarem grandes no comércio internacional, visto que dos sete milhões de micros e pequenas empresas, mais de um milhão são empreendimentos industriais e somente 10 mil empresas exportam”, destaca.

O software InTrade foi desenvolvido com 504 alternativas de operação de exportação e outras 504 alternativas de operação de importação, por meio de uma dinâmica de passo a passo, que inicia com a habilitação do usuário para exportar ou importar e encerra após a entrega ou recebimento da mercadoria. Atualmente, existem 4,5 mil usuários individuais do software e 34 faculdades que o utilizam em aulas de comércio exterior.

InTradeBook possui sede em Florianópolis (SC) e tem uma equipe formada por profissionais com mais de 20 anos de experiência em importação, exportação e docência, somando conhecimentos em comércio internacional e tecnologia.

A partir deste ano [2013], a InTradeBook passou a fazer parte do MIDI Tecnológico, incubadora mantida pelo Sebrae em Santa Catarina e gerenciada pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia(Acate). Também em 2013 foi selecionada entre as 20 primeiras startups do projeto StartupSC, do Sebrae no estado.

FONTE

Sebrae em Santa Catarina
Telefone: (48) 3221-0840

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Colômbia e Peru entre os alvos para as PMEs

Calçadistas e confecções estão entre os setores com chance de entrar ou aprimorar-se no mercado exterior

Os mercados da Colômbia e do Peru deverão render bons negócios às micro, pequenas e médias empresas cearenses durante os Encontros de Comércio Exterior (Encomex), na avaliação do presidente da Agencia de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), Roberto Smith. Os dois países, assim como os demais localizados na América do Sul e na África terão trades e compradores no evento idealizado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) que se realizará no Centro de Eventos do Ceará (CEC), em setembro deste no.

Cândida Cervieri: “decidimos pela África e América do Sul em função de mercados promissores” FOTO: AG. BRASIL

“Acho que vamos nos beneficiar, pois há um esforço do Mdic justamente em termos de África e América do Sul – sobretudo, Peru e Colômbia. E os dois – e o Chile também – são países que estão atravessando as melhores condições econômicas de estabilidade institucional e o comércio exterior”, ressaltou Smith.

Para a coordenadora-geral de Desenvolvimento de Programas de Apoio às Exportações, Cândida Maria Cervieri, a meta é ter “cinco a oito agendas fechadas no evento” entre vendedores locais e compradores de fora.

A tarefa não deve ser tão difícil, segundo o presidente da Adece, pois estará presente ao Encomex “um público interessado, que não está caindo de paraquedas e que é direcionado”.

Afinidade comercial

Anunciado ontem por Cervieri aos demais membros da comissão organizadora dos encontros na manhã de ontem, os dois continentes foram visados por, segundo a representante do Mdic, terem afinidades com a sede do evento, o Ceará.

“Decidimos pela África e América do Sul em função de várias questões, como língua, mercados promissores, mercados compradores e também porque a gente alinhou os dois com a balança do Ceará e vimos onde teríamos mais prospecção para incluir essas empresas”, disse, informando que o convite aos africanos foi endossado pela presidente Dilma Rousseff.

Áreas promissoras do CE

Sobre os cearenses com chances de entrar ou aprimorar-se no mercado exterior, Smith ainda destacou o potencial “notadamente exportador” de micro, pequenos e médios empresários que atuam na área de confecções. “O setor calçadista já é exportador, mas temos conjunto de pequenas empresas calçadistas que podem aproveitar esse momento para receber esta orientação e valendo de informações do Mdic”, observou.

Já para Cervieri, o Ceará tem caráter promissor de exportar, além dos calçados, “nas áreas de agronegócio e minérios”, os quais “que podem melhorar ainda mais seu desempenho”.

Internet do CEC preocupa

Alertada por representantes da Caixa Econômica Federal e do Sebrae-CE, que compõem a comissão, a diretora do Mdic manifestou preocupação em relação ao sinal de telefonia móvel e o serviço de internet banda larga no Centro de Eventos do Ceará (CEC). “Nós teremos a TV Encomex, que é um item muito caro para o ministério e se correr algum risco nós vamos ter de tirar, mas eu não quero isso”, pontuou, ao saber que o Feirão da Caixa passou dois dias sem internet e a Feira do Empreendedor também teve problemas.

O evento

O Encomex conta também com a participação dos Correios, do Sebrae-CE, do BNDES, da Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil, do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), além de técnicos do ministério para auxiliar e tirar dúvidas de pequenos empresários no dia 19 de setembro.

Estratégia da ZPE é atrair novas empresas

Os mercados visados pelo Encomex de Fortaleza também atraíram a mais nova empresa regida pelo governo do Estado. África e América do Sul chamaram a atenção da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Ceará, que resolveu solicitar ao Mdic e à Adece entrada no grupo de entidades palestrantes.

“Essa é realmente uma das estratégias que estamos considerando (na formulação do plano de marketing), que são empresas que tenham mercado na África, no Sul da Europa, na América ou que possuam rotas marítimas relacionadas ao Porto do Pecém”, revelou a diretora Comercial da ZPE, Candice Westgate.

Para ela, com o plano de marketing ainda em formatação pelo corpo técnico do equipamento, o contato com produtores destes dois continentes servirá para adiantar contatos e retornos. Westgate afirmou que, apesar de ter apenas um dia de evento, “esta ação seria parte da estratégia pra saber que tipo de empresa nos interessaria convidar para conhecer a ZPE”.

Termômetro e prática

Outra consideração dela sobre a experiência que visam ter no Encomex a ser realizado no Ceará classifica a participação como um termômetro e também parte da prática a ser exercida pela ZPE do Ceará. Por isso a solicitação de participação. “Está tudo muito na sua formação. A gente vai utilizar o encontro para sentir e também para colher informações do mercado”, afirmou.

Até o evento e enquanto o plano estratégico de marketing é elaborado, ela contou que o agendamento de visitas à ZPE, no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp), continuam frequentes “por conta das muitas empresas que buscam conhecer a estrutura”. (AOL)

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Lei que amplia recursos para financiar exportações é sancionada

Foi sancionada, pela presidenta Dilma Rousseff, e publicada hoje, no Diário Oficial da União, a Lei n° 12.699, que concede crédito suplementar para o Proex (Programa de Financiamento às Exportações) no valor de R$ 1,355 bilhão.

O recurso está dividido entre as duas modalidades do Proex, com verba de R$ 800 milhões para o Proex Financiamento e com R$ 555 milhões para o Proex Equalização.
“A sanção pela presidenta Dilma da lei que amplia o crédito para o Proex reforça o conjunto de medidas que vem sendo adotadas pelo governo para estimular as exportações, e se associa ao Reintegra, que desonera as vendas de produtos brasileiros ao mercado externo”, considerou Fernando Pimentel,ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

O Proex Financiamento concede empréstimos diretos aos exportadores brasileiros, que recebem o valor da operação comercial à vista e oferece ao importador prazo para o pagamento da transação. Esse mecanismo de financiamento atende, principalmente, às exportações de micro e pequenas empresas.

Fonte: Guia Marítimo

Camex amplia acesso a seguro de crédito para empresas exportadoras

Foram publicadas na na quinta-feira (5), no Diário Oficial da União (DOU) a Resolução Camex n° 20 e a Resolução Camex n° 21, que facilitam o acesso ao seguro de crédito à exportação e flexibilizam a apresentação de garantias para micro, pequenas e médias empresas exportadoras brasileiras – medidas anunciadas esta semana pelo Governo Federal como parte do Programa Brasil Maior.

A Resolução Camex n° 20 eleva o limite de faturamento bruto anual da empresa beneficiária do Seguro de Crédito à Exportação (SCE) de R$ 60 milhões para R$ 90 milhões, com o objetivo de expandir a obtenção dessa garantia e preencher uma lacuna do mercado privado. Serão contempladas as micro, pequenas e médias empresas exportadoras de bens ou de serviços que possuam, concomitantemente, faturamento bruto anual dentro do novo limite estabelecido e exportações de até US$ 1 milhão por ano. Os valores devem ser relativos ao exercício anterior ao da apresentação da proposta pela empresa. A Resolução Camex n° 20 também estabelece que a garantia da União poderá ser concedida para operações na fase pré-embarque (produção) encadeadas com operações na fase pós-embarque (comercialização).

 

O Seguro de Crédito à Exportação tem a finalidade de garantir as operações de crédito à exportação contra riscos comerciais (situações de insolvência do devedor), políticos e extraordinários (moratórias, guerras, revoluções, catástrofes naturais, entre outros).

Flexibilização de garantias

Já a Resolução Camex n° 21 permite que o próprio exportador apresente garantias para o valor financiado, eliminando a necessidade de obter uma carta de crédito bancário para operações de até US$ 50 mil feitas por micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões. Serão aceitas garantias fidejussórias (fiança ou caução) ou garantias reais (bens móveis ou imóveis), desde que elas sejam suficientes para honrar o valor integral dos financiamentos concedidos e dos respectivos juros.

Export News

Oportunidade de Comércio (importação e exportação) para o Polo Moveleiro de Ubá, com ênfase em China

No dia 04 de abril, às 19h, o Intersind realizará em seu auditório a palestra “Oportunidade de Comércio (importação e exportação) para o Polo Moveleiro de Ubá, com ênfase em China”, apresentada pelo Consultor Leonardo Loewenstein proprietário de uma empresa voltada para a busca de produtos, soluções, fornecedores e parceiros na China.

Oportunidade de Comércio (importação e exportação) para o Polo Moveleiro de Ubá, com ênfase em China

O objetivo é apresentar aos participantes o principal evento de negócios que acontece na China, a Canton Fair, a maior feira de oportunidades mercadológicas da China. Os participantes também conhecerão as linhas de financiamento que apoiam os processos de importação e exportação e os subsídios financeiros para as micro, pequenas e médias empresas na adequação tecnológica de produtos e processos para a exportação.

O evento é então voltado para empresas de base tecnológica que buscam a internacionalização de seu negócio, contribuindo para o seu desenvolvimento e modernização.

A palestra é gratuita para empresas associadas ao Intersind, as pessoas interessadas em participar devem confirmar presença através do email atendimento@intersind.com.br ou tel. (32) 3532-6157.
Fonte: Intersind