Santos Brasil inaugura rota fluvial para contêineres no norte do País

A Santos Brasil, empresa referência na América Latina em operação de contêineres e logística, iniciou no dia 11 deste mês uma operação inédita no Porto de Vila do Conde, localizado no município de Bacarena, Pará. O terminal de contêineres da companhia, Tecon Vila do Conde, passou a realizar embarques em balsas fluviais. A primeira série conteve aço com destino ao município de Altamira (oeste do Pará). Até então, o transporte de carga conteinerizada para áreas interioranas de difícil acesso era feito totalmente pela via rodoviária e as balsas eram usadas para transporte de carga em caminhões.

Com a nova rota entre os rios Xingu e Pará, desenvolvida em iniciativa pioneira da Santos Brasil, a região passa a contar com a alternativa de transporte por cabotagem marítima e fluvial. A alternativa oferece várias vantagens sobre o frete terrestre, como menor custo, maior agilidade e rapidez e condições sustentáveis. A iniciativa vem atender à demanda crescente de projetos locais como hidrelétricas, siderúrgicas e empreendimentos ligados à exploração mineral.

A operação fluvial abrirá também um leque de oportunidades para o desenvolvimento econômico de todo o Norte. Produtores e exportadores poderão aproveitar o retorno das balsas vazias ao Tecon Vila do Conde para enviar suas mercadorias para outros estados e regiões.

“Essa operação abre uma nova perspectiva para o Porto de Vila do Conde, que a partir de agora passa a ser de fato um hub port – porto concentrador, a exemplo do que acontece em larga escala em portos como Roterdã, na Holanda ou em grandes terminais americanos. Trata-se de um verdadeiro marco no transporte de cargas na região”, afirma Antonio Carlos Sepulveda, diretor-presidente da Santos Brasil.
A primeira operação de contêineres em barcaças no Tecon Vila do Conde teve como destino o município de Altamira (oeste do Estado). Cinquenta contêineres transportando aço desembarcaram no terminal, de onde seguiram pela bacia do Rio Amazonas.

A carga que seguiu na última terça-feira por via fluvial foi embarcada no Porto de Santos (SP) e veio pela costa brasileira até o terminal operado pela Santos Brasil no Pará. As balsas usadas no transporte até Altamira têm capacidade para até 60 contêineres.

Fonte: Guia Marítimo

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Santos Brasil inaugura rota fluvial para contêineres no Norte do país

A Santos Brasil inaugurou nesse mês uma rota fluvial para contêineres no norte do país. O Tecon Vila do Conde, localizado no município de Bacarena, no Pará, passou a realizar embarques em balsas fluviais. A primeira série conteve aço com destino ao município de Altamira. Cinquenta contêineres transportando aço desembarcaram no terminal, de onde seguiram pela bacia do Rio Amazonas. Até então, o transporte de carga conteinerizada para áreas interioranas de difícil acesso era feito totalmente pela via rodoviária e as balsas eram usadas para transporte de carga em caminhões.

Com a nova rota entre os rios Xingu e Pará, a região passa a contar com a alternativa de transporte por cabotagem marítima e fluvial. Entre as vantagens dessa alternativa sobre o frete terrestre estão menor custo, maior agilidade e rapidez e condições sustentáveis. Segundo a Santos Brasil, a iniciativa vem atender à demanda crescente de projetos locais como hidrelétricas, siderúrgicas e empreendimentos ligados à exploração mineral.

A operação fluvial abrirá também um leque de oportunidades para o desenvolvimento econômico de todo o Norte. Produtores e exportadores poderão aproveitar o retorno das balsas vazias ao Tecon Vila do Conde para enviar suas mercadorias para outros estados e regiões. Para o diretor-presidente da Santos Brasil, Antonio Carlos Sepulveda, a iniciativa é um marco no transporte de cargas na região. “Essa operação abre uma nova perspectiva para o Porto de Vila do Conde que, a partir de agora, passa a ser de fato um hub port – porto concentrador, a exemplo do que acontece em larga escala em portos como Roterdã, na Holanda ou em grandes terminais americanos”, diz o executivo.

Os estudos de viabilidade de rotas fluviais para escoamento de carga começaram no primeiro semestre deste ano. A Santos Brasil continua estudando a viabilidade de novas rotas fluviais para ampliar a abrangência de áreas atendidas. Entre os municípios beneficiados neste primeiro momento pela operação de cabotagem em balsa estão Altamira, Santarém e Itaituba, no Pará. Macapá, no Amapá e Manaus, no Amazonas devem ser as próximas cidades beneficiadas. Mercadorias como milho, cacau e aço estão entre as de maior frequência no transporte de carga na região.

De acordo com o diretor comercial da Santos Brasil, Mauro Salgado, a expectativa é explorar outros nichos de mercado na região a partir da maior frequência de embarcações atracando em Vila do Conde. “Nosso planejamento atende a demanda que vai surgir. A carga conteinerizada que movimentamos em Vila do Conde é, principalmente, madeira certificada, para a construção civil, e exportada para os Estados Unidos e Europa. Hoje, a madeira representa quase 50% da movimentação da região. Com a criação dessa nova rota, vamos beneficiar os exportadores do Oeste do Estado”, afirma.

A Santos Brasil pretende continuar o projeto de ampliação da estrutura portuária do Tecon Vila do Conde, a fim de duplicar a capacidade do terminal, que hoje é de 250 mil TEU, nos próximos anos. A empresa já realizou investimentos de mais de R$ 30 milhões no terminal para expansão e para possibilitar a recepção de cargas dedicadas a grandes projetos industriais e de cabotagem. O aporte engloba expansão do pátio com mais 30 mil metros quadrados, aquisição de empilhadeira e balanças, abertura de mais dois gates de entrada e saída, além de treinamento e capacitação de pessoal.

Da RedaçãoPortos e Navios

Terminal de Contêineres de Salvador inaugura ampliação de estrutura

Foto: Tecon Salvador
Com ampliação Terminal poderá receber navios de maior porte

A expansão do Terminal de Contêineres de Salvador (Tecon) foi inaugurada na manhã desta sexta-feira (30), no Porto de Salvador, após dois anos de obras e um investimento de R$ 180 milhões do Wilson Sons, grupo que tem a concessão de operação do terminal desde 2000.

Entre as principais obras está a ampliação do calado, profundidade que determina o porte dos navios que podem ser recebidos no porto.

Com o antigo calado, o Porto perdia cargas para outros estados, como Espírito Santo e Pernambuco. O já existente Cais de Água de Meninos teve o calado ampliado para 13,9 metros de profundidade e 377 metros de comprimento.

O maior calado e a dragagem do canal de acesso, que passou de 12 para 15 metros, permitem a entrada de embarcações do tipo post-Panamax, que podem passar de 300 metros de comprimento e transportar até 1,1 mil TEU, medida equivalente a um contêiner de 20 pés.

Para o governador Jaques Wagner, presente na inauguração, as obras são o primeiro passo para revitalizar o Porto de Salvador.

“A gente perdeu cargas esperando essa ampliação. Temos que manter o que a gente já tem e ir buscar cargas perdidas e cargas novas, isso vai ficar a cargo do Tecon”, disse o governador.

Segundo Wagner, preços competitivos e rapidez de embarque e desembarque são necessários para recuperar esse mercado para a Bahia.

“Nosso grande desafio é primeiro resgatar as cargas baianas, depois trazer para cá cargas de outros estados”, afirma o diretor-executivo do Tecon Salvador, Dermir Lourenço Júnior.

“E também, na cabotagem, fazer com que as cargas que atualmente são transportadas pelo modal rodoviário passem para o modal marítimo.”

O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, aposta na Via Expressa, prometida para o primeiro semeste de 2013, para garantir a acessibilidade ao Terminal.

“A expansão do Terminal de Contêineres faz aumentar a velocidade de operação e diminuir a retenção de navios que ficam ao largo. Por outro lado, um porto como o de Salvador dependende da acessibilidade. E quanto mais eficiente, melhor também para a cadeia logística”, disse o ministro.

Novo cais

Criado para a expansão e inaugurado em setembro deste ano, o Cais de Ligação tem 240 metros de comprimento e 12 metros de profundidade e poderá receber navios de menor dimensão, com ênfase para a navegação de cabotagem, feita por navios que trafegam dentro do País.

O Terminal também ganhou uma área de 44 mil metros quadrados, totalizando 150 mil metros quadrados, e adquiriu três portêineres, usados para carga e descarga.

Com as mudanças e ampliações, já foram registrados recordes em operações. No mês de outubro, foram movimentados 6,5 mil contêineres, um crescimento de 70% em relação a média de exportação no período.

Tribuna da Bahia Online - Salvador, Brazil

Wilson Sons investe R$ 180 milhões e inaugura expansão em Salvador

A Wilson Sons inaugura, na sexta-feira, a expansão do Tecon Salvador, terminal de contêineres da empresa na Bahia. Com investimentos de R$ 180 milhões, o terminal vai dobrar de capacidade. Terá condições de receber navios maiores, acima de 6,5 mil TEUs (contêiner equivalente a 20 pés), e atenderá, com serviços logísticos adequados, as exportações de frutas da Bahia e de Pernambuco, disse o presidente da Wilson Sons no Brasil, Cezar Baião.

Parte das frutas produzidas na região de fruticultura irrigada do Vale do São Francisco sai hoje por Pernambuco e Ceará. A aposta da empresa é capturar parcela desses volumes. “A expansão [do terminal] é importante para a Bahia e para os exportadores baianos”, disse o executivo. No total, os investimentos no Tecon Salvador chegam a R$ 260 milhões, considerando a expansão e outros R$ 80 milhões investidos desde que a empresa assumiu o terminal, em 2000. No outro terminal de contêineres da empresa, em Rio Grande (RS), foram investidos R$ 400 milhões. Os investimentos da Wilson Sons no segmento alcançam R$ 660 milhões.

Baião disse que a companhia tem interesse em novas licitações de terminais de contêineres. “Temos até plano de negócios para o novo terminal de contêineres de Suape”, disse Baião. Ele mostrou-se otimista em relação ao pacote para os portos que vem sendo discutido pelo governo: “Temos a expectativa de que o governo vai respeitar os contratos e não haverá mudanças na lei dos portos porque eventuais mudanças tenderiam a afastar investidores”, analisou o executivo.

As obras no Tecon Salvador se estenderam por dois anos. Os investimentos incluíram serviços de pavimentação, expansão e reforço de cais e compra de equipamentos. A capacidade dobra em relação a 2010, quando o terminal podia movimentar 250 mil TEUs por ano. Com a compra de equipamentos, o Tecon Salvador ampliou a capacidade, em fase intermediária do projeto, para 300 mil TEUs/ano, volume que agora chega a 530 mil TEUs/ano.

Baião disse que os investimentos em equipamentos incluíram três ’portêineres’ e seis pontes rolantes sobre rodas utilizadas na movimentação de contêineres em pátios, conhecidas como RTGs. Os RTGs e os portêineres, equipamentos responsáveis pela movimentação de contêineres entre o pátio e o navio, foram comprados na China. O Tecon Salvador passa a contar com um cais principal, com 377 metros de comprimento e 14 metros de profundidade, e outro berço, com 240 metros de extensão para atender os serviços de cabotagem, a navegação na costa brasileira. Baião disse que os navios de contêineres que passam a escalar os portos brasileiros, com até 9 mil TEUs de capacidade, poderão atracar em Salvador.

Os principais produtos movimentados no terminal são químicos e petroquímicos, celulose, minérios, siderúrgicos e metálicos, frutas, café, componentes, couro e alimentos e bebidas. O terminal tem apostado no transporte de novas cargas no longo curso, incluindo algodão, piaçava, soja em grão, laranja in natura e manganês. Os principais armadores escalam o terminal na cabotagem e no longo curso.

Fonte: Valor

Tecon inaugura Terminal de Contêiner

Operado pelo grupo Wilson, Sons, o Tecon inaugura nesta sexta-feira, o novo terminal de Contêiner de Salvador. A empresainvestiu R$ 160 milhões nas obras de ampliação, modernização, dragagem e aquisição de novos equipamentos.

A capacidade de movimentação do novo terminal passa a ser de aproximadamente 530 mil TEUS por ano, o que equivale a mais do dobro dos 250 mil TEUS/ano de antes da ampliação. O evento, marcado para as 1Oh, terá a participação do governador Jaques Wagner.

Na configuração atual, o Tecon conta com três novos portêineres Super Post Panamax, capazes de atender às maiores embarcações em operação no mundo, e seis novos RTGs, os primeiros totalmente elétricos da América Latina.

O espaço também está equipado com dois cais em operação: o Cais de Água de Meninos, que atende a embarcações de longo curso, e o Cais de Ligação, preferencial para navios de cabotagem. “Após o processo de expansão e modernização, o terminal torna-se a principal porta de desenvolvimento do Nordeste”, afirma o diretor executivo do Tecon Salvador, Demir Lourenço Júnior.

O novo terminal foi comentado ontem por Wagner na edição de ontem do programa de rádio Conversa com o Governador. Segundo o gestor do Estado, a expansão do terminal de containeres coloca “a capital baiana no mesmo patamar dos melhores terminais da América Latina”.

Jaques Wagner destacou que serão implantados três modernos equipamentos capazes de atender às maiores embarcações em operação, juntamente com seis novos ‘guindastes de Pórtico Montados Sobre Pneus (RTG)’, espécie de esteiras rolantes para deslocamento dos contêineres, os primeiros totalmente elétricos da América Latina.

“Com isso, a operação se torna mais competitiva, mais rápida, fazendo com que os navios percam menos tempo para embarcar e desembarcar seus produtos”. De acordo com Wagner, a Bahia possui uma capacidade de movimentação de cerca de 13,2 milhões de toneladas por ano.

“Este é mais um passo para melhorar a operação portuária na Bahia, além do nosso Terminal Turístico, que também está sendo construído”.
Tribuna da Bahia Online - Salvador, Brazil

Com greve dos TPA’s, terminais usam mão de obra própria

Parte dos terminais do Porto de Santos conseguiu driblar o protesto dos trabalhadores avulsos (TPA) do Órgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo), nos últimos dois dias, adotando um plano emergencial para evitar a fuga de cargas da região. Dos 33 navios atracados na tarde de ontem no cais santista, 16 estavam em operação.

Desse total, seis embarcam ou desembarcam cargas sem precisar dos TPAs do Ogmo, já que seus produtos – granéis sólidos ou líquidos – são movimentados por equipamentos automatizados, como oshiploader, usado para o carregamento de açúcar na Copersucar.

Os outros dez navios operaram graças a um plano B dos terminais, que teve de ser adotado pois 7 mil TPAs “cruzaram os braços”, afirmou o presidente do Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo (Sopesp), Querginaldo Camargo.

Segundo o executivo, a Santos Brasil, que administra o Terminal de Contêineres (Tecon) no Guarujá, e a Libra, dos terminais 33, 35 e 37 em Santos, utilizaram mão de obra própria para operar os navios atracados nos berços de suas instalações. O Terminal de Contêineres da Margem Direita (Tecondi) também pretendia adotar a mesma estratégia para as duas embarcações que chegaram a sua unidade na tarde de ontem.

Créditos: Carlos Nogueira

Quase metade dos cargueiros atracados no complexo santista na tarde desta quarta-feira não operou

“É uma prerrogativa da lei e adotamos apenas como último recurso. Preferimos sempre a negociação primeiro. E se não fizermos isso (utilização de mão de obra própria), todos perdem, pois o navio vai embora e não volta mais, leva as cargas para outros portos, como o do Rio de Janeiro”, disse Camargo.

A brecha a que se refere o presidente do Sopesp está na Lei de Modernização dos Portos (8.630/93). Um dos itens permite que seja contratada mão de obra própria, caso a solicitação de avulsos não seja atendida.

Foi justamente isso que ocorreu nos últimos dois dias de protesto dos TPAs. Na escala das 7 horas de ontem, das 508 requisições feitas pelos terminais nos três postos do Ogmo, apenas 76 foram atendidas, sendo a maioria por vigias, conferentes e consertadores.

Diante desse cenário, as empresas contrataram profissionais para cuidar da movimentação das mercadorias. Algumas tarefas a bordo, como a peação e a desapeação (fixação das cargas no convés e no porão), foram realizadas por tripulantes do próprio navio.

Ao contrário dos outros terminais, a Rodrimar teve interrompidas suas operações de contêineres e granel pelo protesto. A informação foi dada pelo diretor do grupo, Flávio Eduardo Pinto Rodrigues. A expectativa da empresa é que haja um breve entendimento entre os sindicatos, para que a situação volte ao normal. Além da Rodrimar, outras instalações do complexo não optaram pelo plano B.

O protesto dos TPAs é contra a obrigação de descanso de 11 horas entre as jornadas de trabalho, que o Ministério Público pretende implantar no Porto.

FONTE: A TRIBUNA