Portal Brasileiro do Comércio Exterior

Portal Brasileiro do Comércio Exterior – PBCE foi desenvolvido com base no Projeto de Apoio à Inserção Internacional das Pequenas e Médias Empresas Brasileiras (PAIIPME), parte do Acordo de Cooperação entre o Brasil e a União Europeia.

O nosso Portal oferece a você, de forma clara, simples e direta as informações básicas sobre os temas exportação, importação, legislação, acordos, promoção comercial, estatísticas, entre outros de grande relevância. A ideia é apresentar os principais termos, procedimentos, eventos e atividades que possam ajudá-lo a alcançar novos mercados mundo afora.

O PBCE é um produto do governo federal, e antes de tudo, atuamos como prestadores de serviços à comunidade brasileira. Por isso é importante demonstrar aqui quais são as atribuições e responsabilidades de cada órgão ou entidade relacionados ao processo de exportação e importação.

Disponibilizamos também, neste site o serviço de fundamental importância, denominado “Comex Responde”, canal direto com o publico de comércio exterior destinado a esclarecer dúvidas e acatar sugestões do usuário atuante em comércio exterior.

A proposta deste Portal é ser fonte importante de informações do tema importação e exportação. Nosso esforço contribui para ampliar as exportações e facilitar o comércio entre os países com um serviço eficiente e eficaz.

SOFTWARE PERMITE TOTAL CONTROLE E RASTREABILIDADE DAS INFORMAÇÕES DOS SERVIÇOS AO COMEX

A GSW Soluções Integradas, em parceria com a Softway, apresenta ao mercado o Siscoserv Sys, software que oferece como opção  o registro automático no Siscoserv da Receita Federal, permitindo o controle e rastreabilidade das informações dos serviços prestados ou tomados em âmbito internacional.

A solução integra-se com os principais sistemas de gestão empresarial (ERPs), dentre os quais SAP, Oracle, IFS e TOTVS, e também aos demais módulos de Comex da própria Softway.
Além da tecnologia adequada, José Darcy Ribeiro, consultor de Comex da GSW, alerta para a importância de se contar sempre com um parceiro implementador com profundo conhecimento de negócio, a fim de atender de forma completa todas as questões que envolvem a obrigação   para alcançar uma implantação eficaz. “Nos nossos projetos de Siscoserv, percebemos que os clientes desconhecem detalhes da legislação, por isso, o trabalho da GSW também é o de orientar de forma consultiva para que nenhum detalhe passe despercebido”, pondera o especialista.
Segundo ele, o Siscoserv Sys garante benefícios como a integridade das informações, agilidade no registro das operações, validação dos conteúdos antes do seu envio à Receita e atualizações, à medida que novas obrigações acessórias forem criadas.
“Ao invés de perder tempo digitando dados que nada agregam à atividade fim da empresa, as equipes ligadas a RH e Comércio Exterior, por exemplo, poderão se concentrar em suas próprias áreas, além de ter a certeza de que as informações transmitidas à Receita são consistentes”, anima-se Ribeiro, ao justificar seu otimismo quanto ao sucesso da novidade, cujos públicos-alvos são as empresas e instituições que possuem grandes volumes de serviços prestados ou consumidos fora do Brasil.
A EMPRESA
Com matriz na cidade de São José dos Campos e filiais em São Paulo, Belo Horizonte (MG), bem como nas regiões metropolitanas de Curitiba e Porto Alegre, a GSW Soluções Integradas é uma das principais parceiras nas áreas de distribuição, implantação e consultoria da Softway – líder na América Latina no fornecimento de soluções em software para comércio exterior e única no seu segmento a conquistar o certificado CMMI (Capability Maturity Model Integration), que atesta a maturidade em processos de gestão e desenvolvimento de sistemas.
No mercado desde 1991, a GSW é uma empresa nacional e conta com mais de 300 clientes em todo o país, que utilizam seus sistemas voltados a Gestão Tributária, Comércio Exterior, Gestão Orçamentária e Desenvolvimento de Soluções Customizadas.
Destaca em seu portfólio pesos-pesados como 3M, Johnson & Johnson, Pepsico, Pfizer e Mantecorp.
FONTE: SEGS

Sétima edição de Happy Comex conta com patrocínio TOTVS IP

O tradicional encontro semestral do Happy Comex reúne um seleto público formado por profissionais de comércio exterior e logística de Campinas e Região. O evento está em sua 7º edição e conta com o patrocínio da TOTVS Interior Paulista (www.totvs.com/interiorpaulista), uma das principais unidades TOTVS S/A – líder em desenvolvimento de tecnologia ERP na América Latina e 6ª maior desenvolvedora de sistemas de gestão integrada (ERP) do mundo.

 

Realizado pela GPA Com e Mkt, com o apoio do CIESP Campinas – através do grupo de importadores e exportadores da entidade – o evento terá como tema a sustentabilidade, com o objetivo de despertar e incentivar estas boas práticas pelas empresas do setor.

Sobre o 7º Happy Comex

Data: 20/03/13 – quarta-feira

Local: IFF Bar Lounge – Térreo do Hotel Vitória / Campinas (SP)

Programação:

18h às 22h – Buffet All Inclusive e Open Bar

1830h às 19h – Apresentação Aeroportos Brasil Viracopos – “Sustentabilidade”

Informações:

(19) 3383-3555 ou (19) 9299-1987

 

Sobre a TOTVS IP

A TOTVS Interior Paulista é uma das principais unidades TOTVS, com bases em Sorocaba, Jundiaí, Campinas, Limeira e Ribeirão Preto. Com mais de 18 anos de experiência e atuação no Interior de São Paulo, é responsável pelo Atendimento e Relacionamento de mais de 1.700 clientes, atuando com as principais soluções TOTVS. Conta com Centros de Educação Corporativa, cerca de 430 participantes e capacidade de implantação de mais de 30.000 horas/mês. Para mais informações, acesse o website www.totvs.com/interiorpaulista.

 

Sobre a TOTVS

Líder absoluta no Brasil, com 53,1% de market share*, e também na América Latina com 35,6%, a TOTVS é uma empresa de software, serviços e tecnologia. É a 6ª maior desenvolvedora de sistemas de gestão integrada (ERP) do mundo e a 1ª em países emergentes, sendo líder também no segmento de pequenas e médias empresas (PME) na América Latina. A TOTVS foi a primeira empresa do setor de TI da América Latina a abrir capital e está listada no Novo Mercado da BOVESPA. Suas operações em ERP são complementadas por um amplo portfólio de soluções verticais e por serviços como Consultoria, BPO e Cloud Computing. Para mais informações, acesse o website www.totvs.com.

*Fonte: Gartner – “Market Share: All Software Markets, Worldwide, 2011”

Importação: fatia do CE quase dobrou

A maior alta registrada no primeiro bimestre deste ano foi a do setor de combustíveis e óleos, que aumentou 94,8%

Um dos principais motivos para a alta expressiva das importações do Ceará são as grandes obras realizadas no Estado Foto: Francisco Viana

Registrando saldo deficitário de US$ 326 milhões na balança comercial, no primeiro bimestre deste ano, o Ceará continua aumentando sua participação nas importações brasileiras. Em fevereiro de 2013, o montante correspondente às compras externas do Estado representou 1,8% do total importado pelo País. O número representa quase o dobro da fatia alcançada em igual mês do ano anterior, quando a participação foi de 0,94%.

Conforme o levantamento “Ceará em Comex Fevereiro de 2013”, elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), o Ceará importou, nos dois primeiros meses deste ano, US$ 521 milhões. No primeiro bimestre de 2012, o total foi de US$ 416 milhões, representando avanço de 25,3%.

Segundo o estudo, o setor que apresentou a maior alta nas importações, no bimestre, foi o de combustíveis e óleos (94,8%), sendo seguido pelos segmentos de trigo (81,5%), químico (73,4%) e plásticos (59,5%). A única queda entre os setores listados pelo documento foi a compra de veículos automotores, que reduziu 45,3%.

Principais itens

Os principais produtos importados são do segmento de ferro e aço, correspondendo a um total de US$ 116 milhões. Em relação a igual período do ano passado, quando se importou US$ 114 milhões com o setor, a evolução foi de 2%. “O maior destaque está na aquisição de US$ 77 milhões em gás natural de Trinidad e Tobago em fevereiro, fazendo desse país (produto) o responsável pelo maior valor importado pelo Ceará no mês. China, Estados Unidos e Argentina estão entre os quatro principais países de origem”, aponta o estudo.

De acordo com a economista e analista de políticas públicas do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece) Débora Gaspar, um dos principais motivos para a alta expressiva das importações do Ceará são as grandes obras de infraestrutura realizadas no Estado, as quais demandam uma quantidade elevada de materiais, máquinas e equipamentos.

Por sua vez, a participação cearense nas exportações brasileiras caiu nos últimos anos, embora tenha aumentado 0,01 ponto percentual neste ano. No primeiro bimestre, a participação do Estado foi de 0,58%. Nos dois primeiros meses de 2009, o dado correspondia a 0,86%. Ao todo, o Estado exportou US$ 196 milhões em janeiro e fevereiro últimos. A queda em relação a igual período do ano anterior, quando foram registrados US$ U$ 219 milhões, foi de 10,8%. Para Débora Gaspar, a redução na participação se deve ao fato de que outros estados brasileiros têm apresentado crescimento econômico mais expressivo do que o cearense.

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Formação em International Trader – O Curso Oficial do Mercado

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Datas/ Locais:

– São Paulo (SP): 09/03/13 a 31/08/13 aos sábados de 9hs às 16hs, matrícula-se aquiVide calendário.

–  Curitiba (PR): 20/04/13 a 19/10/13 aos sábados de 9hs às 16sh, matrícula-se aquiVide calendário.

– Demais Cidades: 23/02/13 a 30/07/13 aos sábados de 9hs às 12hs (versão online). Visite a página. ( vagas esgotadas).
Carga horária:  250 h/a.

 

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Público Alvo: Profissionais de comercio exterior e estudantes universitários que desejam trabalhar na área internacional.

Estrutura curricularlink para conteúdo programático.

Professores: Conheça nossa equipe.

Investimento com a bolsa de capacitação:

Taxa de matrícula: R$ 150,00

10 parcelas de R$ 290,00 (Cartão de crédito ou/e boleto bancário).

Vencimentos a partir de 07/03/2013.

Forma de Avaliação: Provas, trabalhos, desenvolvimento de casos e participação em sala.
Certificação válida nacionalmente: Emitida pela ABRACOMEX – Associação Brasileira de Consultoria e Assessoria em Comércio Exterior.Pré-requisito: Maior de 18 anos. Nível superior ou curso em andamento.

fonte: 

Comex: seus gargalos logísticos e tecnológicos

No Brasil, embarcar uma mercadoria para ser exportada não é tarefa fácil. As vantagens de se investir no nosso país são reconhecidas no mundo todo, nossa economia em crescimento consistente atrai grandes empresas, mas as dificuldades logísticas também são velhas conhecidas.
Conviver em ambientes de logística de exportação faz com que sintamos na pele todos os esforços da iniciativa privada para executar seus planos de negócios aqui no Brasil. Desde 1994 tenho acompanhado esse tema, às vezes colaborando diretamente, consultando ou apenas como interessado, e sempre enxergo as cenas de operadores desesperados com a data limite de embarque de navios, aviões ou quaisquer outras obrigações necessárias para que o processo de exportação seja comply (terminologia herdada da globalização e usada para definir que todos os procedimentos foram executados de acordo com as leis e regras dos mercados envolvidos na negociação).
O mercado de comércio exterior brasileiro evoluiu muito nos quesitos negócios, controles, softwares e práticas, mas visivelmente, e infelizmente, os meios físicos para escoar as mercadorias não. Profissionais que tenham conhecimentos híbridos nas regras de Comex e em outras áreas relacionadas, como a própria TI, não são raros hoje em dia.
Este cenário todo faz com que os modais para escoar mercadorias, como rodovias, ferrovias, rios e principalmente portos e aeroportos virem um gargalo logístico visível aos holofotes mundiais e catalisado pelas multinacionais que operam aqui.
Desde 1996 tenho trabalhado com TI na área de Comex e sei a diferença que minutos fazem quando o caminhão está esperando um documento ou quando um navio está para partir. Lembro-me claramente de um projeto que participei em 2005 que usava interfaces, onde o Cliente infelizmente não estava preparado, e talvez não tivesse nem sido informado, sobre como operar a troca de dados técnica entre sistemas e várias vezes os compromissos de embarque eram perdidos.
Profissionalmente tenho a sensação de estar sempre de mãos atadas quando me lembro desses cases onde eu via os responsáveis desesperados aguardando o processamento de uma interface para poderem embarcar.
Sabemos que as decisões sobre troca de sistemas envolvem muitas variantes e que o resultado final faz com que esses mesmos responsáveis, que não são técnicos, absorvam essa tecnologia antiga em prol do “fazer acontecer”. Como dizem por aí, brasileiro não desiste nunca e se adapta rapidamente às mudanças externas.
Enfim, exportadores que optaram por sistemas com interfaces, com troca de dados, ainda têm a oportunidade de rever seus planos de investimentos e trocar seus aplicativos por outros nativos ou, ainda, aguardar o retorno do investimento e realizar um novo, com um sistema online.
Perto de toda a dificuldade de exportar, contratar um colaborador em regime CLT para operar uma complexa interface de dados não parece ser o principal desafio. Porém, além disso, existem as dificuldades de manter cadastros equalizados em duas bases de dados distintas, de fazer recursos da área de negócios absorverem demandas técnicas sem necessidade, de códigos de cadastro internos que não batem entre o SAP e o sistema legado de comércio exterior, entre outros pontos.
E mesmo com os sistemas já nativos no ambiente SAP, os exportadores continuam com problemas de buracos nas estradas, de falta de ferrovias, dificuldades de atraque dos navios ou superlotação dos aeroportos brasileiros, infelizmente comuns a todos os exportadores brasileiros.

MDIC apresenta ferramentas de apoio à exportação para prefeitos

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) está apresentando as principais ferramentas de apoio público e governamental às exportações brasileiras, durante o Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas, que acontece em Brasília, nos próximos dias 28 a 30 de janeiro. Os prefeitos que desejarem conhecer as ações podem visitar o estande do MDIC no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

A Secex dará conhecimento, por exemplo, sobre o programa Redeagentes que capacita estudantes para se tornarem agentes que orientarão, gratuitamente, empresários de pequeno e médio porte sobre como exportar. Os agentes são voluntários e, desde 2000, já foram realizados mais de 800 cursos e treinamentos, com capacitação de mais de 22 mil pessoas em todos os estados brasileiros.

O MDIC dispõe ainda de uma série de serviços estatísticos que permitem aos empresários e gestores públicos se informarem sobre a realidade e os processos relacionados ao comércio exterior. Nas estatísticas da Secex, os interessados podem conferir os dados da balança comercial do país, dos estados e dos municípios, atualizados mensalmente, além dos recortes setoriais por cooperativas e trading companies. Os dados municipais trazem informações sobre os produtos exportados e importados, e os mercados de destino e origem de cada município que tenha realizado operações de comércio exterior.

 

A série Aprendendo a Exportar é uma coleção multimídia orientada para o aprendizado das operações de exportação, que inclui central de atendimento, simulador do preço de exportação e o fluxo lógico e operacional do processo de vendas aos mercados exteriores. Atualmente, já foram desenvolvidas edições da série para confecções, móveis, calçados, artesanato, alimentos, flores e plantas ornamentais, máquinas e equipamentos, gemas, joias e afins, e pescado.

No serviço Comex-Responde, os usuários podem tirar dúvidas diversas sobre exportações e importações. Trata-se de um canal de contato direto e descomplicado pela internet, que já recebeu mais de 31 mil consultas. No AliceWeb, é possível realizar pesquisas detalhadas sobre o fluxo comercial dos produtos de toda a pauta de exportação e importação brasileira.

O Radar Comercial apresenta estudos em que os interessados podem obter informações como preço médio de um produto, potencial importador de um determinado mercado, performance da exportação brasileira, principais mercados concorrentes e medidas tarifárias e não tarifárias aplicadas no mundo inteiro.

Na Vitrine do Exportador, os empresários podem desenvolver páginas personalizadas para promover os seus produtos, com a possibilidade de inclusão de vídeos, fotos e aplicativos de geolocalização, além de dados comerciais diversos, como descrição da empresa e seus produtos e mercados. Existe ainda uma área para formulário de propostas de negócios de importadores estrangeiros.

Um dos instrumentos que serão apresentados, no evento, é ainda o Sistema de Registro de Informações de Promoção (Sisprom), que auxilia no processo de internacionalização das empresas, com redução à zero do imposto de renda sobre remessas ao exterior para pagamento de despesas com promoção de produtos, serviços e destinos turísticos. O objetivo principal do Sisprom é estimular a participação de empresas na prospecção de novos mercados, tendo como consequência alavancar as exportações.

Mais informações:www.mdic.gov.br