Portal Brasileiro do Comércio Exterior

Portal Brasileiro do Comércio Exterior – PBCE foi desenvolvido com base no Projeto de Apoio à Inserção Internacional das Pequenas e Médias Empresas Brasileiras (PAIIPME), parte do Acordo de Cooperação entre o Brasil e a União Europeia.

O nosso Portal oferece a você, de forma clara, simples e direta as informações básicas sobre os temas exportação, importação, legislação, acordos, promoção comercial, estatísticas, entre outros de grande relevância. A ideia é apresentar os principais termos, procedimentos, eventos e atividades que possam ajudá-lo a alcançar novos mercados mundo afora.

O PBCE é um produto do governo federal, e antes de tudo, atuamos como prestadores de serviços à comunidade brasileira. Por isso é importante demonstrar aqui quais são as atribuições e responsabilidades de cada órgão ou entidade relacionados ao processo de exportação e importação.

Disponibilizamos também, neste site o serviço de fundamental importância, denominado “Comex Responde”, canal direto com o publico de comércio exterior destinado a esclarecer dúvidas e acatar sugestões do usuário atuante em comércio exterior.

A proposta deste Portal é ser fonte importante de informações do tema importação e exportação. Nosso esforço contribui para ampliar as exportações e facilitar o comércio entre os países com um serviço eficiente e eficaz.

SOFTWARE PERMITE TOTAL CONTROLE E RASTREABILIDADE DAS INFORMAÇÕES DOS SERVIÇOS AO COMEX

A GSW Soluções Integradas, em parceria com a Softway, apresenta ao mercado o Siscoserv Sys, software que oferece como opção  o registro automático no Siscoserv da Receita Federal, permitindo o controle e rastreabilidade das informações dos serviços prestados ou tomados em âmbito internacional.

A solução integra-se com os principais sistemas de gestão empresarial (ERPs), dentre os quais SAP, Oracle, IFS e TOTVS, e também aos demais módulos de Comex da própria Softway.
Além da tecnologia adequada, José Darcy Ribeiro, consultor de Comex da GSW, alerta para a importância de se contar sempre com um parceiro implementador com profundo conhecimento de negócio, a fim de atender de forma completa todas as questões que envolvem a obrigação   para alcançar uma implantação eficaz. “Nos nossos projetos de Siscoserv, percebemos que os clientes desconhecem detalhes da legislação, por isso, o trabalho da GSW também é o de orientar de forma consultiva para que nenhum detalhe passe despercebido”, pondera o especialista.
Segundo ele, o Siscoserv Sys garante benefícios como a integridade das informações, agilidade no registro das operações, validação dos conteúdos antes do seu envio à Receita e atualizações, à medida que novas obrigações acessórias forem criadas.
“Ao invés de perder tempo digitando dados que nada agregam à atividade fim da empresa, as equipes ligadas a RH e Comércio Exterior, por exemplo, poderão se concentrar em suas próprias áreas, além de ter a certeza de que as informações transmitidas à Receita são consistentes”, anima-se Ribeiro, ao justificar seu otimismo quanto ao sucesso da novidade, cujos públicos-alvos são as empresas e instituições que possuem grandes volumes de serviços prestados ou consumidos fora do Brasil.
A EMPRESA
Com matriz na cidade de São José dos Campos e filiais em São Paulo, Belo Horizonte (MG), bem como nas regiões metropolitanas de Curitiba e Porto Alegre, a GSW Soluções Integradas é uma das principais parceiras nas áreas de distribuição, implantação e consultoria da Softway – líder na América Latina no fornecimento de soluções em software para comércio exterior e única no seu segmento a conquistar o certificado CMMI (Capability Maturity Model Integration), que atesta a maturidade em processos de gestão e desenvolvimento de sistemas.
No mercado desde 1991, a GSW é uma empresa nacional e conta com mais de 300 clientes em todo o país, que utilizam seus sistemas voltados a Gestão Tributária, Comércio Exterior, Gestão Orçamentária e Desenvolvimento de Soluções Customizadas.
Destaca em seu portfólio pesos-pesados como 3M, Johnson & Johnson, Pepsico, Pfizer e Mantecorp.
FONTE: SEGS

Sétima edição de Happy Comex conta com patrocínio TOTVS IP

O tradicional encontro semestral do Happy Comex reúne um seleto público formado por profissionais de comércio exterior e logística de Campinas e Região. O evento está em sua 7º edição e conta com o patrocínio da TOTVS Interior Paulista (www.totvs.com/interiorpaulista), uma das principais unidades TOTVS S/A – líder em desenvolvimento de tecnologia ERP na América Latina e 6ª maior desenvolvedora de sistemas de gestão integrada (ERP) do mundo.

 

Realizado pela GPA Com e Mkt, com o apoio do CIESP Campinas – através do grupo de importadores e exportadores da entidade – o evento terá como tema a sustentabilidade, com o objetivo de despertar e incentivar estas boas práticas pelas empresas do setor.

Sobre o 7º Happy Comex

Data: 20/03/13 – quarta-feira

Local: IFF Bar Lounge – Térreo do Hotel Vitória / Campinas (SP)

Programação:

18h às 22h – Buffet All Inclusive e Open Bar

1830h às 19h – Apresentação Aeroportos Brasil Viracopos – “Sustentabilidade”

Informações:

(19) 3383-3555 ou (19) 9299-1987

 

Sobre a TOTVS IP

A TOTVS Interior Paulista é uma das principais unidades TOTVS, com bases em Sorocaba, Jundiaí, Campinas, Limeira e Ribeirão Preto. Com mais de 18 anos de experiência e atuação no Interior de São Paulo, é responsável pelo Atendimento e Relacionamento de mais de 1.700 clientes, atuando com as principais soluções TOTVS. Conta com Centros de Educação Corporativa, cerca de 430 participantes e capacidade de implantação de mais de 30.000 horas/mês. Para mais informações, acesse o website www.totvs.com/interiorpaulista.

 

Sobre a TOTVS

Líder absoluta no Brasil, com 53,1% de market share*, e também na América Latina com 35,6%, a TOTVS é uma empresa de software, serviços e tecnologia. É a 6ª maior desenvolvedora de sistemas de gestão integrada (ERP) do mundo e a 1ª em países emergentes, sendo líder também no segmento de pequenas e médias empresas (PME) na América Latina. A TOTVS foi a primeira empresa do setor de TI da América Latina a abrir capital e está listada no Novo Mercado da BOVESPA. Suas operações em ERP são complementadas por um amplo portfólio de soluções verticais e por serviços como Consultoria, BPO e Cloud Computing. Para mais informações, acesse o website www.totvs.com.

*Fonte: Gartner – “Market Share: All Software Markets, Worldwide, 2011”

Importação: fatia do CE quase dobrou

A maior alta registrada no primeiro bimestre deste ano foi a do setor de combustíveis e óleos, que aumentou 94,8%

Um dos principais motivos para a alta expressiva das importações do Ceará são as grandes obras realizadas no Estado Foto: Francisco Viana

Registrando saldo deficitário de US$ 326 milhões na balança comercial, no primeiro bimestre deste ano, o Ceará continua aumentando sua participação nas importações brasileiras. Em fevereiro de 2013, o montante correspondente às compras externas do Estado representou 1,8% do total importado pelo País. O número representa quase o dobro da fatia alcançada em igual mês do ano anterior, quando a participação foi de 0,94%.

Conforme o levantamento “Ceará em Comex Fevereiro de 2013”, elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), o Ceará importou, nos dois primeiros meses deste ano, US$ 521 milhões. No primeiro bimestre de 2012, o total foi de US$ 416 milhões, representando avanço de 25,3%.

Segundo o estudo, o setor que apresentou a maior alta nas importações, no bimestre, foi o de combustíveis e óleos (94,8%), sendo seguido pelos segmentos de trigo (81,5%), químico (73,4%) e plásticos (59,5%). A única queda entre os setores listados pelo documento foi a compra de veículos automotores, que reduziu 45,3%.

Principais itens

Os principais produtos importados são do segmento de ferro e aço, correspondendo a um total de US$ 116 milhões. Em relação a igual período do ano passado, quando se importou US$ 114 milhões com o setor, a evolução foi de 2%. “O maior destaque está na aquisição de US$ 77 milhões em gás natural de Trinidad e Tobago em fevereiro, fazendo desse país (produto) o responsável pelo maior valor importado pelo Ceará no mês. China, Estados Unidos e Argentina estão entre os quatro principais países de origem”, aponta o estudo.

De acordo com a economista e analista de políticas públicas do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece) Débora Gaspar, um dos principais motivos para a alta expressiva das importações do Ceará são as grandes obras de infraestrutura realizadas no Estado, as quais demandam uma quantidade elevada de materiais, máquinas e equipamentos.

Por sua vez, a participação cearense nas exportações brasileiras caiu nos últimos anos, embora tenha aumentado 0,01 ponto percentual neste ano. No primeiro bimestre, a participação do Estado foi de 0,58%. Nos dois primeiros meses de 2009, o dado correspondia a 0,86%. Ao todo, o Estado exportou US$ 196 milhões em janeiro e fevereiro últimos. A queda em relação a igual período do ano anterior, quando foram registrados US$ U$ 219 milhões, foi de 10,8%. Para Débora Gaspar, a redução na participação se deve ao fato de que outros estados brasileiros têm apresentado crescimento econômico mais expressivo do que o cearense.

diarioonline profile

Formação em International Trader – O Curso Oficial do Mercado

Faça a sua matricula e aprenda como diminuir as barreiras e os riscos para a realização de exportações e importações.Destaque: Módulo Como Fazer Negócios com a China.
Conquiste a habilitação para trabalhar com a gestão daspromoções, negociações, vendas e compras internacionais, através de aulas que aliam a teoria com simulação e vivência em situais reais de negócios.   

Faça sua matrícula, clique aqui.

Telefone: 4062-0660 Ramal 0405.

Participe do 1º Grupo de Formação de International Trader no Facebook. Seja um dos nossos colaboradores e ganhe prêmios especiais.

Recursos exclusivos do curso:


Datas/ Locais:

– São Paulo (SP): 09/03/13 a 31/08/13 aos sábados de 9hs às 16hs, matrícula-se aquiVide calendário.

–  Curitiba (PR): 20/04/13 a 19/10/13 aos sábados de 9hs às 16sh, matrícula-se aquiVide calendário.

– Demais Cidades: 23/02/13 a 30/07/13 aos sábados de 9hs às 12hs (versão online). Visite a página. ( vagas esgotadas).
Carga horária:  250 h/a.

 

Faça a sua reserva até 01/03/13 e concorra uma bolsa de R$ 2.900,00 para turmas presenciais.

Público Alvo: Profissionais de comercio exterior e estudantes universitários que desejam trabalhar na área internacional.

Estrutura curricularlink para conteúdo programático.

Professores: Conheça nossa equipe.

Investimento com a bolsa de capacitação:

Taxa de matrícula: R$ 150,00

10 parcelas de R$ 290,00 (Cartão de crédito ou/e boleto bancário).

Vencimentos a partir de 07/03/2013.

Forma de Avaliação: Provas, trabalhos, desenvolvimento de casos e participação em sala.
Certificação válida nacionalmente: Emitida pela ABRACOMEX – Associação Brasileira de Consultoria e Assessoria em Comércio Exterior.Pré-requisito: Maior de 18 anos. Nível superior ou curso em andamento.

fonte: 

Comex: seus gargalos logísticos e tecnológicos

No Brasil, embarcar uma mercadoria para ser exportada não é tarefa fácil. As vantagens de se investir no nosso país são reconhecidas no mundo todo, nossa economia em crescimento consistente atrai grandes empresas, mas as dificuldades logísticas também são velhas conhecidas.
Conviver em ambientes de logística de exportação faz com que sintamos na pele todos os esforços da iniciativa privada para executar seus planos de negócios aqui no Brasil. Desde 1994 tenho acompanhado esse tema, às vezes colaborando diretamente, consultando ou apenas como interessado, e sempre enxergo as cenas de operadores desesperados com a data limite de embarque de navios, aviões ou quaisquer outras obrigações necessárias para que o processo de exportação seja comply (terminologia herdada da globalização e usada para definir que todos os procedimentos foram executados de acordo com as leis e regras dos mercados envolvidos na negociação).
O mercado de comércio exterior brasileiro evoluiu muito nos quesitos negócios, controles, softwares e práticas, mas visivelmente, e infelizmente, os meios físicos para escoar as mercadorias não. Profissionais que tenham conhecimentos híbridos nas regras de Comex e em outras áreas relacionadas, como a própria TI, não são raros hoje em dia.
Este cenário todo faz com que os modais para escoar mercadorias, como rodovias, ferrovias, rios e principalmente portos e aeroportos virem um gargalo logístico visível aos holofotes mundiais e catalisado pelas multinacionais que operam aqui.
Desde 1996 tenho trabalhado com TI na área de Comex e sei a diferença que minutos fazem quando o caminhão está esperando um documento ou quando um navio está para partir. Lembro-me claramente de um projeto que participei em 2005 que usava interfaces, onde o Cliente infelizmente não estava preparado, e talvez não tivesse nem sido informado, sobre como operar a troca de dados técnica entre sistemas e várias vezes os compromissos de embarque eram perdidos.
Profissionalmente tenho a sensação de estar sempre de mãos atadas quando me lembro desses cases onde eu via os responsáveis desesperados aguardando o processamento de uma interface para poderem embarcar.
Sabemos que as decisões sobre troca de sistemas envolvem muitas variantes e que o resultado final faz com que esses mesmos responsáveis, que não são técnicos, absorvam essa tecnologia antiga em prol do “fazer acontecer”. Como dizem por aí, brasileiro não desiste nunca e se adapta rapidamente às mudanças externas.
Enfim, exportadores que optaram por sistemas com interfaces, com troca de dados, ainda têm a oportunidade de rever seus planos de investimentos e trocar seus aplicativos por outros nativos ou, ainda, aguardar o retorno do investimento e realizar um novo, com um sistema online.
Perto de toda a dificuldade de exportar, contratar um colaborador em regime CLT para operar uma complexa interface de dados não parece ser o principal desafio. Porém, além disso, existem as dificuldades de manter cadastros equalizados em duas bases de dados distintas, de fazer recursos da área de negócios absorverem demandas técnicas sem necessidade, de códigos de cadastro internos que não batem entre o SAP e o sistema legado de comércio exterior, entre outros pontos.
E mesmo com os sistemas já nativos no ambiente SAP, os exportadores continuam com problemas de buracos nas estradas, de falta de ferrovias, dificuldades de atraque dos navios ou superlotação dos aeroportos brasileiros, infelizmente comuns a todos os exportadores brasileiros.

MDIC apresenta ferramentas de apoio à exportação para prefeitos

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) está apresentando as principais ferramentas de apoio público e governamental às exportações brasileiras, durante o Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas, que acontece em Brasília, nos próximos dias 28 a 30 de janeiro. Os prefeitos que desejarem conhecer as ações podem visitar o estande do MDIC no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

A Secex dará conhecimento, por exemplo, sobre o programa Redeagentes que capacita estudantes para se tornarem agentes que orientarão, gratuitamente, empresários de pequeno e médio porte sobre como exportar. Os agentes são voluntários e, desde 2000, já foram realizados mais de 800 cursos e treinamentos, com capacitação de mais de 22 mil pessoas em todos os estados brasileiros.

O MDIC dispõe ainda de uma série de serviços estatísticos que permitem aos empresários e gestores públicos se informarem sobre a realidade e os processos relacionados ao comércio exterior. Nas estatísticas da Secex, os interessados podem conferir os dados da balança comercial do país, dos estados e dos municípios, atualizados mensalmente, além dos recortes setoriais por cooperativas e trading companies. Os dados municipais trazem informações sobre os produtos exportados e importados, e os mercados de destino e origem de cada município que tenha realizado operações de comércio exterior.

 

A série Aprendendo a Exportar é uma coleção multimídia orientada para o aprendizado das operações de exportação, que inclui central de atendimento, simulador do preço de exportação e o fluxo lógico e operacional do processo de vendas aos mercados exteriores. Atualmente, já foram desenvolvidas edições da série para confecções, móveis, calçados, artesanato, alimentos, flores e plantas ornamentais, máquinas e equipamentos, gemas, joias e afins, e pescado.

No serviço Comex-Responde, os usuários podem tirar dúvidas diversas sobre exportações e importações. Trata-se de um canal de contato direto e descomplicado pela internet, que já recebeu mais de 31 mil consultas. No AliceWeb, é possível realizar pesquisas detalhadas sobre o fluxo comercial dos produtos de toda a pauta de exportação e importação brasileira.

O Radar Comercial apresenta estudos em que os interessados podem obter informações como preço médio de um produto, potencial importador de um determinado mercado, performance da exportação brasileira, principais mercados concorrentes e medidas tarifárias e não tarifárias aplicadas no mundo inteiro.

Na Vitrine do Exportador, os empresários podem desenvolver páginas personalizadas para promover os seus produtos, com a possibilidade de inclusão de vídeos, fotos e aplicativos de geolocalização, além de dados comerciais diversos, como descrição da empresa e seus produtos e mercados. Existe ainda uma área para formulário de propostas de negócios de importadores estrangeiros.

Um dos instrumentos que serão apresentados, no evento, é ainda o Sistema de Registro de Informações de Promoção (Sisprom), que auxilia no processo de internacionalização das empresas, com redução à zero do imposto de renda sobre remessas ao exterior para pagamento de despesas com promoção de produtos, serviços e destinos turísticos. O objetivo principal do Sisprom é estimular a participação de empresas na prospecção de novos mercados, tendo como consequência alavancar as exportações.

Mais informações:www.mdic.gov.br

Guerra na Logistique 2012

Empresa exibe semirreboques graneleiro e furgão

A Guerra S.A. Implementos Rodoviários marca presença na Feira Internacional de Logística, Transporte e Comércio Exterior – LOGISTIQUE 2012. O evento acontece de 23 a 26 de outubro em Chapecó (SC) e a Guerra apresenta dois campeões de vendas de seu portfólio de produtos: o semirreboque graneleiro e o semirreboque furgão. Ambos os produtos contam com a qualidade Guerra, aliando a renomada força e robustez com inovações tecnológicas e design exclusivo.
Localizado no maior parque agroindustrial da América Latina, a Logistique é responsável por movimentar mais de R$ 120 milhões em negócios e reunir um público qualificado de mais de 15 mil visitantes. Cabe destacar a parceria da Guerra com a Seraglio, de Xanxerê (SC), o exclusivo distribuidor da empresa na região. Destaque no mercado pela robustez e versatilidade de sua linha, a Guerra conta com equipe especializada de vendas fornecendo completa orientação sobre equipamentos, desde especificações técnicas, prazo de entrega e opções de pagamentos.
Sobre a Guerra
A Guerra S.A. Implementos Rodoviários é uma das maiores fabricantes de implementos rodoviários da América Latina, exportando produtos para 16 países. É a primeira empresa do ramo a ser administrada por um fundo de investimentos e a implementar uma gestão profissionalizada e corporativa.
Conta com 39 distribuidores nomeados em todas as regiões do Brasil, além de pontos de assistência técnica e venda de peças de reposição, representando uma das melhores coberturas de vendas e pós-vendas entre as fabricantes de implementos rodoviários.
A linha de produtos Guerra inclui furgões, tanques, baús lonados, graneleiros, carga seca, florestal, canavieiros, porta-contêineres e basculantes, nos modelos semirreboques, bitrens e rodotrens. Sediada em Caxias do Sul/RS, a Guerra conta com estrutura composta por quatro Unidades, três industriais, sendo duas em Caxias do Sul e uma Farroupilha e uma de negócios, localizada em Guarulhos/SP.
Mais informações: http://www.guerra.com.br
fonte: Portal Nacional de Seguros

Grupo Libra marca presença na ENAEX 2012

São Paulo, 28 de setembro de 2012 – O Grupo Libra participa pela primeira vez do Encontro Nacional de Comércio Exterior, o ENAEX 2012, evento do setor que promove palestras sobre comércio internacional, com autoridades do governo, líderes empresariais, e especialistas brasileiros e estrangeiros. Pedro Orsini, diretor geral da Libra Aeroportos, participará da mesa redonda “Encontro com os representantes de exportadores e importadores indicados pela AEB nos Conselhos da Autoridade Portuária – CAPs”. A 31ª edição do ENAEX ocorre esta semana, nos dias 27 e 28 de setembro, no Píer Mauá – Armazém 2, Porto do Rio de Janeiro, RJ.

Recentemente, o Grupo Libra anunciou que reforçará a integração entre suas diferentes áreas de negócios a partir de 2013. Com foco no Rio de Janeiro, pretende oferecer soluções de logística integrada que impactarão diretamente as empresas do setor de petróleo e gás que exportam e importam bens e equipamentos.

A primeira fase de expansão do terminal de contêineres da empresa no Rio estará concluída no primeiro trimestre de 2014. Nessa etapa, serão investidos R$ 220 milhões, distribuídos em R$ 170 milhões em obras civis, e R$ 50 milhões em equipamentos. Parte dos recursos será destinada à ampliação do terminal em até 40 mil metros quadrados, e à expansão da área do cais, de 545 metros para 665 metros de extensão. Na fase dois, está previsto mais 135 metros de cais e, por fim, uma nova área para armazenar contêineres com 55 mil metros quadrados será implantada. Nas fases dois e três, os investimentos devem chegar a R$ 340 milhões.

A estratégia de crescimento do Grupo Libra possui três diretrizes básicas, sendo uma delas a expansão dos terminais do Rio e Santos, e dos portos secos. Em Santos, a Libra investirá R$ 550,00 milhões para expandir o terminal de contêineres da empresa. Outro viés são as licitações de terminais portuários de contêineres, de novos portos secos e de aeroportos. Por fim, as fusões e aquisições também serão consideradas.

O resultado do plano será a duplicação da capacidade de movimentação do terminal da Libra no Rio, saltando dos atuais 315 mil TEUs (contêiner equivalente a 20 pés) para 630 mil TEUs, em 2014. Na fase final, que deve estar pronta em 2023, a movimentação deve atingir 948 mil TEUs por ano.

Grupo Libra-Um dos maiores players brasileiros em operação portuária e logística de comércio exterior e primeiro operador privado de contêineres no País, o Grupo Libra é um diversificado conglomerado empresarial com quase 70 anos de experiência e dividido em quatro unidades de negócios – Libra Terminais, Libra Logística, Libra Aeroportos e Libra Participações.

A Libra Terminais, uma das líderes de mercado de operação portuária, reúne as operações portuárias de importação e exportação de contêineres na Libra Terminais Santos e na Libra Terminais Rio. É responsável pela expansão e diversificação das atividades nos Terminais de Santos e Rio e pela construção de um novo terminal portuário em Imbituba (SC).

Já a Libra Logística dispõe de infraestrutura com centro de distribuição para o mercado interno e gerenciamento de transporte rodoviário e ferroviário e oferece soluções integradas para operações de armazenagem, movimentação, transporte, unitização e desunitização de contêineres para exportação e importação. É composta por unidades operacionais estrategicamente localizadas junto às principais rodovias e ferrovias da região sudeste, como a Libra Logística Campinas (porto seco), o Redex Libra Logística Cubatão (especializado em cargas frigorificadas) e o Redex multimodal rodo-ferroviário Libra Logística Valongo, em Santos, com capacidade, principalmente, para operar cargas especiais e de projetos.

A Libra Aeroportos é a mais nova unidade de negócios da companhia, oferecendo ao cliente da Libra uma malha intermodal completa e integrada aos demais negócios da companhia. O Grupo possui 60% das ações da Costa do Sol Operadora Aeroportuária, responsável pela operação do Aeroporto Internacional de Cabo Frio, que detém 33% das ações do Aeroporto de Angra dos Reis – ambos com grande importância para o desenvolvimento do turismo fluminense. O Aeroporto Internacional de Cabo Frio conta ainda com estrutura e capacidade para operar armazenagem alfandegada e geral de carga aérea ou marítima, além de funcionar como um importante apoio às plataformas offshore. A Libra Participações engloba negócios sob controle do Grupo Libra ou em associação com outras empresas, sendo o principal deles a Companhia de Navegação da Amazônia (CNA).

.[ ENAEX 2012 – Propostas para um comércio exterior sustentável, dias 27 e 28 – setembro – 2012,no Píer Mauá, Armazém 2, Porto do Rio de Janeiro – RJ].

Página Inicial

VERATIS fecha acordo para incorporação da ANKARI e cria unidade de SAP-COMEX

A Veratis, empresa especializada em Soluções e Serviços de Tecnologia da Informação, reforça sua atuação na plataforma SAP com o anúncio da incorporação das operações da Ankari, empresa especializada em soluções de Comércio Exterior.

A partir desta integração, a Veratis passa a ter uma unidade de negócios especializada em Comex com clientes importantes e de grande expressão no mercado SAP. Esta é a sexta incorporação em dois anos de atuação da Veratis no mercado.
“…Temos uma constante busca por empresas especialistas que possam complementar as nossas ofertas de soluções, produtos e serviços. Temos como meta o fortalecimento da Veratis no mercado SAP e a Ankari se mostrou ser uma empresa séria, com atuação em um segmento importante e de grande crescimento neste mercado. A partir de agora, podemos oferecer mais uma solução para a nossa base de clientes SAP.”, ressalta o diretor executivo da Veratis, Eduardo Macito.
Assim como ocorreu com as demais incorporações efetuadas, o processo de integração já foi iniciado e os atuais sócios da Ankari passam a compor o quadro diretivo da Veratis atuando com autonomia à frente da nova unidade de negócios.
“… Nossa solução se encaixou perfeitamente ao modelo de negócios e de atuação da Veratis no mercado. Com essa integração, buscamos um crescimento bem acima do que estávamos realizando, pois novas possibilidades de negócio em clientes que não tínhamos como publico-alvo tendem a aumentar consideravelmente. …”, destaca o atual diretor da Unidade de SAP-Comex da Veratis, Roberto Rinaldi.
Sobre a Veratis
A Veratis, sediada em São Paulo, é uma empresa de origem brasileira que atua no mercado de Soluções e Serviços de Tecnologia da Informação em múltiplas plataformas tecnológicas.
O objetivo é ser uma empresa referência em soluções e serviços tecnológicos, reconhecida por sua excelência operacional e qualidade na prestação de serviços, destacando-se por pessoas e equipes comprometidas com a satisfação dos clientes.
Sobre a Ankari
A Ankari Consultoria em TI foi criada para desenvolver uma solução de comércio exterior na plataforma do ERP SAP. Contando com o conhecimento de profissionais que atuam no mercado de comércio exterior há mais de 30 anos, o sistema foi desenvolvido para atender a necessidade de grandes importadores e exportadores.
FONTE:Portal Nacional de Seguros