DESTAQUE: Panorama do Comércio Exterior Brasileiro Janeiro-Dezembro 2011.

Em 2011, o comércio exterior brasileiro registrou corrente de comércio recorde de US$ 482,3 bilhões, com ampliação de 25,7% sobre 2010, quando atingiu US$ 383,7 bilhões.

As exportações encerraram o período com valor de US$ 256,0 bilhões e as importações de US$ 226,2 bilhões, resultados igualmente recordes. Em relação a 2010, as exportações apresentaram crescimento de 26,8% e as importações de 24,5%. Estes crescimentos significativos indicam a solidez da progressiva inserção brasileira no comércio internacional.

O saldo comercial atingiu US$ 29,8 bilhões em 2011, significando ampliação de 47,9% sobre o consignado no ano anterior, de US$ 20,1 bilhões, motivado por um maior aumento das exportações em relação às importações.

Na comparação com 2010, as vendas de produtos básicos cresceram 36,1%, e os semimanufaturados e os manufaturados se ampliaram em, respectivamente, 27,7% e 16,0%.

O grupo de produtos industrializados respondeu por metade do total exportado pelo Brasil no ano de 2011.

Do lado da importação, as compras de matérias-primas e intermediários representaram 45,1% da pauta total, e as de bens de capital, 21,2%, demonstrando que a pauta brasileira de importação é fortemente vinculada a bens direcionados à atividade produtiva. As importações de bens de consumo representaram 17,7% e as de combustíveis e lubrificantes, 16,0%. Sobre 2010, a categoria de combustíveis e lubrificantes foi a que registrou maior crescimento, de 42,8%, seguida de bens de consumo (+27,5%), matérias-primas e intermediários (+21,6%) e bens de capital (+16,8%).

Por mercados de destino, destacam-se as vendas para a Ásia. As vendas aumentaram 36,3%, garantindo à região a primeira posição de mercado comprador de produtos brasileiros em 2011, superando América Latina e Caribe e a União Europeia, que também registraram aumento expressivo de, respectivamente, 19,1% e 22,7%.

A tal “morte” da indústria proclamada por vários economistas é apenas um blefe.
A indústria responde por apenas 14% das nossas…. balela!
Vamos supor que tenhamos uma casa com 03 árvores: uma mangueira, uma macieira e uma bananeira.
Cada uma delas produziu 10 frutos por ano, durante anos.
Mas assim, de repente, a bananeira passou a produzir 20 frutos por ano.
A macieira passou para 12 frutos e a mangueira, para 13.
A relação do “PIB” mudou, a bananeira passou a ter peso maior, dizem que foi por causa da La Nina. Incrível!!!
Mas daí inferirmos que, por causa da maior participação das bananas no PIB,  a macieira ou a mangueira tenham caído de produção é outra história.
Foi algo sazonal, a El Nina não é permanente.
Mas nem por isso vamos rejeitar nossas 20 bananas, foi SORTE nossa.
A indústria de calçados não exporta muito com o clima atual. Mas vende bastante no mercado interno, como nunca vendeu.
Assim como a indústria do aço e seus preços descolados dos padrões internacionais.
Ou automobilística, que JAMAIS vendeu tanto!!!!.
A gritaria é de gente que quer vender muito lá fora e aqui também, como se fosse possível. E diz que a indústria vai…. morrer.
A ganância é uma coisa feia….. mas muito comum.
As exportações brasileiras (maçã e manga) cresceram, mas as exportações de bananas cresceram ainda mais.
Sorte a nossa, não é?
Ou.. não????

 

FONTE: 

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