Portos de Paranaguá e Antonina fecham 2011 com superávit de R$ 12 milhões

Redução de custou e aumento da receita foram os motivos para o bom desempenho

Redação Bem Paraná com AEN

Com aumento da receita e diminuição das despesas, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) encerrou 2011 com superávit de R$ 12 milhões. Em 2010, a Appa teve um déficit de 11% em relação à receita gerada pelas operações.

As 41 milhões de toneladas movimentadas pelos portos paranaenses em 2011 geraram uma receita 16% maior que a registrada em 2010. O custo por tonelada movimentada também apresentou desempenho positivo, ficando em R$ 3,34 contra R$ 3,83 em 2010, uma redução de 15% do custo por tonelada.

Para o ano que se afeiçoa, a expectativa é que R$ 1 bilhão seja investido os portos (somando investimentos próprios, do governo federal e da iniciativa privada), custeando obras como dragagens, construção de armazéns graneleiros, ampliação do cais acostável e sistemas de segurança e controle portuários.

Anúncios

Governo prevê menor importação de petróleo

Agência Estado

A secretária de comércio  exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Prazeres, estimou hoje que, com mais investimentos em refinarias, o Brasil deve importar cada vez menos produtos da “conta petróleo”. Essa conta inclui petróleo bruto, refinado e derivados, entre outros itens. “No conjunto, somos superavitários, mas temos também que importar, o que é natural”, disse durante o programa “Brasil em Pauta”, da TV NBR.

 

A secretária salientou que o País é um grande participante do mercado de produtos básicos no comércio internacional. “De fato, o Brasil é muito competitivo no agronegócio, no setor mineral, mas é competitivo também porque investiu muito em tecnologia”, argumentou. “É importante lembrar que o Brasil também vende manufaturados”, continuou.

 

Segundo Tatiana, o segmento de material de transporte foi um dos que mais ganharam espaço na pauta exportadora do ano passado. Ela citou que um produto que chamou a atenção em função das vendas foi o de máquinas e equipamentos de terraplanagem. “Temos também destaque para material de transporte, como aviões, automóveis, autopeças, tratores, máquinas e equipamentos, etc.”, citou.

 

Corrente de comércio

 

A secretária destacou também a importância da diversificação dos destinos brasileiros de exportação. “Hoje, o Brasil vende para diferentes regiões do mundo. O Brasil passou a vender mais para a África, a Ásia e a América do Sul. A diversificação é positiva, pois vivemos momento delicado do cenário internacional, um momento de crise”, comentou.

 

Segundo ela, é importante que o exportador brasileiro busque mais mercados, que sejam mais dinâmicos e que cresçam mais que a média internacional. “Esforço de diversificação dos últimos anos contribui para a economia e para as empresas brasileiras.”