Ouro fecha em queda com demanda por dólar em alta

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São Francisco – Os contratos futuros de ouro fecharam em queda nesta quinta-feira na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), com os investidores preferindo o dólar ao metal precioso depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter cortado sua taxa básica de juro.

Muitos investidores recorrem ao ouro para se proteger de potenciais efeitos de inflação resultantes de ações como a adotada nesta terça-feira pelo BCE. O corte no juro, no entanto, não foi uma surpresa e os investidores passaram a vender ouro e comprar dólar.

Com isso, o ouro para entrega em agosto, que nas últimas sessões vinha subindo com a expectativa de uma ação por parte do BCE, recuou US$ 12,40 (0,76%) na Comex, fechando em US$ 1.609,40 por onça-troy. As informações são da Dow Jones.

Ouro fecha em alta pela quarta sessão consecutiva

Por Renan Carreira

Nova York – Os contratos futuros de ouro fecharam em alta nesta quarta-feira, pela quarta sessão consecutiva, impulsionados por dados econômicos negativos dos Estados Undios e com traders avaliando as perspectivas de uma terceira rodada de relaxamento quantitativo (Q3, na sigla em inglês) pelo Federal Reserve e outros bancos centrais.

O ouro para entrega em agosto fechou em alta de US$ 5,60 (0,4%), para US$ 1.619,40 por onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). O metal acumula alta de 2% nas últimas quatro sessões.

Nos EUA, as vendas no varejo caíram 0,2% em maio ante abril. Além disso, o dado de abril foi revisado para queda de 0,2%, da leitura inicial de ganho de 0,1%. É a primeira vez em quase dois anos que as vendas no varejo caem por dois meses consecutivos. Já os estoques das empresas dos EUA subiram 0,4% em abril, na comparação com março. A média das estimativas dos analistas era de aumento de 0,3%.

Com isso, cresce a expectativa do mercado de que o Fed possa adotar mais uma rodada de relaxamento quantitativo, o que causaria uma desvalorização do dólar, levando os investidores a procurar proteção no ouro. As informações são da Dow Jones.

fonte: Agência Estado – Uma empresa do Grupo Estado

Menor demanda por carga ajuda a diminuir lucro da LAN

Agência Estado

A companhia aérea chilena LAN Airlines disse nesta segunda-feira que seu lucro líquido caiu 22% no primeiro trimestre, para US$ 76 milhões, em relação a igual período do ano passado, devido, em parte, à demanda menor do Brasil por transportes de cargas, afirmou o executivo-chefe da empresa, Alejandro De la Fuente. A receita com transporte cargas cresceu somente 6%, para US$ 368 milhões. A queda do lucro líquido da LAN no primeiro trimestre também foi resultado de um aumento de 15% dos preços dos combustíveis e custos relacionados à integração de suas operações colombianas, afirmou a empresa em comunicado. A LAN começará a operar com a brasileira TAM como uma empresa única em 15 de junho, cerca de dois anos após as companhias anunciarem os planos de fusão em agosto de 2010. Após a fusão, a LAN registrará um custo extraordinário de entre US$ 150 milhões a US$ 200 milhões. A companhia espera começar a alcançar economias anuais de entre US$ 600 milhões e US$ 700 milhões em 2016, com economias de entre US$ 170 milhões e US$ 200 milhões sendo reportadas um ano após a fusão. Segundo De la Fuente, os negócios de transporte de cargas não cresceram no ano passado porque as economias do Brasil e de outros países da América Latina estão desacelerando. “A redução do transporte de cargas começou no segundo semestre de 2011 e continuou no primeiro trimestre”, afirmou o executivo. A companhia planeja aumentar suas operações europeias, entre outras medidas, para aumentar o negócio de transporte de carga, que representou 25% da receita da companhia da LAN no primeiro trimestre. As informações são da Dow Jones.

Após superávit, China deve elevar importações

Agência Estado

A China deverá implementar medidas para aumentar as importações após o país registrar  um superávit comercial de US$ 5,35 bilhões em março, disse Wei Yao, economista para a China da Société Générale. “Olhando para os números de importação fracos, (a China) provavelmente pode implementar algumas medidas para promover importações, tal como o corte em tarifas de importação, ou o incentivo a algumas importações de alta tecnologia”, afirmou a especialista.

Em geral, os dados de comércio divulgado são “muito preocupantes”, porque confirmam um certo grau de desaceleração interna e refletem uma correção em curso no mercado imobiliário chinês, ponderou Wei Yao. Em termos de política monetária, os dados “devem empurrar as autoridades para um afrouxamento ainda maior” com prováveis cortes, em abril, nas taxas de reservas exigidas para os bancos, disse.

O crescimento das importações mais fraco do que o esperado derrubou os mercados chineses. O índice Shanghai Composite da Bolsa de Xangai caiu 0,92% no meio do sessão, aos 2.264,74 pontos. “O declínio acentuado das importações da China sugeriu enfraquecimento da demanda interna, levantando preocupações sobre a economialocal”, explicou Zhou Xu, um analista da Nanjing Securities. As informações são da Dow Jones.