Apoio para que micro e pequenas empresas exportem deve ser ampliado

O Governo do Estado e a FAE Centro Universitário estudam a ampliar o atendimento aos micro e pequenos empresários no projeto Primeira Exportação. O programa assegura consultoria técnica gratuita aos interessados em entrar no mercado externo. A assistência feita por alunos do curso de Negócios Internacionais – em um núcleo na Secretaria de Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul – pode agregar o auxílio de acadêmicos de Direito, Marketing, Comunicação e Design.

A ampliação do programa foi discutida em reunião entre o reitor da FAE, frei Nelson José Hillesheim, e o diretor-geral da Secretaria de Indústria e Comércio, Horácio Monteschio, nesta terça-feira (17).

Segundo Monteschio, a realidade no dia a dia das empresas mostra que os empreendedores necessitam de um suporte um pouco maior para ter sucesso no mercado externo. “Há muitas demandas e acredito que a parceria com a FAE, que já vem sendo muito boa, pode ser estendida com ótimos reflexos para a economia do Paraná”, afirmou.

Monteschio e a coordenadora de Assuntos Internacionais, Aline Albano, entregaram ao frei Nelson o balanço da primeira fase do Primeira Exportação, quando foram atendidas 10 empresas de Curitiba e Região Metropolitana. “Estamos iniciando o segundo ciclo e devemos atender 25 empresas”, acrescentou o diretor-geral.

O Frei Nelson elogiou o projeto e a parceria e sugeriu um amplo diagnóstico das necessidades das empresas para ampliar a assistência às micro e pequenas empresas. “É uma ação que faz a diferença na vida dos empresários e assegura o crescimento pessoal e profissional aos alunos. Eles levam a teoria da sala de aula para as empresas e trazem essa experiência profissional para a sala de aula”, disse.

Também participaram da reunião o pró-reitor acadêmico da FAE, professor André Luiz Resende, o coordenador do curso de Negócios Internacionais, Joaquim Brasileiro, a professora da pró-reitoria acadêmica, Adriana Pellizari, e o técnico da secretaria Homero Pereira.

PRIMEIRA EXPORTAÇÃO – Para dar o suporte às empresas, a Secretaria de Indústria, Comércio e Assuntos do Mercoaul criou um núcleo de consulta técnica, em parceria com a FAE Centro Universitário. Alunos da instituição elaboram o diagnóstico da empresa e verificam seu potencial exportador.

O levantamento passa pelo diagnóstico, pesquisa de mercado, adequação do produto, prospecção comercial e operacionalização da exportação. Na primeira etapa do projeto foram atendidas 10 empresas de Curitiba e região. O segundo ciclo vai beneficiar mais 25 empresas. O trabalho dura em torno de 18 meses e é coordenado pelo professor Joaquim Brasileiro, especialista em Comércio Exterior.

“Temos que criar a cultura exportadora nos micro e pequenos empresários paranaenses. O programa Primeira Exportação utiliza estratégias, programas e sistemas para inserir essas empresas no cenário internacional”, afirma Brasileiro.

O professor cita que, além das vantagens financeiras, o empresário que exporta quebra a dependência do mercado nacional. “As vantagens são inúmeras e nós vamos levar até eles as ferramentas para que isso ocorra”, conclui.

fonte: Agência de noticias do parana

Maratona Intermodal incentiva uso de transportes sustentáveis na capital

Evento ocorre no domingo entre 10h e 18h, no Trapiche da Beira-Mar.
Participantes devem utilizar três diferentes modos de transporte.

Do G1 SC

 

No próximo domingo (23) ocorre em Florianópolis a 2º Maratona Intermodal, evento que incentiva a utilização de transportes sustentáveis. A maratona vai ocorrer entre 10h e 18h, no Trapiche da Avenida Beira-Mar.

De acordo com os organizadores, os participantes devem utilizar a criatividade para ir de suas casas até o Trapiche utilizando pelo menos três diferentes modos de transporte sustentáveis. Quem quer participar deve filmar ou fotografar o percurso e entregar o material aos jurados até às 16h. Os vencedores vão ganhar uma premiação surpresa.

O evento faz parte da programação especial da Semana Nacional do Trânsito em Florianópolis e do projeto Ritmos das Cidades, que também incluirá debates sobre Infraestrutura, Transporte, Mobilidade e Segurança no Trânsito. As inscrições devem ser feitas através dosite da 2º Maratona Intermodal.

MDIC corre para divulgar edital com 105 oportunidades

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) corre contra o tempo, dispondo de pouco mais de um mês para o vencimento do prazo imposto pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) para a abertura do concurso que visa o preenchimento de 105 vagas em seus quadros, para ajustar os parâmetros que nortearão a seleção.

O edital de abertura tem que ser publicado até o dia 24 de outubro, por força da portaria autorizativa assinada pela ministra do Planejamento Miriam Belchior. Até o momento, poucos avanços significativos foram feitos pelo MDIC que, no entanto, pretende anunciar a empresa organizadora da seleção até o fim deste mês. Não foram repassados detalhes do processo que elegerá a responsável por conduzir o certame, o terceiro para ingresso no ministério em um espaço de quatro anos. As últimas seleções foram organizadas pela Funrio e Esaf.

Ofertas
As oportunidades contemplarão os níveis médio e superior.  As vagas serão para os cargos de analista técnico-administrativo (75), função que exige formação superior, e agente administrativo (30), posto que admite candidatos com o ensino médio completo.

Os vencimentos, de acordo com a mais recente atualização da Tabela de Remuneração dos Servidores Públicos Federais, são de R$ 3.980,62 para o primeiro cargo, e de R$ 2.570,02 para o segundo.

Ainda não há nenhuma indicação oficial do destino dessas vagas, porém, a maior probabilidade é de que sejam todas para Brasília, sede do órgão.

Sobre o ministério
Criado durante o governo Juscelino Kubitschek, extinto no governo Collor e recriado no governo Itamar Franco, o MDIC tem entre suas principais atribuições o desenvolvimento de políticas para os setores da indústria, do comércio e dos serviços, propriedade intelectual e transferência de tecnologia e políticas de comércio exterior.

Fonte: JC Concursos

Antaq propõe norma sobre portos de uso privado

BRASÍLIA  –  A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) divulgou nesta sexta-feira a minuta da norma que vai reger os processos de autorização para construção, ampliação e exploração de terminais portuários de uso privado (TUP), instalações portuárias públicas de pequeno porte (IP4, localizadas fora de portos organizados), instalações portuárias de turismo (IPTur) e estações de transbordo de carga (ETC). A proposta, publicada no Diário Oficial da União, prevê abertura de processo seletivo somente em caso de existência de mais de um interessado com projeto semelhante na mesma área geográfica.

O texto diz que a autorização poderá ser requerida à agência reguladora por empresas com sede e administração no país. Uma vez recebido o requerimento, a Antaq terá cinco dias para publicá-lo e dez dias para divulgar instrumento convocatório a fim de identificar a existência de outros interessados em instalar terminal com características semelhantes na mesma região geográfica .

A chamada ou anúncio público para recebimento de manifestações sobre outros projetos ficará aberta por 30 dias. O instrumento convocatório poderá exigir garantias de proposta e garantias de execução de contrato na forma da lei de licitações, como caução em dinheiro, fiança bancária, títulos públicos e seguro-garantia. As garantias deverão ser prestadas inclusive pela empresa que provocou a Antaq a fazer a chamada pública.

A Antaq não precisará abrir processo seletivo público se não surgirem outros interessados depois de encerrada a chamada pública para saber se eles existem ou não,  na hipótese de a única proposta existente ser considerada adequada.  Havendo adequação, mesmo surgindo mais de um interessado, a Antaq não será obrigada a abrir disputa se “houver viabilidade locacional de implantação concomitante de todas as instalações portuárias solicitadas”, diz ainda a proposta.

Havendo mais de um interessado e não sendo viável a implantação concomitante, a agência reguladora lançará, então, o edital do processo seletivo.

O critério de escolha poderá ser a maior capacidade de movimentação, a menor tarifa, o menor tempo de movimentação de carga ou ainda uma combinação desses.

As autorizações serão concedidas, em princípio, para exploração dos terminais por até 25 anos. Mas o prazo será “prorrogável por períodos sucessivos”, desde que  a atividade portuária seja mantida e a empresa autorizatária “promova investimentos necessários para expansão e a modernização das instalações”. Não configurará descontinuidade, segundo a proposta, alteração do perfil de cargas movimentadas.

(Mônica Izaguirre | Valor)