Comércio sofre menos com a paralisação do Teca 3, diz CDL

O setor supermercadista pode se ressentir com o possível desabastecimento de produtos hortifruti, caso a greve dos aeroportuários, que parou o Terminal de Cargas Aéreas (Teca 3) desde as primeira horas de ontem (31), se mantenha por mais de uma semana. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (1º) pela Câmara dos Dirigentes Lojistas de Manaus (CDL-Manaus).
De acordo com a entidade, 90% do segmento de alimentação e de frutas/hortaliças chegam a Manaus via modal aéreo. Ainda conforme os dados divulgados pela CDL-Manaus, 45% dos produtos que passam pelo Teca 3 são destinados à indústria, 30% para o comércio e o restante pulverizado entre o setor de serviços e as transportadoras em geral.
“Qualquer produto que fica parado é ruim para o comércio que deverá sofrer impactos mais imediatistas e bem menores que a indústria, por exemplo, já que apenas 10% dos produtos, a maioria eletroeletrônicos e confecções, destinada ao dia dos pais está no terminal aéreo. As empresas do setor anteciparam os pedidos que chegaram a Manaus na segunda quinzena de julho”, explicou o presidente da CDL-Manaus, Ralph Assayag.