Portonave é finalista em dois prêmios internacionais

A Portonave Terminais Portuários de Navegantes está entre os finalistas das premiações internacionais Lloyds List Global Awards 2013 e Containerisation International Awards 2013, ambos na categoria operador portuário. As publicações são independentes e esta é a terceira vez que a Portonave é indicada.

O Lloyds List Global Awards 2013 é promovido pelo jornal inglês Lloyds List, especializado no comércio marítimo global. A categoria na qual a Portonave é finalista pretende reconhecer a empresa com melhor eficiência operacional aliada à preocupação com o desenvolvimento sustentável. Já na premiação Containerisation International Awards 2013, a Portonave foi listada entre os três melhores operadores portuários do mundo. O resultado será divulgado em Londres, no dia 24 de outubro. O prêmio internacional é promovido pela revista britânica Containerisation International, especializada em transporte marítimo mundial e no mercado de cargas conteinerizadas.

 

FONTE: ECONOMIA SC

ZPE: atuação com maior agilidade

O maior contato com órgãos como a Receita Federal é uma das ideias para aprimorar o funcionamento da ZPE

O estreitamento na relação entre os parceiros – públicos e privados – e a maior rapidez no processo de captação de investimentos estão entre as prioridades do novo presidente da Zona de Processamento de Exportação do Pecém (ZPE Ceará), César Ribeiro, cuja posse será oficializada hoje. Natural de São Paulo, o gestor mora há 15 anos em Fortaleza, onde, antes de assumir o cargo, trabalhava como superintendente regional, no Norte e no Nordeste, do Banco Fibra.

O presidente da Zona de Processamento de Exportação do Pecém frisa que a atuação se dará em conjunto com o Conselho de Desenvolvimento Econômico do Ceará e Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado Foto: Kleber A. Gonçalves

“Além de trazer novos investimentos, o que a gente vai buscar é uma maior eficiência dos processos, já que hoje há alguns deles que precisam ser corrigidos, e, principalmente, vamos tentar otimizar a relação com os parceiros, sejam clientes, seja Receita (Federal), seja Ceará Portos ou todos os parceiros direta ou indiretamente ligados à ZPE”, afirma Ribeiro.

Uma das implicações dessa aproximação, exemplifica, é o aprimoramento do processo de chegada e desembaraço de materiais na ZPE, através de uma maior articulação com a Receita.

Ele acrescenta que, além de buscar parcerias com investidores de outros segmentos, a ZPE também buscará intensificar o contato com a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) – única empresa efetivamente em instalação no local – para ampliar a atração de empreendimentos que também estejam inseridos na cadeia produtiva da qual a usina faz parte.

Integração

O novo presidente destaca ainda que a atuação da ZPE Ceará se dará de forma integrada ao Conselho de Desenvolvimento Econômico do Ceará (Cede) e à Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado (Adece). “Enquanto eu tiver a possibilidade de usar a estrutura da Adece para captação e a Adece também usar a ZPE como agente fomentadora, vai ser o ideal”, salienta.

Em relação a setores que a ZPE poderá priorizar no processo de atração, Ribeiro diz preferir “não excluir nenhum segmento da indústria” interessado em se instalar no local.

César Ribeiro tem 39 anos e é graduado em Administração, além de ter pós-graduação e MBA nas áreas de Gestão Empresarial e de Negócios. Antes de chegar à ZPE, conta, já dialogava diretamente com companhias de grande porte. “Os grandes clientes do banco eram exatamente grandes empresas nacionais e multinacionais que hoje a ZPE busca atrair”, relata.

Brasil reduz tarifa de importação de seis produtos

Imposto de Importação de soro de leite, alguns poliésteres, tubos de aço, folhas, chapas e tiras de alumínio caiu para 2%. Para a maioria deles, a redução vale por um ano. Há limite de compras.

Da Redação

São Paulo – A Câmara de Comércio Exterior (Camex) reduziu temporariamente o Imposto de Importação de seis produtos em função de desabastecimento. As tarifas, todas de 14% para cima, caíram para 2% para a compra internacional de soro de leite, alguns poliésteres, dois tipos de tubos soldados em aço, folhas, chapas e tiras de alumínio. A redução tem validade de um ano, exceto para os poliésteres, cuja queda vai até 17 de janeiro de 2014.

Para o soro de leite, que tinha tarifa de 28% para importação, a taxa reduzida vale para um limite de duas mil toneladas. Ele é um subproduto da desidratação de soro vindo da fabricação de queijos e é utilizado para fabricação de fórmulas infantis próprias para lactantes de até um ano de idade como complemento ao aleitamento materno.

A quantidade de poliésteres comprados com imposto menor será de 40,4 mil toneladas. O produto tinha tarifa de 18%. Ele é um fio parcialmente orientado (POY), usado como matéria-prima para a fabricação de filamento de poliéster. No caso dos tubos soldados de aço, um dos tipos tem quota para importação de até cinco mil toneladas e outro de oito mil toneladas.

As folhas e tiras de alumínio, de espessura não superior a 0,2 milímetros, tinham tarifa de 20% e a permissão para comprar com taxa menor é de 563 toneladas. As chapas e tiras de alumínio com espessura superior a 0,2 milímetros, também terão limite de importação de 563 toneladas com imposto reduzido. Os produtos são utilizados para produção de componentes de condensadores e radiadores veiculares.