Custo portuário tem alta de 27% em 4 anos

Pela primeira vez o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) expandiu o escopo de pesquisas, tradicionalmente vinculado à carga tributária, e apurou todos os custos que envolvem a atividade portuária no Brasil. A pesquisa inédita revela aumento considerável nos valores dispendidos pelo setor marítimo, que representa 81% de todas as importações e exportações realizadas no País.

Segundo o estudo, de 2009 a 2012 o custo portuário total sofreu acréscimo de 27,26%, passando de US$ 7,51 bilhões, em 2009, para US$ 9,55 bilhões, no ano passado. O primeiro semestre de 2013 já registra o valor de US$ 4,86 bilhões, equivalente a US$ 15,67 por tonelada. Em 2009, o custo por tonelada era de US$ 14,16, revelando variação de 10,70% durante o período.

Apesar do aumento dos custos por tonelada, houve diminuição do impacto dos custos portuários totais em relação ao somatório das exportações e importações. Em 2009, as despesas representavam 3,49% de tudo que foi importado e exportado. No ano passado, esse percentual ficou em 2,58%. Neste ano, o custo portuário corresponde a 2,66% das transações.

Elencando todos os valores envolvidos na atividade, o IBPT conseguiu identificar onde incidem os maiores gastos. Mais da metade dos custos (54,4%) referem-se apenas a movimentação e armazenagem de carga nos terminais. A demurrage e o despacho aduaneiro são responsáveis, respectivamente, por 18,56% e 17,84% das despesas.

Para análise, o IBPT dividiu os custos portuários em diretos ou indiretos. “Entre os valores que recaem diretamente nos preços dos custos marítimos estão as utilizações dos equipamentos e instalações portuárias terrestres ou marítimas, embarque e desembarque de cargas, despachos aduaneiros, taxas, impostos e demurrage”, explica o presidente do Conselho Superior e coordenador de Estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral. “Os custos indiretos compreendem aqueles relacionados à contratação dos serviços de praticagem, rebocadores, agências marítimas, atracação e desatracação, faróis, vigias, transporte de tripulação”, acrescenta.

Amparada por bancos de dados variados, vinculados a apurações oficiais do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), a pesquisa destaca crescimento da atividade marítima. De janeiro de 2009 a junho de 2013, o comércio exterior brasileiro movimentou por via marítima 2,77 trilhões de toneladas de produtos, ao valor US$ FOB de US$ 1,46 trilhão – correspondendo a um valor médio por tonelada de US$ 526,42. Comparando-se 2012 em relação ao ano de 2008, houve crescimento de 28,22% do valor movimentado, crescimento de 17,15% do peso líquido em toneladas e aumento de 13,22% do valor por tonelada.

Apesar da expansão do setor, o estudo aponta que houve redução de 1,74% do número de manobras de navios (atracação, fundeio e desatracação) no período de 2009 a 2012 em razão do aumento do tamanho dos navios que trafegam, e que  oferecem,  hoje,  maiores  condições para acomodar grandes  volumes de cargas.

A perspectiva, segundo o presidente-executivo do IBPT, é de que a pesquisa seja refeita todos os anos. “Estamos querendo fazer um acompanhamento anual. Foi a primeira edição do estudo, inclusive estamos saindo da questão do tributo”, destaca João Eloi Olenike. “A gente resolveu mexer nessa pedrinha aí agora”, consolida.
Infraestrutura está na origem dos gastos, avaliam especialistas

A espera, principal entrave dos portos, está relacionada aos maiores custos apurados pelo estudo. A movimentação e armazenagem de carga nos terminais corresponde a 54,4% das despesas portuárias. Considerando o valor dispendido com demurrage (valor pago pelo dono da carga como multa pelo atraso na liberação do navio ou de equipamentos pertencentes aos armadores), que representa o segundo maior custo portuário (18,57%), os gastos que têm na sua origem gargalos de infraestrutura são os mais evidentes.

“O impactante do estudo é que temos crescimento dos custos mesmo em dólar e isso se deve muito a infraestrutura portuária do Brasil ter avançado muito pouco nos últimos anos”, pondera o presidente executivo do IBPT, João Eloi Olenike. “Quanto mais tempo, maior valor se paga na carga, por isso os custos são menores nas situações em que a rotativa é mais rápida”, acrescenta. Olenike destaca que a pesquisa do IBPT identificou expansão da atividade portuária, crescimento que “infelizmente não veio acompanhado de investimentos em infraestrutura”.

Sem ter avaliado os dados da pesquisa, o presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), Wilen Manteli, reforça que há muitos fatores relacionados ao custo portuário, cujos valores variam muito de porto para porto, mas que o “pior custo advém da falta de infraestrutura”. “Está certo quando dizem que os fatores que acarretam custo têm essa origem”, ressalva Manteli, afirmando que “toda essa questão de infraestrutura é de responsabilidade do governo federal”. “Se existe problema de acesso terrestre porque o navio não consegue chegar a tempo por falta de dragagem, há um gargalo. Esses fatores são os que mais oneram a atividade de exportação e importação.”

Fonte: Jornal do Commercio (POA)

Brasil pode aprender a fazer acordos comercias

SÃO PAULO – Países como Canadá e México tiveram experiências positivas em acordos comerciais…

Paula de Paula

FONTE: DCI

SÃO PAULO – Metade do comércio internacional está apoiado em acordos internacionais, no Brasil a média é de apenas 20%. Essa informação foi dada pelo presidente da Câmara Americana de Comércio (Amcham), Gabriel Rico, durante seminário “Acordos Internacionais de Comércio e Investimentos” realizado na manhã de hoje.

Representantes do México, Canadá, Tailândia e Peru, deram exemplos de como a abertura de suas economias foram importantes tanto para o desenvolvimento do comércio como para o desenvolvimento de questões internas de cada uma das nações.

O Cônsul Geral do México em São Paulo, Jose Gerardo Traslosheros Hernández, afirmou, durante o evento, que a resposta de seu país para a crise da dívida externa dos anos oitenta foi um compromisso com uma maior abertura comercial. “É provável que as taxas de crescimento antes dos anos oitenta não fossem sustentáveis, foi um crescimento apoiado na divida externa, o México teve que buscar uma alternativa, hoje em dia não há nenhum nenhum partido de esquerda que desafie o conceito de comercio internacional, ninguém quer renegociar com o Nafta”, disse referindo-se ao Tratado Norte Americano de Livre Comércio em que participa junto com o Canadá e os Estados Unidos”.

O Cônsul Geral do Canadá em São Paulo, Stéphane Larue, disse que “Os acordos de livre comercio que tivemos com os Estados Unidos mostrou-se ser um grande sucesso, hoje há 4,5 milhões de mais pessoas a mais trabalhando por causa das negociações”, disse.

Pesquisa

Durante o evento ocorreu uma pesquisa com os presentes sobre os acordos comerciais. A totalidade dos participantes acredita acordos comerciais melhorariam o comércio exterior do País e 92% acreditam que sua empresa seria beneficiada pela aumento de acordos internacionais.

A prioridade, na opinião dos empresários presentes seria um acordo com os Estados Unidos, seguido pela União Europeia, China e Países da Aliança do Pacífico. Sobre o Mercosul, 87% acredita que o bloco deve ser flexibilizado, possibilitando ao Brasil ampliar sua rede de acordos. O setor prioritário, por fim, seria o de máquinas e equipamentos.

China avalia cortar restrições para navios maiores; Vale pode se beneficiar

XANGAI, 29 Ago (Reuters) – A China estuda um plano para permitir que alguns dos seus portos recebam navios de maior porte, em um movimento que pode abrir o caminho para a brasileira Vale começar a entregar minério de ferro por meio de sua crescente frota de navios gigantes.

Proprietários de navios chineses têm se oposto fortemente ao acesso dos meganavios da Vale em meio a preocupações de que poderiam piorar o excesso de transporte e roubar participação de mercado. Mas, a sua utilização reduziria os custos de transporte das matérias-primas para as siderúrgicas chinesas.

Para a Vale, a aprovação para que seus navios “Valemax” entrem nos portos chineses iria ajudar a mineradora a cortar custos de transportes em um terço e permitir uma maior competição com as rivais australianas Rio Tinto e BHP Billiton, cujas minas estão mais próximas à China.

O Ministério dos Transportes da China barrou navios de grade porto dos portos do país no início de 2012, citando preocupações de segurança após o primeiro navio de 400 mil toneladas de porte bruto (tpb) Valemax atracar no porto de Dalian em dezembro de 2011.

Na ocasião, o ministério afirmou que os navios de petróleo e granéis sólidos não poderia exceder a capacidade nominal de um porto.

Porém, os portos chineses têm melhorado a infraestrutura nos últimos anos para atender a forte demanda por commodities, colocando a verdadeira capacidade acima do número aprovado.

(Por Ruby Lian e Fayen Wong)

Ampliação do Pecém deve começar com 1,5 mil operários

Concessão da Licença de Instalação depende só do pagamento de taxas por parte da Secretaria da Infraestrutura

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deverá liberar a Licença de Instalação (LI) para as obras da segunda etapa de expansão do Terminal de Múltiplo Uso (Tmut) do Porto do Pecém, um ano e oito meses depois da licitação. Agora, a concessão da licença depende apenas do pagamento de taxas por parte da Secretaria da Infraestrutura do Estado (Seinfra), o que, segundo a assessoria de imprensa do órgão, deve ser agilizado para que o licenciamento seja publicado no Diário Oficial da União (DOU).

Serão empregados R$ 568 milhões na 2ª etapa de ampliação do terminal
Foto: Rodrigo Carvalho

A segunda fase de ampliação do Porto do Pecém, cujo investimento é da ordem de R$ 568 milhões, deve reunir em torno de 1.500 trabalhadores. Mesmo após a licitação, as empresas vencedoras não puderam iniciar os trabalhos, devido à não liberação do Ibama, que já analisava, há um bom tempo, o estudo ambiental do empreendimento.

A Licença Prévia para a obra foi expedida pelo Ibama em junho deste ano, conforme publicou o Diário do Nordeste na edição do último dia 20 de junho. A liberação da Licença de Instalação foi anunciada por diversas vezes, mas os prazos não foram cumpridos.

O consórcio Marquise/QG/Ivaí, vencedor da licitação, será o executor das obras num prazo de 30 meses, a contar da data de assinatura da ordem de serviços. De acordo com o diretor de engenharia de infraestrutura da Marquise Engenharia, Renan Carvalho, o canteiro de obras já está instalado.

Obras em até 30 dias

Ele informa que a mobilização das equipes e máquinas para os primeiros serviços será realizada a partir da autorização da Seinfra, em até 30 dias.

A expectativa da Cearáportos – empresa que administra o Portuário do Pecém – é que a expansão seja concluída em 2015. As obras, segundo a companhia, darão maior suporte às operações com carga geral, especialmente com produtos de siderurgia.

A nova ampliação deverá atender aos futuros empreendimentos previstos para o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp), a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) – em implantação -, e as necessidades da Ferrovia Transnordestina, com trecho até o Pecém.

Empregos

“O cronograma para a conclusão de toda a obra é de trinta meses e deveremos contar, na fase mais aguda da obra, com aproximadamente 1.500 colaboradores”. Nesta segunda etapa da expansão, o terminal portuário receberá uma nova ponte de acesso ao quebra-mar existente com 1.520 metros de extensão, pavimentação de 1.065 metros sobre o quebra-mar; a ampliação do quebra- mar em cerca de 90 metros; o alargamento em cerca de 33 metros da ponte; a construção de 600 metros de cais com dois berços de atracação de navios cargueiros ou porta-contêineres.

Carga geral

Estes últimos equipamentos serão voltados para operação com carga geral e produtos da CSP e da ferrovia Transnordestina. Está prevista também a ampliação do pátio da retro-área de aproximadamente 69.000 metros quadrados. Os dois berços de atracação serão voltados para a exportação de placas da siderúrgica, enquanto a Ferrovia Transnordestina utilizará provisoriamente o Terminal de Múltiplas Utilidades (TMUT), cuja primeira etapa já foi inaugurada, até ter o seu próprio terminal.

Para o secretário da Infraestrutura do Estado, Adail Fontenele, “os investimentos no terminal portuário são fundamentais para fomentar a captação de empreendimentos de grande porte para o Estado, pois resultarão em impactos positivos na economia estadual”.

Primeira expansão

A primeira etapa de expansão do porto aconteceu em 2011, com a construção do Terminal de Múltiplo Uso (Tmut), composto por dois berços, para atender navios porta-contêiner; ampliação do quebra-mar para mil metros; e o prolongamento da ponte existente, de 348 metros.

Com isso, o Terminal ficou apto a receber a crescente demanda de movimentação de contêineres e carga geral. A capacidade estimada de movimentação de contêineres foi ampliada de 250.000 TEUS/ano para 760.000 TEUS/ano.

O investimento foi de cerca de R$ 410 milhões, recursos do próprio caixa estadual e também financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O BNDES também irá financiar parte dos R$ 568 milhões previstos para a segunda etapa da ampliação do Porto do Pecém. O restante será bancado pelo Estado.

AMCHAM RIO PROMOVE CURSO SOBRE EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO

 

AmCham Rio
Nos dias 10, 17 e 24 de setembro, a Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (AmCham Rio) realizará o curso Gestão Operacional da Exportação e Importação, ministrado por Silvio Montes Pereira Dias, mestre em logística pela PUC-RJ, professor em cursos de pós-graduação do IBMEC, da FGV e da Estácio de Sá, onde também coordena o curso de Comércio Exterior.

O professor ministrará aulas de capacitação para profissionais interessados em gerir negócios internacionais com segurança comercial e financeira e em alcançar pleno domínio das normas administrativas e aduaneiras brasileiras. A partir de aulas expositivas, práticas e operacionais, Dias apresentará a rotina e os principais procedimentos internacionais da atividade exportadora e importadora de mercadorias e serviços, abordando temas como a formação de preços, o tratamento administrativo e o preparo de documentos.

 

O evento será realizado das 9h às 18h e as inscrições podem ser feitas pelo sitewww.amchamrio.com.

Gestão Operacional da Exportação e Importação, dias 10, 17 e 24 de setembro, das 9h às 18h, no AmCham Rio (Praça Pio X, 15 – 5º andar, Centro).Investimento: R$ 1.100,00 para sócios, R$ 1.500,00 para não sócios.Inscrições pelo site http://www.amchamrio.com.

fonte: export news

Santos Export discute acessos e problemas logísticos no Porto

Estudos e propostas são apresentados por especialistas.
Evento também terá a opinião de prefeitos e empresários do setor.

Mariane RossiDo G1 Santos

O segundo dia do Fórum Internacional para Expansão do Porto de Santos acontece nesta terça-feira (27) em Santos, no litoral de São Paulo. Autoridades empresários e especialistas do setor portuário discutem dversas questões relacionadas ao desenvolvimento do cais santista.

O primeiro dia do fórum teve a participação do Ministro-Chefe da Secretaria dos Portos, Leônidas Cristino e de Cristiana Lobo, jornalista e apresentadora da Globo News. Já o segundo e último dia de evento discutirá, na parte da manhã, os acessos no futuro do Porto de Santos.

Os especialistas Rui Botter, coordenador do Centro de Inovação em Logística e Infraestrutura Portuária da USP, e Paulo Tarso Vilela de Resende, Doutor em Planejamento de Transporte e Logística pela University of Illinois at Urbana Champaig, apresentarão soluções para o problema.

Ainda na parte da manhã, serão apresentados os problemas logisticos do Porto de Santos e soluções a curto, médio e longo prazo. O debate terá a participação do Prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa, a prefeita de Cubatão, Marcia Rosa, a Prefeita de Guarujá, Maria Antonieta, e o presidente da Codesp, Renato Barco.

Na parte da tarde, haverá a apresentação do gerente comercial da DP World, Otto Bottger, que fará uma palestra a respeito do porto de Jebel Ali, em Dubai. Em seguida, Claudio Frischtak, consultor do Conselho Empresarial Brasil-China, fará reflexões sobre o novo modelo de gestão portuária no Brasil.

Ainda durante a tarde, haverá uma mesa-redonda sobre o setor portuário, a partir da lei 12.815 com a presença de Pedro Brito Nacimento, Diretor Geral da Antaq, Benjamim Caldas, da Gallotti Advocacia, e o presidente do Centronace, Claudio Loureiro. Também haverá a participação de Igor Tamasauskas, advogado e Subchefe Adjunto para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República. A 11ª edição do Santos Export-Fórum Internacional para Expansão do Porto de Santos termina por volta das 18h.

MDIC: produtos básicos têm destaque nas exportações

A média diária das exportações até a quarta semana de agosto, de US$ 978,5 milhões, ficou 0,6% acima da do mesmo mês de 2012, quando foi de US$ 973,1 milhões. A informação foi divulgada nesta segunda-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). De acordo com o MDIC, esse resultado é explicado pelo aumento das exportações de produtos básicos, principalmente soja em grão, minério de cobre, arroz em grão, carne de frango, bovina e suína e farelo de soja.

 

As vendas de manufaturados, ao contrário, caíram, em razão de aviões, óleos combustíveis, bombas e compressores, motores e geradores, autopeças, remédios, polímeros plásticos e pneumáticos. Os semimanufaturados também registraram queda, em função de ferro fundido, borracha sintética/artificial, ferro-ligas, óleo de soja em bruto, ouro em forma semimanufaturada e alumínio em bruto. Na comparação com julho, a média diária das exportações cresceu 8,2%, de US$ 904,7 milhões para US$ 978,5 milhões, por causa do crescimento de produtos semimanufaturados e básicos. Os manufaturados, por outro lado, caíram.

 

Importações

 

A média diária das importações até a quarta semana de agosto, de US$ 911,5 milhões, ficou 9,4% acima da média de agosto do ano passado, quando registrou US$ 833 milhões. Na comparação com julho deste ano, o resultado ficou 7,7% abaixo. Na comparação com agosto de 2012, o MDIC afirmou que aumentaram, principalmente, os gastos com combustíveis e lubrificantes, instrumentos de ótica e precisão, farmacêuticos, borracha e obras e equipamentos mecânicos. Em relação a julho deste ano, a queda na média diária se deve essencialmente a combustíveis e lubrificantes, cereais e produtos de moagem, aparelhos eletroeletrônicos e siderúrgicos.

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