Parlamentar volta a debater importância do transporte intermodal em Mato Grosso

Da Assessoria

O deputado Dilma Dal Bosco (DEM) requereu e a Mesa Diretora na Assembleia Legislativa aprovou a realização de uma audiência pública, hoje (25), a partir das 14:30 hs, para debater sobre o transporte intermodal no estado de Mato Grosso. O evento será realizado no auditório Milton Figueiredo, com a presença das bancadas parlamentares federal e estadual, além de prefeitos e empresários do setor.

De acordo com o parlamentar, a audiência tem a finalidade de discutir os problemas enfrentados pela população mato-grossense no que diz respeito ao sistema de transporte rodoviário, ferroviário e hidroviário. Recentemente, o deputado cobrou a aplicação de recursos federais para diversificar o transporte intermodal no Estado, para enfim colocar em prática a implantação da hidrovia Teles Pires- Tapajós, que liga o norte de Mato Grosso a Santarém, no Pará.

Ainda no tocante a produção agrícola, o deputado promete encampar uma nova briga, desta vez pela aprovação de um projeto de lei de sua autoria, que garante a navegabilidade dos rios mato-grossenses, tornando obrigatória a implantação de dispositivos de transposição de níveis nas hidrelétricas em construção -além de caracterizar como serviço público, a operação de eclusas.

“Nossos rios devem ser utilizados para a navegação e a produção de energia elétrica, devendo ser construída uma hidrelétrica simultaneamente com a eclusa, com vista a baratear o custo da obra, uma vez que se a comporta for construída posteriormente à hidrelétrica, o investimento ficará 30% mais caro”, explicou Dilmar Dal’Bsoco.

Especialista em Direito Marítimo e Portuário opina sobre a MP dos Portos

Advogado e professor da Univali, Osvaldo Agripino, pontua problemáticas da medida

 

Tenho certeza que o foco da reforma portuária é aumentar os terminais privativos que movimentam contêineres. Contudo, sem aumento de escala, registro e acompanhamento dos preços e fretes, não haverá redução de custos. Como se trata de um monopólio natural, a tendência dos prestadores de serviços será aumentar os custos predatórios, pois se trata de indústria de rede, ambiente propício às condutas oportunistas.

Parece-nos que o efeito será o contrário, pois não há registro e acompanhamento crítico eficaz dos preços cobrados num setor altamente concentrado. No comércio marítimo, 70% do mercado mundial de transporte de contêineres é feito por poucas empresas : Maersk, CMA-CGM, Hamburg Sud, MSC, Zim, dentre outras. Assim, com o aumento da privatização, a tendência será aumentar a venda casada (frete e tarifa portuária cobradas por um mesmo grupo) e os custos do setor.

Nesse quadro, sabemos que as despesas com frete e armazenagem correspondem a cerca de 2/3 dos custos logísticos e não é incomum oportunismo em cobranças ilegais. Por isso essas mudanças, embora relevantes, não necessariamente reduzirão custos para o usuário.

A organização dos usuários dos portos e dos transportes, ainda é débil no Brasil e quase inexistente, precisa avançar e questionar nos canais competentes a demurrage abusiva de contêineres, frete e outras tarifas, como THC2 e armazenagem, onde se cobra por serviço não prestado (período de armazenagem), embora o STJ tenha julgado ilegal.

Se mantido o compromisso dos governos com a eficiência na gestão portuária, não adianta mudar a legislação, pois a experiência recente mostra que o modelo tem privilegiado os prestadores de serviços, sempre bem organizados, em detrimento dos usuários — que precisam se organizar, identificar a legalidade das cobranças a eles impostas sem qualquer registro e acompanhamento eficaz por parte da Antaq e SEP, em que pese a determinação do TCU.

Enfim, é preciso não repetir a história: Reforma portuária para quem? Para os usuários? Com certeza, não.

O SOL DIÁRIO – O SOL DIÁRIO

60 importadores de três continentes são convidados para virem ao Rio Grande do Sul durante feira de calçados‏

SICC – a maior feira de lançamentos primavera/verão em calçados e acessórios do país ocorre de 27 a 29 de maio, no Serra Park, em Gramado/RS. 
O projeto Grupo de Importadores do SICC – Salão Internacional do Couro e do Calçadojunto com os sindicatos parceiros estão convidando cerca de 60 compradores internacionais das três Américas, da Europa e da África para o Serra Park, em Gramado/RS, de 27 a 29 de maio, para conhecerem os lançamentos primavera/verão 2013/2014. Ao todo, 1000 marcas de calçados e acessórios dos segmentos feminino, masculino e infantil estarão expondo no evento. Através deste projeto, os expositores poderão negociar com o grupo, que cumprirá uma agenda de encontros durante o evento. Também a Abicalçados/Apex está organizando outra comitiva de importadores que farão parte do Projeto Comprador da entidade.
O diretor da promotora, Frederico Pletsch, esclarece que a vinda dos importadores oferece uma projeção ainda mais significativa ao Brasil como produtor de calçados com tecnologia, conforto e design agregados. “O SICC é uma plataforma de negócios, um ponto de encontro para a realização de novos contatos e também para a fidelização dos antigos”, enfatiza Pletsch. Segundo ele, o setor calçadista nacional já apresenta uma grande procura, especialmente nas América do Sul e do Norte, mas a grande meta da feira é a diversificação e a expansão da gama de fornecedores. “No SICC, os importadores são convidados a conhecer novos fabricantes e assim ganham novas opções de fornecimento”, explica Pletsch.
Este ano, a feira terá a maior edição de todos os tempos. Serão cerca de 30 mil metros quadrados repletos de estandes dos principais fabricantes do país.
SICC – O Salão Internacional do Couro e do Calçado é um evento focado em moda, de formato inovador e com um esquema inédito de parcerias junto a entidades setoriais. Esta união faz do SICC uma feira moderna, que agiliza a produção de calçados e de acessórios para o segundo semestre do ano, a temporada mais importante para a indústria e para o varejo. O SICC é um referencial do setor coureiro-calçadista brasileiro. Os lançamentos em calçados, novas tecnologias em materiais e processos produtivos, rodadas de negócios e discussões setoriais fazem parte da rotina do salão.
PROMOTORA – A Merkator Feiras e Eventos, que neste ano completa 10 anos de atividades, tem a parceria das seguintes entidades: Sindicato da Indústria de Calçados de Dois Irmãos, Sindicato da Indústria de Calçados de Estância Velha, Sindicato da Indústria de Calçados de Ivoti, Sindicato da Indústria de Calçados de Igrejinha, Sindicato da Indústria de Calçados de Novo Hamburgo, Sindicato da Indústria de Calçados de Parobé, Sindicato da Indústria de Calçados de Sapiranga e Sindicato da Indústria de Calçados de Três Coroas.
FEIRAS – Além do SICC, a Merkator realiza anualmente os seguintes eventos:
•                     Zero Grau – Salão de Tendências e Calçados e Acessórios – Lançador da moda outono/inverno em calçados e acessórios, acontece de 18 a 20 de novembro 2013, no Centro de Eventos do Serra Park, em Gramado/RS.
•                     40 Graus – Feira de Calçados e Acessórios – Leva às regiões Norte e Nordeste as novidades das principais marcas calçadistas do país. O evento acontecerá entre os dias 11, 12 e 13 de março de 2014, no Centro de Convenções de Natal, em Natal, no Rio Grande do Norte.
Fotos em alta resolução e mais informações pelo site www.sicc.com.br.
fonte: BLOG Do Anselmo Santana