1º Seminário Nordestino de Logística – Os Desafios do Futuro

Data do evento: 15/04/2013
Responsável: – anelog@anelog.com.br
Web site: http://www.anelog.com.br
DDD+Telefone: (81) 34327507 ou (81) 91071169 / 94633475
Cidade/Estado: Olinda / PE

 

Saiba mais sobre o evento:

Serviço:
1º SEMINÁRIO NORDESTINO DE LOGÍSTICA – OS  DESAFIOS DO FUTURO
Data:
 15/04/2013
Horário: 9h às 18h
Local: Centro de Convenções de Pernambuco- Recife -PE
Valor da Inscrição: Sócios da ANELOG R$ 150,00, NÃO SÓCIOS: R$ 300,00
As inscrições serão realizadas pelo site da ANELOG: http://www.anelog.com.br  ou email anelog@anelog.com.br onde o interessado solicitará a ficha de adesão
Telefone: (81) 34327507 ou (81) 91071169 / 94633475

PROGRAMAÇÃO:

9 às 09h30 – ABERTURA
9h30 às 10h30 – Palestra: MOBILIDADE LOGÍSTICA – Fernando Castelão – Diretor de Logística da Coca-Cola
10h30 às 11h – Intervalo – Networking
11h às 12h – Palestra: Otimizando a Logística com RFID – Gustavo Caldas Filho – diretor da VC2ti
12h às 12h30 – Debates e Networking
12h30 às 14h30 – Almoço
14h30 às 15h30 – Palestra: O Potencial Logístico do Nordeste – Marcílio Cunha – Consultor em Logística e professor Universitário
15h30 às 16h00 – Intervalo e Networking
16h30 às 17h30 – Palestra: Qualidade nos Serviços de Logísticas – Fator de Diferenciação – Fernando Trigueiro – Presidente da ANELOG – Associação Nordestina de Logística
17h30 às 18h – Encerramento
18h – Visita à FORIND – 5º FEIRA de Fornecedores Industriais – Pavilhão do Centro de Convenções de Pernambuco

Postado por: NewsComex – Comércio Exterior e Logística

OMC revisa para baixo previsões do comércio mundial em 2013

BRASÍLIA – Após o comércio exterior crescer 2% no ano passado, a entidade prevê avanço de 3,3% neste ano, abaixo da média de longo prazo…

Agência Brasil

BRASÍLIA – Após um fraco desempenho do comércio internacional em 2012, em decorrência dos impactos da crise econômicainternacional principalmente em alguns países europeus, o ano começa com tendência de crescimento lento. A Organização Mundial do Comércio (OMC) avaliou para baixo as previsões sobre 2013. A projeção, segundo a OMC, é que o crescimento siga em nível moderado de cerca de 3,3% no ano.

crescimento do comércio mundial caiu para 2% em 2012, comparado com 5,2% em 2011. Em documento divulgado pelo órgão, os observadores advertem que os efeitos da crise em 2012 devem ser avaliados como um alerta sobre a fragilidade da economia global. A prioridade deve ser “reparar” as fragilidades, segundo a organização.

A forte desaceleração no comércio no ano passado foi atribuída ao crescimento lento nas economias desenvolvidas e aos repetidos episódios de incerteza sobre o futuro do euro. Pela avaliação da OMC, o crescimento da China deve se manter como o mais rápido em comparação a outras grandes economias, reduzindo assim as possibilidades de impacto da desaceleração.

As exportações permanecem, porém, limitadas pela fraca demanda na Europa. De acordo com os observadores da OMC, o ano de 2013 parece destinado a ser “quase uma repetição” de 2012, com expansão lenta do comércio e da produção, abaixo da média de longo prazo.

“Os acontecimentos de 2012 devem servir como mensagem, mostrando que as fraquezas estruturais das economias que sofreram com a crise econômica não foram completamente curadas, embora ocorra progresso significativo de recuperação em algumas áreas. Reparar essas fissuras deve ser a prioridade em 2013 “, analisou o diretor-geral da OMC, Pascal Lamy.

Pelo estudo, o crescimento do comércio em 2013, de 3,3%, está abaixo da média de 5,3% dos últimos 20 anos e também em tendência de baixa, registrada no período de 1990-2008, que foi 6%. De acordo com os analistas da OMC, a incerteza na zona do euro (17 países que adotam a moeda única) devido à crise econômica e seus impactos reduziu as importações da União Europeia em 2012 e afetou os parceiros comerciais.

Lamy ressaltou que deve haver um esforço conjunto para o fortalecimento do sistema multilateral de comércio. “O comércio pode ser, mais uma vez, um motor de crescimento e uma fonte de vitalidade para a economia mundial, e não apenas um barômetro de instabilidade. O caminho está aberto diante de nós, tudo o que precisamos é a vontade de segui-lo”, disse ele.

Crise portuária eleva em 20% custo de exportação brasileira

A crise portuária no Brasil, agravada pela supersafra de grãos – a de milho dobrou, e a de soja teve um aumento de 30% -, tem causado transtornos devido ao atraso no cumprimento de contratos e prazos de entrega, principalmente quando o destino é a Europa ou a China. A incapacidade de escoamento também eleva os custos de distribuição e aumenta as perdas por falta de capacidade de armazenagem. Além disso, elimina a competitividade de empresas e produtores brasileiros com a elevação dos custos em cerca de 20%.

 

Para o vice-presidente de Marketing da Associação Brasileira de Logística (Abralog), Edson Carillo, um dos principais estudiosos de logística do Brasil, já que estas commodities estão com seus preços de mercado elevados, os países importadores estão se beneficiando dos atrasos. “Uma forma dos importadores pressionarem por redução de valores é considerar a quebra de contrato pelo exportador, e uma nova assinatura com desconto”, explica. Entregando ou não os produtos, quem sai no prejuízo é o produtor brasileiro.

 

Entretanto, de acordo com Carillo, o congestionamento no momento do escoamento nos portos brasileiros já era algo esperado, não só pelo aumento da safra mas também porque nenhum investimento representativo foi realizado nesse canal de distribuição. “Não há exatamente uma crise, pois crises são por certo momento. Temos uma situação crônica por falta de investimentos há muito tempo. A solução é investir em infraestrutura, mas com um plano diretor como o que foi desenvolvido em 2005 (Plano Nacional de Logistica e Transportes) e que não tem sido seguido na implantação e execução das ações”, afirma.

 

Segundo o presidente da Associação Nacional do Transporte de Carga e Logística (NTC), Flávio Benatti, o problema não é só a falta de investimentos. Não há uma gestão integrada entre os elos dessa cadeia de suprimentos. “Acaba concentrando todo o escoamento da safra no mesmo período. É preciso que haja silagem adequada na área da produção e da exportação. O que a gente está observando é que os caminhões acabam sendo utilizados como silos. Carregam a produção de maneira desordenada e mandam para os portos tudo ao mesmo tempo. Aí, instaura-se o caos”, critica.

 

Supersafra agrava o problema

 

O aumento da safra logicamente acaba agravando o problema. “A administração dos portos tem de cobrar dos produtores um cuidado ao mandar esses caminhões para as áreas portuárias e que o façam de maneira equilibrada. É necessário que tenha regulagem do tráfego dos caminhões, tanto nos terminais portuários quanto nos ferroviários”, diz Benatti. Para isso, todos que estão envolvidos devem colaborar, segundo ele.

 

O presidente da NTC afirma que enquanto os produtores não investirem na silagem adequada para a produção, nem a administração dos portos qualificar a infraestrutura, a crise se repetirá. “O Brasil acaba perdendo muito. O País é muito capacitado para a produção, mas perde muito no escoamento. A culpa não é só do transporte. Quem produz não tem preocupação em se preparar para isso”, observa.

 

De acordo com ele, a função do governo é criar políticas de regulagem e disponibilizar financiamentos adequados para isto, mas a iniciativa deve partir dos produtores e de quem controla os portos. “O que não pode e não deve é continuar assim. Ou todos os anos o produtor vai bater recordes na safra e não vai ter infraestrutura para escoamento da produção”, completa.

FONTE: TERRA

Cresce a participação comercial do Brasil no Mercosul

União aduaneira, livre comércio intrazona e política comercial comum aos países do bloco, fazem com que o Mercosul seja um mercado propício para o crescimento da entrada de empresas brasileiras. A possibilidade de exploração conjunta é outro atrativo que fomenta o comércio exterior na América do Sul.

Os números comprovam o bom momento da balança comercial Brasil Mercosul. Somente em março, os embarques de bens brasileiros para os países vizinhos cresceram 7,2%. Destaque para os resultados das relações com a Argentina, terceiro maior parceiro comercial do país, com registro de alta de 7,7% no último mês; em fevereiro houve expressiva queda de 20% no volume médio de vendas diárias. “Os índices atuais refletem os primeiros sinais de recuperação da economia argentina e os esforços do governo brasileiro para reatar o comércio com o país”, explica Jorge Lima, sócio-fundador e diretor comercial da Mundial Import & Export Solutions, uma das mais importantes e completas empresas de comércio exterior do Paraná.

O desenvolvimento do processo de internacionalização das empresas nacionais é um feito histórico, que indica o novo padrão de desenvolvimento do país. Os produtos industrializados já representam mais da metade das exportações brasileiras para o Mercosul, os bens manufaturados e semimanufaturados corresponderam, em março, 51,9% das vendas externas, mesmo com a safra agrícola recorde. “Os produtos das empresas paranaenses podem ser muito bemvalorizados em diversos países, seja em continentes mais distantes ou até mesmo na própria América Latina. O aumento do intercâmbio implica também no incremento das importações e não só das exportações”, conclui Lima.

 

Sobre a Mundial Import & Export Solutions  – Fundada em 1991, a Mundial Import & Export Solutions se diferencia no mercado pelo suporte oferecido ao cliente que abrange todas as etapas da cadeia de importação e exportação de produtos, máquinas e equipamentos. É uma Global Player que atua desde a coleta das mercadorias nos fornecedores, passando pelo transporteinternacional, o despacho e desembaraço aduaneiro, bem como o transporte da mercadoria até a fábrica.  A empresa ainda é pioneira no setor de serviços em comércio exterior, sendo a primeira no Brasil a ser certificada pela ISO 9000 desde 1997. Além da sede e um escritório operacional localizados em Curitiba, a empresa a Mundial RSP, em São Paulo. A empresa completa a sua estrutura com representantes parceiros nos portos e fronteiras de todo o Brasil. Mais informações www.mundialnet.com.br .

 Fonte: contato@smartcom.net.br