3º Anuário de Infraestrutura Aeroportuária da América Latina

Data do evento: 22/05/2013
Responsável: – airportinfraexpo@sators.com.br
Web site: http://www.airportinfraexpo.com.br
DDD+Telefone: 11 3032-5633
Cidade/Estado: São Paulo / SP

 

Saiba mais sobre o evento:

Após mais de dois anos do lançamento da Airport Infra Expo, principal feria na América Latina a reunir a cadeia de fornecedores de equipamentos e serviços para aeroportos, são perceptíveis as mudanças no sistema aeroportuário brasileiro. Concessões e novos aeroportos aumentaram a demanda por novos voos, aquecendo a expectativa de crescimento substancial do mercado, visto que novos complexos aeroportuários e destinos serão criados.

Além disso, o aumento da demanda interna mantém o ritmo surpreendente, com expansão de 10% ao ano, alavancado pela melhoria da economia brasileira e conseqüente acesso das classes B e C ao transporte aéreo.

Acrescenta-se a este cenário de contínuo crescimento o fato de o País ter definido um marco regulatório para o setor que evidenciou o interesse de grandes empresas aéreas e a potencialidade do mercado.

Com o precedente aberto pela Airport Infra Expo e pela sinergia entre as empresas evidenciou-se a necessidade de se criar um ponto de encontro e negócios para o setor de aviação comercial. Como se sabe, fornecedores de produtos e serviços para aeroportos, como ground support, tecnologia da informação, operações e manuseio de passageiros, comunicação, entre outros, mesclam-se com os fornecedores da cadeia de aviação comercial.

Era natural, portanto, aproximar a cadeia de aviação comercial dos expositores da Airport Infra Expo, agregando valor ao encontro, agora com foco no desenvolvimento de toda a cadeia de aviação e aeroportos do Brasil e da America Latina.

Data: 22 a 24/05/2013
Local: Transameria Expo Center

 

fonte: Portal NewsComex – Todos os direitos reservados

Governo prorroga inscrição do projeto Primeira Exportação

A Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul prorrogou até o início de maio as inscrições para o projeto Primeira Exportação. O programa assegura consultoria técnica gratuita aos pequenos e médios empresários interessados em entrar no mercado externo. As inscrições podem ser feitas pelo site http://www.seim.pr.gov.br.
A prorrogação foi motivada para atrair mais empresas do interior do Estado. Nos próximos dias técnicos da Secretaria vão ampliar os contatos e, inclusive, viajar a algumas regiões para divulgar o programa. Esse é o segundo ciclo do projeto que, na primeira etapa, atendeu 10 empresas de Curitiba e região. O objetivo agora é atender 40 empresas de todas as regiões do Estado.
“Tivemos bons resultados na primeira etapa e queremos, agora, ajudar as empresas, sobretudo do interior e do litoral, a comercializar no mercado externo”, diz o secretário Ricardo Barros. Para dar o suporte às empresas, a Secretaria criou um núcleo de consultas, em parceria com a FAE Centro Universitário. Alunos da instituição elaboram o diagnóstico da companhia e verificam seu potencial exportador.
Empreendimentos de diversos segmentos econômicos e industriais recebem orientações sobre pesquisa de mercado, eventuais adequações do produto, promoção comercial e a parte operacional da exportação.O trabalho dura em torno de 18 meses e é coordenado pelo professor Joaquim Brasileiro, especialista em comércio exterior.
“Temos de criar a cultura exportadora nos micro e pequenos empresários paranaenses. O programa Primeira Exportação utiliza estratégias, programas e sistemas para inserir essas empresas no cenário internacional”, afirma Brasileiro.
O professor cita que, além das vantagens financeiras, o empresário que exporta quebra a dependência do mercado nacional. “As vantagens são inúmeras e nós vamos levar até eles as ferramentas para que isso ocorra”, conclui.

fonte: http://blogs.odiario.com

Zonas de exportação precisarão ter projeto industrial

Uma resolução aprovada pelo CZPE (Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação), vinculado ao MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), vai ajudar no desenvolvimento das áreas de exportação. Existem 24 zonas distribuídas em 20 estados brasileiros. As áreas oferecem vantagens para empresas exportadoras, mas a maioria tem dificuldade para atrair investimentos.

Pela resolução, para criar novas ZPEs será preciso apresentar projeto industrial. Isso significa que, antes da implementação, o governo do estado precisará viabilizar o interesse do setor privado em investir. Além da decisão, que será publicada nos próximos dias no Diário Oficial da União, o conselho autorizou a criação da ZPE de Rondônia.

De acordo com Gustavo Fontenele, secretário executivo do CZPE, a nova norma dará fôlego ao regime das zonas de processamento de exportação. “O interesse econômico estará amarrado no ato da criação”, destaca. Ele explica que das 24 zonas em funcionamento, as de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, do Acre, Piauí e Ceará são as mais adiantadas. Segundo ele, o diferencial foi o interesse político aliado ao do setor privado. Os estados exportam principalmente produtos primários, como madeira, soja e milho.

Fonte: Guia Marítimo

Financiamento à exportação diminui 18%

Agência Estado

O movimento de câmbio contratado de comércio exterior no primeiro trimestre deste ano teve queda no volume de financiamentos às exportações e um ligeiro aumento do saldo de importações em relação ao mesmo período de 2012. A persistente contração da economia da zona do euro e a falta de perspectiva de um crescimento sustentável nos Estados Unidos são apontados por especialistas do mercado como principais motivos para a redução dos empréstimos contratados para financiar as vendas de produtos brasileiros no mercado internacional.

Sem um crescimento consolidado no exterior, o exportador brasileiro não se sente seguro para ampliar o volume de empréstimos destinados a financiar suas vendas externas, disse um operador de tesouraria de um banco com forte atuação em comércio exterior. “Com o crescimento da China abaixo de dois dígitos, as inúmeras incertezas na zona do euro e o crescimento morno nos EUA, as vendas externas não deslancharam este ano, mesmo após a flexibilização de restrições do governo às exportação no fim de 2012”, afirmou.

Segundo o especialista, as regras para o financiamento à exportação eram mais rigorosas no começo do ano passado do que no início deste ano. A situação externa, porém, estava melhor do que agora. Nem mesmo o início dos embarques da safra agrícola em fevereiro foi suficiente para alterar esse quadro, completou o especialista.

De acordo com os dados de movimentação de câmbio contratado de comércio exterior, disponíveis no site do Banco Central, o total de exportações no primeiro trimestre deste ano foi 18% menor e somou US$ 49,887 bilhões. No primeiro trimestre de 2012, o financiamento total contratado para exportação foi de US$ 60,838 bilhões.

Entre as linhas de crédito acessadas pelos exportadores, as operações de Antecipação de Contrato de Câmbio (ACC) diminuíram 28%, para US$ 9,186 bilhões, no primeiro trimestre ante o mesmo período do ano passado, quando foram contratados US$ 12,762 bilhões. Já os empréstimos via Pagamento Antecipado (PA) totalizaram US$ 9,224 bilhões, uma queda de 21% em relação ao total contratado nos três primeiros meses do ano passado (de US$ 11,658 bilhões). Já as demais operações de financiamento às exportações somaram US$ 31,477 bilhões, equivalentes a um declínio de 13,57% ante o montante de US$ 36,418 bilhões registrado no mesmo período do ano anterior.

Importações

Em relação às compras de empresas brasileiras no exterior, houve leve aumento no primeiro trimestre ante o mesmo período do ano passado. O saldo de importações cresceu 2,02%, para US$ 51,935 bilhões, ante um saldo, no primeiro trimestre de 2012, de US$ 50,905 bilhões. A demanda interna por produtos e equipamentos no exterior só não foi maior porque o ritmo de crescimento do País ainda está lento e o maior volume de importações ocorre no quarto trimestre de cada ano, disse o operador de câmbio João Paulo de Gracia Correa, da Correparti Corretora.

A projeção do Banco Central é de que o Produto Interno Bruto (PIB) do País poderá crescer 3,1% em 2013, ou seja, abaixo de 1% de expansão por trimestre. Segundo Corrêa, nos três últimos meses de cada ano, muitas empresas antecipam compras no exterior visando as festas de fim de ano e as férias de verão no Brasil.

Camex zera imposto de importação de quatro produtos

Agência Estado

A Câmara de Comércio Exterior (Camex), presidida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), publicou nesta segunda-feira duas resoluções no Diário Oficial da União (DOU) reduzindo a alíquota do Imposto de Importação para quatro produtos.

 

A Resolução nº 24 zera a alíquota do imposto para o metanol (álcool metílico) por um período de 180 dias. Entre os fatores considerados para conceder o benefício, o governo justifica que “a situação de desabastecimento ainda persiste”. Antes da alteração, a alíquota do Imposto de Importação para o produto era de 12%.

 

A Resolução nº 25 alterou para 2%, por um período de 12 meses, a alíquota do Imposto de Importação para três produtos: lactose em pó, que antes tinha uma alíquota de 16%; gel de polidimetilsiloxano em grau médico para uso em próteses de silicone; e caneca para capacitor. A alíquota anterior para estes dois últimos produtos era de 14%.

 

As duas resoluções  da Camex ainda especificam as respectivas cotas e códigos NCM dos quatro produtos que obtiveram a redução do imposto.