Exportação da Grendene cresceu 9%

As vendas externas da fabricante de calçados avançaram no primeiro trimestre para R$ 128,3 milhões.

Da Redação [ ANBA ]

São Paulo – A Grendene, fabricante brasileira de calçados, teve crescimento de 9% na sua receita com exportações no primeiro trimestre do ano, segundo resultados divulgados pela empresa nesta sexta-feira (26). O mercado externo gerou R$ 128,3 milhões neste ano até março contra R$ 117,6 milhões nos primeiros três meses de 2012.

Em volume de pares, as exportações da fabricante de calçados cresceram 5,7% para 15,1 milhões. Foram 14,3 milhões de janeiro a março do ano passado. O aumento menor em volume do que em receita ocorreu porque houve alta no preço médio do calçado exportado em 3,1%, de R$ 8,26 para R$ 8,52. A empresa responde por 45% das exportação do setor no Brasil.

Baratear comércio exterior é alvo de reforma

Nas próximas semanas será publicada MP que simplifica portos e aeroportos

Com o objetivo de reduzir pela metade o tempo de liberação das mercadorias e ganhar eficiência, o governo planeja lançar este ano medidas que facilitem o trabalho de exportadores e importadores. Entre as iniciativas previstas está a simplificação da burocracia nos portos e aeroportos do país, considerados lentos e caros.

empresa que resolver exportar espera, em média, 13 dias para conseguir enviar o produto. Segundo dados do Banco Mundial, os importadores penam por um tempo ainda maior, de 17 dias. A referência no setor é Cingapura, onde os prazos são de cinco e quatro dias, respectivamente.

No Brasil, o custo por container de exportação atinge US$ 2.200, dobro do valor pago nos Estados Unidos e quatro vezes maior que o despendido na China.

Criado pelo ministério do desenvolvimento, o projeto de simplificação vem sendo criado nhá um ano. Com apoio da Receita Federal, dos ministérios que influenciam no comércioexterior e da Confederação Nacional da Indústria. A tarefa vai começar com um pente-fino na legislação. A ideia é revogar totalmente de 6 a 12 decretos sobre comércio exterior. Uma medida provisória com as novas regras deverá ser publicada nas próximas semanas.

Objetivo é reduzir à metade o tempo de liberação das mercadorias
Objetivo é reduzir à metade o tempo de liberação das mercadorias

A faxina permitirá, por exemplo, a revisão de normas como a do recolhimento de tributos de produtos reimportados (que precisaram voltar para serem reparados), considerado inconstitucional pelo STF. Já a segunda etapa prevê a modernização de sistemas. Entre as novidades, seria implantado o guichê único, no qual empresas e órgãos diretamente ligados ao setor vão registrar e acompanhar detalhes sobre os produtos. Atualmente a tarefa é executada por sete sistemas diferentes.

Com Folha de S. Paulo

Investimento em modal rodoviário e transporte público é um dos meios para colocar o Brasil nas vias do desenvolvimento

Defasagem no setor será debatido com especialistas em evento promovido pela Fiesp

O anúncio do governo em investir R$ 42 bilhões na malha rodoviária para construção de 7.500 quilômetros de vias no Brasil, por meio do Programa de Investimento e Logística, é um dos temas que será discutido no 8º encontro de Logística e Transporte, promovido pela Fiesp, nos dias 6 e 7 de maio, no Hotel Unique.

Os novos modelos de concessão representam a consolidação de ideia de que a participação do setor privado é fundamental para a reversão de deficiências acumuladas durante décadas. Comparativamente aos países com os quais disputa posições no cenário internacional, o Brasil está muito abaixo em todos os indicadores de extensão e qualidade de infraestrutura do setor.

Sendo responsável por mais de 60% do transporte de cargas e de 40% do transporte interestadual de passageiros, o setor rodoviário é apontado como predominante entre todos os modais. Isso representa cerca de 6% do Produto Interno Bruto do País.  No entanto, cerca de 30% de toda a extensão da malha viária brasileira está danificada pela falta de manutenção, o que resulta em prejuízos para o transporte de cargas fazendo o Brasil perder competitividade.

Outro assunto crítico que também será discutido durante o evento será a mobilidade urbana. O intuito do debate é encontrar soluções avançadas para a coletividade.  Estratégias inovadoras devem ser implantadas para estimular novas formas de expansão e modernização do transporte coletivo. Em São Paulo, por exemplo, há um grande projeto para a ampliação do metrô com investimentos previstos de R$ 22 bilhões para beneficiar as linhas 5-Lilás, 15-Prata, 17-Ouro e 4-Amarela. A primeira fase vai ampliar os 74 quilômetros da malha para mais de 100 e deve estar pronta entre 2014 e 2016. A rede, que transporta 4 milhões de passageiros por dia, se expande em quatro frentes com 4.680 operários nos canteiros de obras.

Mas será que os investimentos previstos para o setor serão suficientes para pôr um fim no caos logístico brasileiro? “Com a atuação da EPL (Empresa de Planejamento e Logística), esperamos que sejam feitos bons planejamentos. Se ela condicionar leilões de expansão da oferta, os investimentos forem feitos e os ativos construídos, bem geridos, isso resolverá os problemas do setor”, afirma Carlos Cavalcanti, diretor do departamento de infraestrutura da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

SERVIÇO

8º Encontro de Logística e Transporte
Data: 6 E 7 DE MAIO – das 8h30 às 18h
Local: Centro de Convenções do Hotel Unique – Av: Brigadeiro Luis Antonio, 4700 – Jd Paulista – São Paulo (Com Informações da Assessoria de Imprensa)

Postado por: NewsComex – Comércio Exterior e Logística

MRS investirá R$ 100 mi em polo intermodal no RJ

Fernanda Nunes | Agência Estado

A MRS Logística e o governo do Estado do Rio de Janeiro fecharam, nesta quinta-feira, 25, um acordo de investimento em que empresa destinará R$ 100 milhões para instalar o Polo Intermodal Ferroviário no município de Queimados, que irá operar no início de 2015. O projeto abre perspectivas para cargas em geral, em vez de granel e sólidos, como ocorre tradicionalmente na malha brasileira. Pelo polo irão passar contêineres, produtos siderúrgicos e cimentos.

A perspectiva é que, com a nova malha, o tráfego seja reduzido em cerca de 500 caminhões por dia em direção ao Porto de Itaguaí. O polo ferroviário de Queimados deve movimentar 620 mil toneladas de carga em 2016, e a previsão é que, após dez anos, alcance 2,1 milhões de toneladas transportadas.

“Esse será o primeiro investimento que abre perspectiva de transporte ferroviário para carga geral, em vez de granel e sólidos. Pode virar referência”, afirmou o secretário estadual de Desenvolvimento do Estado do Rio, Júlio Bueno.

Parlamentar volta a debater importância do transporte intermodal em Mato Grosso

Da Assessoria

O deputado Dilma Dal Bosco (DEM) requereu e a Mesa Diretora na Assembleia Legislativa aprovou a realização de uma audiência pública, hoje (25), a partir das 14:30 hs, para debater sobre o transporte intermodal no estado de Mato Grosso. O evento será realizado no auditório Milton Figueiredo, com a presença das bancadas parlamentares federal e estadual, além de prefeitos e empresários do setor.

De acordo com o parlamentar, a audiência tem a finalidade de discutir os problemas enfrentados pela população mato-grossense no que diz respeito ao sistema de transporte rodoviário, ferroviário e hidroviário. Recentemente, o deputado cobrou a aplicação de recursos federais para diversificar o transporte intermodal no Estado, para enfim colocar em prática a implantação da hidrovia Teles Pires- Tapajós, que liga o norte de Mato Grosso a Santarém, no Pará.

Ainda no tocante a produção agrícola, o deputado promete encampar uma nova briga, desta vez pela aprovação de um projeto de lei de sua autoria, que garante a navegabilidade dos rios mato-grossenses, tornando obrigatória a implantação de dispositivos de transposição de níveis nas hidrelétricas em construção -além de caracterizar como serviço público, a operação de eclusas.

“Nossos rios devem ser utilizados para a navegação e a produção de energia elétrica, devendo ser construída uma hidrelétrica simultaneamente com a eclusa, com vista a baratear o custo da obra, uma vez que se a comporta for construída posteriormente à hidrelétrica, o investimento ficará 30% mais caro”, explicou Dilmar Dal’Bsoco.

Especialista em Direito Marítimo e Portuário opina sobre a MP dos Portos

Advogado e professor da Univali, Osvaldo Agripino, pontua problemáticas da medida

 

Tenho certeza que o foco da reforma portuária é aumentar os terminais privativos que movimentam contêineres. Contudo, sem aumento de escala, registro e acompanhamento dos preços e fretes, não haverá redução de custos. Como se trata de um monopólio natural, a tendência dos prestadores de serviços será aumentar os custos predatórios, pois se trata de indústria de rede, ambiente propício às condutas oportunistas.

Parece-nos que o efeito será o contrário, pois não há registro e acompanhamento crítico eficaz dos preços cobrados num setor altamente concentrado. No comércio marítimo, 70% do mercado mundial de transporte de contêineres é feito por poucas empresas : Maersk, CMA-CGM, Hamburg Sud, MSC, Zim, dentre outras. Assim, com o aumento da privatização, a tendência será aumentar a venda casada (frete e tarifa portuária cobradas por um mesmo grupo) e os custos do setor.

Nesse quadro, sabemos que as despesas com frete e armazenagem correspondem a cerca de 2/3 dos custos logísticos e não é incomum oportunismo em cobranças ilegais. Por isso essas mudanças, embora relevantes, não necessariamente reduzirão custos para o usuário.

A organização dos usuários dos portos e dos transportes, ainda é débil no Brasil e quase inexistente, precisa avançar e questionar nos canais competentes a demurrage abusiva de contêineres, frete e outras tarifas, como THC2 e armazenagem, onde se cobra por serviço não prestado (período de armazenagem), embora o STJ tenha julgado ilegal.

Se mantido o compromisso dos governos com a eficiência na gestão portuária, não adianta mudar a legislação, pois a experiência recente mostra que o modelo tem privilegiado os prestadores de serviços, sempre bem organizados, em detrimento dos usuários — que precisam se organizar, identificar a legalidade das cobranças a eles impostas sem qualquer registro e acompanhamento eficaz por parte da Antaq e SEP, em que pese a determinação do TCU.

Enfim, é preciso não repetir a história: Reforma portuária para quem? Para os usuários? Com certeza, não.

O SOL DIÁRIO – O SOL DIÁRIO

60 importadores de três continentes são convidados para virem ao Rio Grande do Sul durante feira de calçados‏

SICC – a maior feira de lançamentos primavera/verão em calçados e acessórios do país ocorre de 27 a 29 de maio, no Serra Park, em Gramado/RS. 
O projeto Grupo de Importadores do SICC – Salão Internacional do Couro e do Calçadojunto com os sindicatos parceiros estão convidando cerca de 60 compradores internacionais das três Américas, da Europa e da África para o Serra Park, em Gramado/RS, de 27 a 29 de maio, para conhecerem os lançamentos primavera/verão 2013/2014. Ao todo, 1000 marcas de calçados e acessórios dos segmentos feminino, masculino e infantil estarão expondo no evento. Através deste projeto, os expositores poderão negociar com o grupo, que cumprirá uma agenda de encontros durante o evento. Também a Abicalçados/Apex está organizando outra comitiva de importadores que farão parte do Projeto Comprador da entidade.
O diretor da promotora, Frederico Pletsch, esclarece que a vinda dos importadores oferece uma projeção ainda mais significativa ao Brasil como produtor de calçados com tecnologia, conforto e design agregados. “O SICC é uma plataforma de negócios, um ponto de encontro para a realização de novos contatos e também para a fidelização dos antigos”, enfatiza Pletsch. Segundo ele, o setor calçadista nacional já apresenta uma grande procura, especialmente nas América do Sul e do Norte, mas a grande meta da feira é a diversificação e a expansão da gama de fornecedores. “No SICC, os importadores são convidados a conhecer novos fabricantes e assim ganham novas opções de fornecimento”, explica Pletsch.
Este ano, a feira terá a maior edição de todos os tempos. Serão cerca de 30 mil metros quadrados repletos de estandes dos principais fabricantes do país.
SICC – O Salão Internacional do Couro e do Calçado é um evento focado em moda, de formato inovador e com um esquema inédito de parcerias junto a entidades setoriais. Esta união faz do SICC uma feira moderna, que agiliza a produção de calçados e de acessórios para o segundo semestre do ano, a temporada mais importante para a indústria e para o varejo. O SICC é um referencial do setor coureiro-calçadista brasileiro. Os lançamentos em calçados, novas tecnologias em materiais e processos produtivos, rodadas de negócios e discussões setoriais fazem parte da rotina do salão.
PROMOTORA – A Merkator Feiras e Eventos, que neste ano completa 10 anos de atividades, tem a parceria das seguintes entidades: Sindicato da Indústria de Calçados de Dois Irmãos, Sindicato da Indústria de Calçados de Estância Velha, Sindicato da Indústria de Calçados de Ivoti, Sindicato da Indústria de Calçados de Igrejinha, Sindicato da Indústria de Calçados de Novo Hamburgo, Sindicato da Indústria de Calçados de Parobé, Sindicato da Indústria de Calçados de Sapiranga e Sindicato da Indústria de Calçados de Três Coroas.
FEIRAS – Além do SICC, a Merkator realiza anualmente os seguintes eventos:
•                     Zero Grau – Salão de Tendências e Calçados e Acessórios – Lançador da moda outono/inverno em calçados e acessórios, acontece de 18 a 20 de novembro 2013, no Centro de Eventos do Serra Park, em Gramado/RS.
•                     40 Graus – Feira de Calçados e Acessórios – Leva às regiões Norte e Nordeste as novidades das principais marcas calçadistas do país. O evento acontecerá entre os dias 11, 12 e 13 de março de 2014, no Centro de Convenções de Natal, em Natal, no Rio Grande do Norte.
Fotos em alta resolução e mais informações pelo site www.sicc.com.br.
fonte: BLOG Do Anselmo Santana