Porto de Itajaí é considerado o 4º melhor do Brasil

Com nota 3,89 e movimentação de 6,5% de toda a carga brasileira em 2010, o Porto de Itajaí apresenta um potencial de crescimento de 0,21 e fica atrás apenas dos portos de Santos (SP), Itaguaí (RJ) e Paranaguá (PR).

O ranking dos 12 melhores portos brasileiros analisou diversos levantamentos nas áreas de economia de inserção, acesso e ativos portuários, interconectividade marítima e disponibilidade de crescimento, estabelecidos na análise feita por Marcos Vendramini, professor de gestão portuária da Universidade Católica de Santos e diretor do grupo americano Aecom, especializado em serviços de engenharia e consultoria técnica.
O superintendente do Porto de Itajaí, engenheiro Antonio Ayres dos Santos Júnior, considera essa colocação altamente positiva, uma vez que Itajaí está à frente de muitos portos maiores. “Somos considerados um porto pequenos, com pouco mais de mil metros de cais, mas temos excelente produtividade e movimentamos cargas de alto valor agregado, o que nos coloca em nessa excelente posição”, acrescenta Ayres.
O superintendente diz ainda que as dificuldades que Itajaí enfrentou nos últimos tempos, a exemplo das duas enchentes – uma em 2008 e outra em 2011 -, as limitações por ser um porto fluvial, entre outras questões estruturais, não impedem que o porto de continuidade ao seu processo de desenvolvimento. “Ao contrário. As adversidades são vistas pela administração do porto como desafios que precisam ser enfrentados. E isso que faz com que busquemos o nosso constante aprimoramento”, acrescenta Ayres.

Lista de importados excluídos da unificação do ICMS é divulgada

BRASÍLIA – A Câmara de Comércio Exterior (Camex) definiu nesta quarta-feira a lista de produtos importados sem produção nacional que ficarão fora da unificação da alíquota do ICMS, em 4%, nas operações interestaduais com importados. A lista é uma das medidas de regulamentação da Resolução nº 13, aprovada pelo Senado, que estabeleceu a alíquota única de ICMS de 4% com o objetivo de acabar com a guerra fiscal dos portos.

A relação, publicada no Diário Oficial da União por meio de resolução Camex, entra em vigor em janeiro de 2013. Os produtos que estão excluídos da alíquota de 4% de ICMS correspondem a cerca de 18% do valor das importações brasileiras de janeiro a outubro deste ano, segundo informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Para definir a relação, a Camex optou por incluir produtos que têm Tarifa Externa Comum (TEC – imposto de importação cobrado pelo Mercosul nas importações de países fora do bloco) com alíquota de 2% ou zero. Segundo o MDIC, são mercadorias “com clara vantagem competitiva, grande proteção natural, ou sem produção nacional”. Na lista estão produtos minerais, plásticos, borrachas, matérias têxteis, máquinas e partes, material de transporte, produtos da indústria química e instrumentos e aparelhos de óptica,de fotografia e médico-cirúrgicos, entre outros.

Também fazem parte da relação os chamados Ex-tarifários, que são bens de capital, informática ou de telecomunicações sem produção nacional, com redução temporária de Imposto de Importação para estimular investimentos. Ainda foram incluídos na lista algumas partes e peças automotivas sem similar nacional. Também são excluídos da alíquota única de 4% de ICMS os bens importados sujeitos a procedimento específico de exame de similaridade realizado pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do MDIC. São casos em que há importação de bens usados ou estão em regimes especiais de tributação como o Regime Tributário para Incentivo à Modernização e Ampliação da Estrutura portuária (Reporto).

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Motoristas realizam paralisação em Suape

Motoristas de duas empresas terceirizadas que prestam serviços à Petrobras, Asa e Protour, paralisaram as atividades por tempo indeterminado, na manhã de ontem, quarta-feira (7), no Complexo Portuário de Suape. Segundo informações preliminares, os funcionários se concentraram na portaria leste do complexo industrial e cruzaram os braços.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário, de Turismo e Fretamento (Sintranstur-PE), ao todo 193 motoristas participam da paralisação. O sindicato informou que a categoria reinvindica o pagamento completo do ticket alimentação, cujo valor caiu de R$ 280 para R$ 180, além de horas extras relativas ao mês de agosto. “A paralisação é por tempo indeterminado e agora vamos conversar com a direção das duas empresas para resolver as pendências e voltar aos trabalho”, afirmou Paulo do Espírito Santo, presidente do Sintranstur-PE. A direção do porto não está aceitando a paralisação. Neste momento, segundo informações do presidente do sindicato, representantes da Asa e da Protur estão reunidos com a categoria para tentar resolver o impasse. Mais informações em instantes.

Fonte: Diario de Pernambuco – Diários Associados