Encontro em São Paulo debate exportação de engenharia e TI

Encontro Nacional do Comércio Exterior de Serviços será realizado a 26 de junho. As inscrições estão abertas para o evento, que será realizado em São Paulo.

São Paulo – A 3ª edição do Encontro Nacional do Comércio Exterior de Serviços – ENAServ  – será realizada no dia 26 de junho de 2012, em São Paulo. O evento deve receber mais de 300 participantes, entre dirigentes empresariais e de entidades de classe, representantes governamentais, exportadores e importadores de mercadorias e serviços, consultores de comércio exterior, executivos de bancos e seguradoras, representantes diplomáticos e comerciais, e outros profissionais que atuam na área.

O ENAServ é promovido em parceria entre a  Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), (Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). , Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, (BRASSCOM), (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FECOMÉRCIO-SP) com apoio institucional do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC)  e da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Turismo e Serviços.

No encontro, que terá como tema “Perspectivas e Oportunidades em Engenharia e Tecnologia da Informação”, serão discutidos os mecanismos de financiamento importantes para exportação de serviços de engenharia e apresentado um estudo sobre o marco e o ambiente de negócios de TI em cinco países da América Latina (Brasil, México, Argentina, Chile e Colômbia).

Voltado especialmente para as áreas de serviços de engenharia e TI, o evento terá painéis que abordarão os temas de financiamento ao comércio exterior e programas governamentais (Nomenclatura Brasileira de Serviços, Intangíveis e outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio – NBS e do Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços – SISCOSERV). As informações são da Apex-Brasil.

FONTE: PORTUGAL DIGITAL

Europa reduz ganhos após expectativa menor com China

Agência Estado

O desempenho das bolsas da Europa, do euro e das commodities se deteriorou após relatos da imprensa sugerindo que as autoridades da China não vão recorrer a um amplo plano para estimular a economia.

Embora algumas bolsas europeias, o cobre e o petróleo ainda registrem ganhos pequenos, eles estão bem abaixo das mínimas da sessão, pressionados pelos contínuos temores com o setor bancário da Espanha e após a agência de notícias estatal chinesa Xinhua minimizar as expectativas com a resposta do governo à desaceleração da economia do país.

Segundo a Xinhua, o governo não tem como objetivo fornecer incentivos para obter um crescimento econômico forte, pois as autoridades não querem repetir o tipo de programa anterior para evitar investimentos ineficientes e potenciais bolhas de ativos e manter a inflação controlada. A agência destacou que as medidas anunciadas recentemente são diferentes do grande pacote de estímulos focado em projetos de infraestrutura e investimentos implementado no fim de 2008 e início de 2009.

Por volta das 9h30 (horário de Brasília), a Bolsa de Londres subia 0,26%, Paris avançava 0,62% e Frankfurt tinha alta de 0,79%. Já Milão recuava 0,27%, Madri perdia 2,54% e Lisboa registrava retração de 1,29%. O euro caía para US$ 1,2532, de US$ 1,2542. O petróleo WTI para julho ganhava 0,34%, a US$ 91,17 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex). E o cobre para julho tinha valorização de 0,84%, a US$ 3,4770 a libra-peso na Comex. Enquanto isso, o juro do bônus da Alemanha de 10 anos caía para a mínima recorde de 1,346%.

O sentimento dos investidores também foi prejudicado por um comentário do membro do conselho diretivo do Banco Central Europeu (BCE) Ewald Nowotny, que afirmou que não existem conversas na instituição para reativar o programa de compras de bônus soberanos da zona do euro nos mercados secundários ou fornecer mais empréstimos de longo prazo para os bancos do bloco.

Nesta terça-feira mais cedo, os principais mercados financeiros internacionais operavam com ganhos significativos, após uma matéria da Shanghai Securities News afirmar que o governo chinês iria implementar medidas para incentivar a demanda por automóveis. Outro fator positivo foi um leilão de 8,5 bilhões de euros em títulos de seis meses realizado pela Itália. O juro médio pago subiu, mas o país conseguiu vender toda a quantia prevista. As informações são da Dow Jones.

Tangará: exportações de produtos crescem 32%

Fonte: Só Notícias/Karoline Kuhn

 Os negócios feitos pelas empresas e indústrias de Tangará da Serra a partir das vendas de produtos ao comércio exterior somam, de janeiro até abril, R$ 20,1 milhões. Crescimento de 32,32% em relação ao mesmo período do ano passado, quando atingiram US$ 15,2 milhões. Somente em abril, foram US$ 4,2 milhões, queda aproximada de 22% no comparativo.

De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a soja -mesmo triturada- foi o principal item enviado ao exterior, com US$ 16,6 milhões. Em seguida, aparecem pedaços e miudezas comestíveis de galos/galinhas congelados, com pouco mais de US$ 1 milhão. A relação é composta ainda por algodão debulhado (US$ 933,9 mil), carnes de galo/galinha em pedaços (US$ 827,6 mil), milho em grão (US$ 468,6 mil), madeiras brutas e outros grãos de soja.

O principal destino dos produtos é o Reino Unido, com US$ 5,8 milhões. China (US$ 3,2 milhões), França (US$ 3,1 milhões), Espanha (US$ 2,1 milhões) e Países Baixos (US$ 1,5 milhão) também estão inclusos na lista composta, ao todo, por 20 localidades.

No mesmo período, foram gastos US$ 187,6 mil com aquisição de produtos internacionais, queda de 27% em relação ao ano passado. Insumos industriais foram as principais compras.

Porto de Cabedelo aumenta exportações

A política de atração de empresas  praticada pelo Governo da Paraíba a partir de 2011 já apresenta resultados significativos nas exportações, com a chegada de novas indústrias e a ampliação de outros empreendimentos em diversos segmentos. A Paraíba exportou nos primeiros quatro meses deste ano cerca de US$ 92,5 milhões, um crescimento de 38% comparado ao mesmo período do ano passado, quando as exportações atingiram US$ 66 milhões.

Na avaliação do presidente da Companhia Docas da Paraíba, Wilbur Holmes Jácome, a indústria na Paraíba está produzindo mais, portanto, gerando mais emprego e renda. “Isto já é reflexo de uma postura de governo onde nessa atração de novas empresas, de investimentos privados se cria uma atmosfera de negócios e a balança comercial mostra que nós estamos exportando mais”, comemora.

O presidente da Companhia Docas destacou que as missões público-privadas – a primeira esteve em Cuba em setembro de 2011 – definidas pelo governador Ricardo Coutinho, têm promovido exportadores. “É uma conjuntura de mercado, mas também é o reflexo de uma postura de governo. Não dá para dissociar, tudo tem sinergia dentro do mercado e dentro desse contexto o Porto de Cabedelo tem papel fundamental”, avalia Wilbur.

Pela ordem, os produtos mais exportados são calçados, açucar, álcool e a ilmenita, um mineral composto por óxido de ferro e titânio, extraído de uma mina na cidade de Mataraca. Quanto aos produtos importados os principais em volume são o trigo, o coke e agora também o malte para a indústria de cerveja.

Mais uma vez o Porto de Cabedelo, destaca Wilbur, aparece como um importante equipamento logístico. “A gente está fazendo um trabalho contínuo para tentar manter essas cargas em um ritmo maior de importação e exportação para atender de maneira mais rápida os clientes”, explica.

De acordo com o dirigente da Companhia Docas, um dado que está sendo analisado é a queda nas importações, que foi de 53% neste ano em relação aos primeiros quatro meses de 2011. A Companhia ainda não identificou os fatores que ocasionaram a redução.

Fonte:PBAgora/Assessoria

Brasil começa a dificultar importação de produtos argentinos

O Brasil começou a dificultar importação de produtos argentinos – como resposta às medidas que a Argentina adotou contra as nossas exportações. E os prejuízos atingem os dois lados da fronteira.

 

Não é de hoje que a Argentina se fecha contra produtos estrangeiros, quando bem entende. No começo de 2011, impôs limites às licenças automáticas de importação de produtos. A partir de fevereiro, passou a exigir dos importadores uma lista detalhada do que ele pretendem comprar de outros países.

 

É assim que tenta impedir a saída de dólares, o país precisa de US$ 11 bilhões de excedente comercial por ano para fechar as contas. Mas parece estar dando um tiro no pé. Aqueceu o mercado paralelo do dólar, hoje, 30% acima do câmbio oficial. Ficou mais caro produzir e exportar.

 

“Quem perde é a Argentina. Ela precisa vender para o resto do mundo e o Brasil é o principal sócio”, diz o ex-presidente do Banco Central.

 

É, mas o Brasil está dando o troco. Agora existem barreiras para produtos argentinos: batatas pré-cozidas, azeitonas, azeite, vinho, frutas, não têm mais autorização automática para entrar no Brasil.

 

Há duas toneladas de maçã argentina barradas na fronteira desde 8 de maio. Vão apodrecer. Prejuízo de US$ 2 milhões.

O governo diz que vai seguir com essa política de barreiras. Indiferente aos efeitos para além do Brasil, Mercosul. A União Européia, que compra 17% das exportações argentinas, reclamou na organização mundial do comércio.

E, agora, quem reclama do governo são os próprios argentinos. A partir de terça, quem quiser viajar para o exterior, terá que dizer como, porque e quanto custou o pacote de viagem. É mais um controle para segurar o dólar no país.

FONTE: JORNAL FLORIPA