EMEF entrega à CP Carga último vagão da encomenda

A EMEF está pronta para entregar à CP Carga o útimo lote de vagões de uma encomenda de 300 vagões de bogies e 100 vagões de dois eixos, aguardando, neste momento, a emissão de documento formal (ICS) por parte do IMTT – Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres. Para marcar a conclusão da encomenda, a EMEF realizou, no passado dia 14 de maio, uma foto de grupo com o último vagão Sgnss nº 300, no Entroncamento. Foi exatamente nestas instalações que os vagões foram fabricados, os os primeiros com conceção e fabrico inteiramente nacional. Estes são também os primeiros vagões europeus a respeitarem as recentes Especificações Técnicas de Interoperabilidade (vagões e ruído), tendo o projecto, fabrico e ensaios sido certificados pela Associação Portuguesa para a Normalização e Certificação Ferroviária e a sua circulação autorizada e certificada pelo IMTT.
A conceção, o cálculo e o projeto destes veículos foram desenvolvidos pela EMEF, com total autonomia técnica, sendo todos os direitos detidos integralmente pela empresa, que desta forma alarga o seu potencial de exportação, iniciado em 2005 com o fornecimento de 356 vagões à República da Bósnia & Herzegovina”, afirma a EMEF.
A encomenda representou um investimento de 41,2 milhões de euros e a primeira entrega, de um lote de 50 vagões, remonta a julho de 2010. Os novos vagões permitem à CP Carga ficar melhor apetrechada para o serviço de transporte nacional e internacional de mercadorias em contentores e caixas móveis, competindo no mercado europeu com elevados padrões de qualidade e fiabilidade. Entre diversas vantagens, irá usufruir da possibilidade que estes novos veículos oferecem na versatilidade de circulação em diferentes bitolas, permitindo o atravessamento de Espanha para França e circulação na Europa Central, mediante a mudança de rodados.
FONTE: Transportes em Revista

Atraso na moagem afeta as exportações de açúcar

O atraso na produção de açúcar no centro-sul do país está afetando o ritmo de exportações nos portos brasileiros. Ontem (23), os terminais portuários de Santos (SP), Paranaguá (PR) e Vitória (ES) tinham programados embarques de 1,036 milhão de toneladas do produto, metade do que estava programado no mesmo período do ano passado (2,1 milhões de toneladas), conforme informações da SA Commodities/Unimar Agenciamento Marítimos.

Com uma produção em abril de apenas 542 mil toneladas da commodity (34% abaixo de abril de 2011), as usinas da Região Centro-Sul vêm queimando estoques trazidos da entressafra para fazer frente aos embarques já contratados. Neste momento mais apertado, os estoques aguardam agora a chegada em maior volume de produto da safra nova para seguir exportando a commodity nos prazos firmados. O início da moagem na região atrasou em pelo menos 20 dias e as chuvas em abril acentuaram o problema, uma vez que dificultam a colheita. Hoje, a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) vai divulgar o volume produzido da commodity na primeira quinzena de maio.

A tendência, dizem especialistas, é que nos próximos meses — com o aumento da moagem de cana — esse atraso seja recuperado, pois uma parte importante da exportação prevista pela região já foi vendida antecipadamente. No entanto, o atraso dos embarques e o segundo ano consecutivo de estagnação da produção de açúcar no país coincidem com o momento em que a Tailândia e, em menor escala, a Índia continuam agressivas na exportação da commodity.

No ano passado, o Brasil, maior exportador global da commodity, já perdeu mercado. O market share do país recuou de 50% para 46%, sobretudo com o avanço da Tailândia. O país asiático terá neste ciclo mundial 2011/12, que se encerra no fim de setembro, uma produção de 10 milhões de toneladas e uma exportação de 7 milhões — o Centro-Sul do Brasil embarcou 22 milhões na safra 2011/12. Além de avançar em mercado brasileiro, a Tailândia, com sua grande produção, “neutralizou” o efeito da menor safra no Brasil nos preços internacionais. O resultado é que as cotações, em vez de subir, seguem derretendo em Nova York.

Ontem, em um dia de forte pressão sobre as commodities agrícolas, os contratos para julho fecharam o pregão americano em queda de 29 pontos, a 19,51 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno, os preços seguem, por enquanto, sustentados no patamar de R$ 55 por saca de 50 quilos, em consequência do aperto pontual na oferta interna trazido pelo atraso da safra, segundo o Cepea/Esalq.

Mais bem localizada entre os emergentes asiáticos, a Tailândia segue requisitada. Atualmente, o mercado paga 10% acima das cotações em Nova York para obter uma tonelada do açúcar tailandês. “O prêmio lá está em 42 dólares por tonelada, 9,7% do valor do produto”, calcula um trader. Neste momento, não há registro de pagamento de prêmio para o açúcar brasileiro.

A China, mercado para o qual o Brasil embarcou 2,137 milhões de toneladas em 2011 (75% mais que em 2010), deve ter como seu aliado neste primeiro semestre o açúcar tailandês. A previsão da Thai Sugar Trading Corp., maior exportadora do país, é que no período sejam embarcadas 600 mil toneladas aos chineses. Em todo o ano passado, foram 277,6 mil toneladas. Já a Índia, apesar do barulho, embarcou apenas 1,4 milhão de toneladas, abaixo das expectativas do mercado.

“Diferentemente da Índia, cuja produção de açúcar é voltada ao mercado interno, a Tailândia quer ser um grande player e está construindo mais usinas de cana. Mas, até 2020, a demanda global crescerá 20 milhões de toneladas, o suficiente para atender a expansão prevista em Brasil e Tailândia”, diz um trader.

Da Agência Brasil

Sem navegação, mais caminhões nas estradas

Autor: Zero Hora

A falta de água nas hidrovias está colocando pelo menos mais 1,3 mil caminhões por mês nas estradas para o transporte de soja, fertilizantes e areia entre as regiões dos rios Taquari e Jacuí, com o porto de Rio Grande.

A situação no Taquari se agravou no último mês, quando a baixa na barragem de Bom Retiro do Sul impediu que mesmo embarcações pequenas aportassem em Estrela. Em seu nível normal, o rio daria condições ao Porto de Estrela movimentar 90 mil toneladas de grãos de soja, farelo de soja e fertilizantes. Na barragem, a baixa chega a 1m30cm metro do nível normal.

Na avaliação do vice-presidente de Logística do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs), Frank Woodhead, o aumento médio de 65 caminhões por dia nas estradas não causa tantos transtornos. No porto de Rio Grande, chegam cerca de 1,2 mil caminhões ao dia nos períodos de safra.

A substituição das vias fluviais pelas estradas encarece em quase 50% o transporte das cargas.

– Além do custo a mais com frete, há transtornos de logística dentro da empresa – explica o gerente de produção da Camera Agroalimentos, Valdetar Biberg do Nascimento.

Um dos principais canais navegáveis do Estado, de onde a areia é extraída, também está secando. Levantamento da Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH) feito no rio, na última semana, apontou que é crítica a situação em 21 quilômetros entre Triunfo e Rio Pardo, onde não há como navegar embarcações com cargas.

Há pontos onde é possível fazer a travessia a pé. A hidrovia, que tem calado de 2m50cm chega a ter partes com 1m44cm de profundidade.

Sem ter como passar da barragem de General Câmara, a extração de areia caiu pela metade no trecho.

Soja e petróleo ajudam a reduzir déficit com Ásia e EUA

A antecipação dos embarques de soja e o aumento na exportação de petróleo amenizaram o efeito da queda do preço do minério de ferro nas vendas brasileiras ao exterior e contribuíram para reduzir o déficit do Brasil na balança comercial com a Ásia e com os Estados Unidos no primeiro quadrimestre. Para esses destinos, o crescimento da exportação superou o da importação. Os mesmos fatores, porém, não impediram queda abrupta no saldo comercial com os países da zona do euro. Somados, União Europeia, Estados Unidos e Ásia representam 62,2% da exportação total brasileira.

O déficit do país com o bloco dos países asiáticos caiu de US$ 1,57 bilhão de janeiro a abril de 2011 para US$ 306,2 milhões em igual período deste ano. Com grande influência da exportação de petróleo, o saldo negativo com os americanos caiu de US$ 3 bilhões para US$ 1,55 bilhão na mesma comparação. O resultado com os EUA reflete, diz Welber Barral, sócio da Barral M Jorge Consultores Associados, a estratégia americana de reduzir a dependência do fornecimento de petróleo por países árabes. “Os americanos têm comprado maior valor e maior volume de petróleo do Brasil.”

Nas vendas para a União Europeia, porém, o aumento dos embarques de petróleo e de soja não foram suficientes para evitar uma queda significativa no superávit brasileiro. Puxado pelo minério de ferro, o Brasil teve superávit de US$ 2,4 bilhões com a UE no primeiro quadrimestre de 2011. No mesmo período deste ano o saldo caiu para US$ 193,9 milhões. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento (Mdic). A forte redução do superávit comercial com a região decorreu da queda de 1,3% na exportação brasileira para o bloco no quadrimestre, enquanto os desembarques subiram 28,9%.

A exportação para os europeus foi afetada principalmente pela queda no volume de exportação de minério de ferro. No acumulado até abril a quantidade que o Brasil exportou do metal, aglomerado ou não, para a região, caiu 5,5%. A redução de preço do minério no mercado internacional agravou a queda. A redução de valor exportado de minério foi de 20,1%. Também houve redução de outros itens importantes da pauta de exportação para os europeus, como café em grão e celulose.

A exportação de soja – incluindo bagaços do grão – e de petróleo ajudou a amenizar a queda no valor dos embarques à zona do euro, com crescimento de 81,5% e de 48,9%, respectivamente. “O desempenho desses dois produtos contribuiu para evitar um saldo negativo para o Brasil com a região” diz José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). Também fez diferença um embarque extraordinário, de uma plataforma de petróleo para a Holanda, no valor de US$ 404,9 milhões.

A queda do déficit comercial brasileiro no comércio com os asiáticos foi resultado de um crescimento das exportações em ritmo maior que o das importações. Enquanto os embarques cresceram 13%, a importação teve alta de 5,9% no primeiro quadrimestre. O principal item da pauta de exportação brasileira aos chineses, o minério de ferro, teve queda de 17,9% no valor embarcado durante o primeiro quadrimestre. Houve, porém, elevação de 47% no embarque de soja, mesmo triturada, e de 77,2% no petróleo bruto.

Barral lembra que a pauta de exportação brasileira para os asiáticos e para a União Europeia tem diferenças importantes. “Para os europeus há exportação muito maior de manufaturados e de semimanufaturados, com a venda de alimentos processados, por exemplo.” Pelos dados do Mdic, a zona do euro compra cerca de 20% dos manufaturados brasileiros vendidos ao exterior. A Ásia, 8%.

Para Castro, não há grandes expectativas de melhora na exportação brasileira em 2012. “A queda do preço do minério de ferro tem forte impacto para o Brasil e a exportação de soja não deve ajudar tanto a balança no segundo semestre.” Ele explica que preços relativamente bons do grão provocaram antecipação dos embarques no primeiro trimestre do ano. Se houver manutenção do ritmo de exportação da soja, acredita Castro, o Brasil deve exportar até o fim de junho 25 milhões de toneladas do grão. A expectativa é de que os embarques somem perto de 31 milhões de toneladas em 2012.

Fabio Silveira, sócio da RC Consultores, tem opinião semelhante. Ele acredita que o Brasil terminará o ano com superávit comercial de US$ 20 bilhões, menor que os US$ 29,8 bilhões em 2011.

Para ele, o superávit comercial de 2012 virá principalmente de uma desaceleração das importações e não de elevação dos embarques. Os desembarques, diz, devem diminuir seguindo um ritmo menor do consumo doméstico.

Nem a tendência de desvalorização do real frente ao dólar das últimas semanas, acredita Silveira, vai mudar o quadro de forma significativa. “A demanda do mercado internacional já está definida e um câmbio melhor não mudará isso, apesar de aumentar a margem do exportador”, acrescenta.

Fonte:  Valor Econômico

Receita reafirma IOF zero em derivativos de exportação

BRASÍLIA, 23 Mai (Reuters) – A Receita Federal publicou nesta quarta-feira a Instrução Normativa (IN) 1.271 para regulamentar a forma de cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de fusão de fundos de investimento.

Na mesma Instrução Normativa, o órgão consolida mudanças feitas anteriormente e reafirma a redução a zero da alíquota do IOF em operações com contratos derivativos para cobertura de riscos, decorrentes de contratos de exportação. Para essas operações não há mudança.

Fonte da área técnica do governo informou à Reuters que a finalidade da IN 1.271 é esclarecer que nas situações de incorporação, fusão ou cisão de fundos de investimento não haverá incidência da alíquota de 1 por cento do IOF.

“O objetivo da IN é tirar dúvidas do mercado e deixar claro que a operação de transferência dos fundos seja na forma de fusão, incorporação e cisão não é tributada”, informou a fonte.

Sobre isso, o parágrafo sexto da IN estabelece que “a transferência de posição em derivativos financeiros entre fundos de investimento, decorrente de operações de incorporação, fusão e cisão, não produz efeitos para fins de incidência do imposto.”

O técnico esclareceu ainda que a IN 1.271 passa a consolidar a regulamentação referente a incidência do IOF nas operações com derivativos. Devido a isso, a IN repete as regras publicadas anteriormente, entre as quais o artigo que determina alíquota zero do IOF nas operações com contratos de derivativos para cobertura de riscos, inerentes à oscilação de preço da moeda estrangeira, decorrentes de contratos de exportação firmados por pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no País.

Segue o texto na íntegra. A instrução normativa anterior está disponível em here :

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.271, DE 22 DE MAIO DE 2012

Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.207, de 3 de novembro de 2011, que dispõe sobre a incidência do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) nas operações com derivativos.

O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso das atribuições que lhe confere o inciso III do art. 273 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 587, de 21 de dezembro de 2010, e tendo em vista o disposto no art. 32-C do Decreto nº 6.306, de 14 de dezembro de 2007, e no Decreto nº 7.699, de 15 de março de 2012, resolve:

Art. 1º Os arts. 2º, 3º e 8º-A da Instrução Normativa RFB nº 1.207, de 3 de novembro de 2011, passam a vigorar com a seguinte redação:

“Art.2º………………………………………………………………………………………………………………………………………….

§ 6º A transferência de posição em derivativos financeiros entre fundos de investimento, decorrente de operações de incorporação, fusão e cisão, não produz efeitos para fins de incidência do imposto.” (NR)

“Art. 3º A alíquota fica reduzida a zero:

I – nas operações com contratos de derivativos para cobertura de riscos, inerentes à oscilação de preço da moeda estrangeira, decorrentes de contratos de exportação firmados por pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no País; e

II – nas demais operações com contratos de derivativos financeiros não incluídos no art. 2º.

§ 1º Para fazer jus à alíquota reduzida de que trata o inciso I do caput, o valor total da exposição cambial vendida diária referente às operações com contratos de derivativos não poderá ser superior a 1,2 (um inteiro e dois décimos) vezes o valor total das operações de exportação realizadas no ano anterior pela pessoa física ou jurídica titular dos contratos de derivativos.

§ 2º Observado o limite de que trata o § 1º, o disposto no inciso I do caput estará sujeito à comprovação de operações de exportação cujos valores justifiquem a respectiva exposição cambial vendida, realizadas no período de até 12 (doze) meses subseqüentes ao da data de ocorrência do fato gerador do IOF.

§ 3º Quando houver falta de comprovação ou descumprimento da condição de que tratam os §§ 1º e 2º, o IOF será devido a partir da data de ocorrência do fato gerador e calculado à alíquota correspondente à operação, conforme previsto no art. 2º, acrescido de juros e multa de mora.” (NR)

“Art. 8º-A. A pessoa jurídica exportadora, relativamente às operações de hedge, poderá descontar do IOF a recolher na condição de contribuinte, devido em cada período, o IOF apurado e recolhido na forma do art. 8º, observado o disposto no inciso I e nos §§ 1º e 2º do art. 3º.

……………………………………………………………………………” (NR) Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

 

fonte: REUTERS

Dólar salta e exportação cai na Argentina

Os sinais de crise na Argentina se acentuaram ontem com mais uma disparada do dólar e com os anúncios de queda nas exportações e na produção industrial.

O dólar paralelo fechou em 6,15 pesos (R$ 2,79), subindo 22 centavos em um dia, enquanto o oficial subiu um centavo e fechou em 4,49 pesos. A diferença entre as duas cotações agora é de 36%.

“A disparada do dólar é um dos indicadores de um momento de dificuldades para a economia argentina”, disse à Folha  Mariana Dal Poggetto, da consultoria Bein, que aponta entre os problemas mais graves do país o “frenazo” (freio) do crescimento.

Segundo consultorias privadas, em 2012, o país deverá crescer  3,5%, menos da metade de 2011. Além disso, os investimentos estrangeiros vêm em queda após o impacto negativo da expropriação da petrolífera YPF.

Dados recém-divulgados pela Cepal colocam a Argentina em sexto lugar entre os países latino-americanos que atraem investidores estrangeiros, após Brasil, México, Chile, Colômbia e Peru.

A disparada do dólar está relacionada às novas travas que o governo impôs para a compra do dólar oficial, numa tentativa de evitar a fuga de capitais.

Anteontem, o Indec (IBGE argentino) divulgou que, pela primeira vez em 30 meses, as exportações argentinas caíram com relação ao mesmo período de 2011. A queda de 6% se deve à diminuição da demanda externa, especialmente do Brasil, principal comprador dos produtos argentinos.

Ainda ontem, relatório da Fundação de Investigações Econômicas Latino-Americanas indicou uma queda de 0,2% da produção industrial no primeiro quadrimestre do ano (em relação a 2011).

 

FONTE: JORNAL FLORIPA