Viva a Operação Maré Vermelha

São muitas as manifestações públicas contra a implantação da Operação Maré Vermelha, deflagrada no dia 19 de março pela Receita Federal. No entanto, diferente da maioria das posições divulgadas pela mídia, minha opinião particular é completamente favorável à Operação, que combate fraudes e o comércio desleal. Há muito tempo venho questionando os critérios utilizados na parametrização de mercadorias. É muito difícil entender os motivos da liberação ou não de um produto. Dessa forma, por mais que venha pesquisando, ainda não cheguei a uma conclusão sobre a razão de um equipamento usado ? que vale milhões de dólares – receber Canal Verde, enquanto uma mostra de calçado acaba recebendo Canal Vermelho.

Não faz muito tempo que a conferência de mercadorias era de 100% de tudo que chegava aos portos brasileiros. E nem por isso houve colapso logístico nacional. É lógico que não estou querendo pregar o radicalismo e nem o ?retroatismo?. Mas não tenho dúvidas de que a conferência total do volume de cargas movimentadas geraria transparência e um controle muito maior, ainda mais com o aumento de ferramentas e de tecnologia que temos para exercer esse controle.

Estou cansado de ver empresas consideradas absolutamente idôneas e com boa reputação no mercado efetuarem erros de descrição e de classificação fiscal. Portanto, o fator fraude não é o único que deve ser atentamente vigiado pela Receita Federal. Além disso, ouço por meio de comentários ? apesar de não poder atestar que são verdadeiros ? que alguns portos brasileiros geram mais classificações de Canal Vermelho do que outros.

Diante desse panorama, a Operação Maré Vermelha surge como opção para dar fim a este tipo de diferenciação entre os portos, afinal é fácil identificar que há um tratamento diferenciado entre o Porto de Santos e os demais locais de desembaraço. Isso porque em Santos foi implantada uma equipe extra de fiscais oriundos de outras unidades e só poderíamos admitir esse desequilíbrio com a explicação de que o porto santista movimenta um volume maior de cargas e porque os seus fiscais, com maior experiência, estão transmitindo conhecimento para o pessoal que está vindo de fora.

Enfim, medidas como a Maré Vermelha vêm a corroborar com o que sempre ressaltamos nesse Boletim Informativo: é muito importante o importador ou exportador ter um estudo prévio daquilo que está comercializando. Somente assim poderão evitar que suas mercadorias fiquem retidas por muito tempo com a Receita Federal. O estudo propicia muito mais segurança para efetuar qualquer tipo de operação.

Prova disso é que, em visita recente a um cliente, o mesmo confessou que a partir do momento que contratou a Interface Engenharia Aduaneira para auxiliá-lo nos estudos prévios houve uma melhora significativa nos negócios da empresa. Segundo ele, até mesmo as questões relativas à Maré Vermelha estão sendo facilmente transpostas pelo planejamento desenvolvido, sem gerar problema algum.

Por fim, a Operação Maré Vermelha vai gerar uma fotografia real da situação da fiscalização relativa ao comércio exterior que temos no Brasil. E somente assim poderemos saber se havia muitos erros deixando de ser detectados. Desta forma, teremos a estatística exata daquilo que se comercializa, podendo inclusive tomar medidas necessárias para protegermos e otimizarmos determinados segmentos.

FONTE: PORTOGENTE

Feira de Cantão termina com queda em convênios de exportação

Na edição de primavera da Feira de Cantão, ou a 111ª Feira de Importação e Exportação da China, encerrada no sábado, as transações de exportação diminuíram pela primeira vez desde 2009.

O valor dos acordos de exportação caiu em 2,3% anualmente para US$ 36,03 bilhões ou 4,8% menos que a cifra da edição de outono, disse Liu Jianjun, porta-voz da feira.

Esta foi a primeira redução no volume desde a primavera de 2009, quando a crise econômica afetava o mundo desde 2008, disse Liu.

A crise da dívida dos países da União Europeia e a recessão no mercado de trabalho dos Estados Unidos são alguns dos fatores responsáveis pelo declínio nesta ocasião, disse.

“Apesar do drástico incremento nos convênios de exportação em novos mercados como Brasil, Rússia, Índia, África do Sul e outros países africanos, eles não podem compensar a enorme queda dos mercados europeu e norte-americano”, disse Liu.

A feira atraiu 210 mil compradores, um recorde desde o lançamento do evento em 1957.

por Xinhua

Perdas com a aprovação da Resolução 72 serão debatidas hoje

FLORIANÓPOLIS – Investir na estrutura para os cinco portos catarinenses é uma das estratégias do governo do Estado para amenizar as perdas com a aprovação da Resolução 72, que entra em vigor em janeiro, acabando com a guerra fiscal entre os complexos portuários do país. Esta e outras alternativas serão debatidas hoje, na Capital, em encontro do governador com o secretariado, prefeitos e empresários.

A princípio, a ideia do governo é compensar as perdas tornando os portos de Santa Catarina ainda mais atrativos para a movimentação de cargas com melhorias na infraestrutura, facilitando a importação de matéria-prima para suprir as indústrias instaladas no Estado e também a exportação da produção local e de outras federações.

Itajaí anunciou a diminuição do ISS para a importação

A prefeitura de Itajaí já se antecipou e anunciou a diminuição de 3% para 2% a cobrança do ISS, a partir de 2013, para o setor de importação. A proposta é que o corte seja copiado pelas outras quatro cidades com portos – Itajaí, São Francisco do Sul, Imbituba e Itapoá (inaugurado no ano passado).

Ontem à noite, o governador Raimundo Colombo se reuniu com alguns dos secretários em uma reunião prévia. Hoje, a proposta, segundo o governo, é alinhar discursos e colher as sugestões e principais gargalos atuais dos envolvidos em todas as etapas da atividade portuária. Empresários e prefeituras ficarão de levar suas reivindicações para o encontro.

– Representantes do povo, Estado, empresários e sociedade organizada se reunirão para encontrarmos um denominador comum que nos permita superar as perdas e avançar na vocação que Santa Catarina tem para o comércio exterior – explica o governador Raimundo Colombo.

O Resolução 72 unifica as alíquotas do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em transações interestaduais de produtos importados para 4% a partir de janeiro (veja mais detalhes no quadro acima). Segundo cálculos do governo, a mudança pode impor um prejuízo entre R$ 1 bilhão e R$ 1,7 bilhão na arrecadação do Estado.

A margem depende da abrangência da medida acrescentada no texto final do projeto, em que produtos industrializados no Brasil que tenham mais de 40% em conteúdo importado devem ser tratados como importados na tributação.

O QUE MUDA A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2013
Santa Catarina não poderá mais cortar o ICMS de produtos, maquinários e insumos importados via portos catarinenses.
– Em tese, todos os estados deveriam recolher 12% de ICMS nas operações interestaduais e 17% na venda ao consumidor final. SC cobrava apenas 3,4%.
Os produtos importados terão a alíquota de ICMS unificada em 4% em todo o país.
– Santa Catarina chegou a tentar negociar um período de transição antes da mudança, mas o pedido foi negado.
A unificação do ICMS pode por um ponto final na guerra fiscal, em que os descontos no imposto são a arma usada para atrair e manter investimentos.
– Isso gerou uma disputa jurídica tão grande que apenas o Pró-Emprego, programa catarinense, tinha cinco ações de inconstitucionalidade aguardando julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF).
Santa Catarina corre o risco de ver investimentos migrarem para outros estados.
– São Paulo, que já concentra 36% das importações, seria o maior beneficiado. Com ICMS unificado, o custo de transporte passa a ser um fator decisivo.
O Planalto fará compensações.
– Santa Catarina recebeu oferta de R$ 3 bilhões do BNDES para infraestrutura, mas nada foi colocado no papel.

Fonte: Jornal de Santa Catarina

Visonet lançará módulos para fortalecer Comexlabs

A Visonet está preparando o lançamento de dois módulos que se somarão aos três já existentes – Siscomex Exportação, Siscomex Importação e Drawback – para ampliar as soluções que disponibiliza ao mercado, através do ComexLabs.

Os módulos são softwares, operados intranet ou via internet, que tem o objetivo de proporcionar a estudantes e profissionais de comércio exterior aprendizado prático e interativo do mercado de exportação e importação.

No Comexlabs, o aluno desenvolve operações de comércio externo vivenciando o dia-a-dia de uma empresa internacionalizada (seu futuro empregador).
Assim, o estudante conhece os desafios que enfrentará quando estiver trabalhando na profissão escolhida, e poderá esclarecer dúvidas, que teria futuramente.
Ou seja, o aluno chega ao mercado de trabalho melhor preparado para enfrentar os desafios.

 

Desde 1992 na área do comércio exterior, a Visonet facilita negócios no Brasil, através da atuação em:
» serviços de comércio exterior
» sistemas
» ensino
» hardware e software

Segundo a empresa, os produtos e serviços que disponibiliza ao mercado buscam a racionalização de tempo e custo dos clientes, além de maior garantia e acompanhamento on-line de alguns serviços.
“O nosso principal diferencial é o uso de sistemas informatizados, próprios para a prestação de serviços. Podemos desta forma prestar um serviço ágil e eficiente mesmo quando há grandes volumes de dados”, informa a Visonet.

ComexLabs
www1.comexlabs.com.br

 

FONTE: EXPORT NEWS

Cai número de pousos e decolagens de aviões cargueiros em Manaus

FONTE: Redação . portal@d24am.com

De janeiro a março deste ano, a Infraero registrou 500 partidas de aeronaves com carga

Manaus – As decolagens de aeronaves cargueiras no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, registraram queda de 36,14% no primeiro trimestre de 2012. Em cada um dos três primeiros meses, a movimentação caiu acima dos 30 pontos percentuais. Os dados são da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

De janeiro a março deste ano, ocorreram 500 decolagens de aviões com cargas, enquanto que no primeiro trimestre de 2011, o número chegou a 783. Em fevereiro, ocorreu a pior queda na movimentação, de 42,86%. O total de aeronaves cargueiras que saíram do aeroporto de Manaus reduziu de 259 para 148 nesse mês. Em janeiro e março, foram computadas retrações de 34,82% e 31,05%, respectivamente.

Os pousos de aeronaves cargueiras também tiveram retração de 36,05% no primeiro trimestre de 2012. Em fevereiro desse ano, o aeroporto registrou a maior queda, 42,86%. O total de aeronaves cargueiras caiu de 259 no segundo mês do ano passado para 148 em fevereiro desse ano. Janeiro e março apresentaram retrações de 34,94% e 30,69%.

“O Terminal de Cargas Aéreas de Manaus movimentou um total de 38,1 mil toneladas de cargas, entre importação, exportação e carga nacional, nos três primeiros meses de 2012, relativa queda de 11% em relação ao mesmo período de2011”, informou a gerente de logística de cargas da Infraero, Maria Cristina Prado. Apesar da queda, a atividade de importação pelo modal aéreo apresentou alta de 54,3% de fevereiro para março de 2012. “Isso denota novo aquecimento na produção de industrializados, no segmento Eletroeletrônico”, disse.

Passageiros e cargas

Já a movimentação de aeronaves de passageiros e cargueiras internacionais caiu 13,11% em março desse ano. Foi registrada a movimentação de 583 aviões no terceiro mês desse ano contra 671 em março de 2011.

No acumulado dos três primeiros meses de 2012, o aeroporto teve 2.201 pousos e decolagens internacionais, número acima dos 2.027 em igual intervalo do ano passado, o equivalente a incremento de 8,58%. Em fevereiro, o aeroporto teve a maior alta do trimestre na movimentação (36,73%), passando de 588 para 804 aviões.

Em termos de voos domésticos, houve alta de 16,52% na movimentação de aeronaves de passageiros e cargueiras. Em janeiro de 2012, o aeroporto teve o maior incremento, 20,21%. Entre pousos e decolagens, o número de aeronaves saltou de 3.726 no primeiro mês de 2011 para 4.479 em janeiro deste ano. Tiveram incremento também fevereiro (16,18%) e março (13,29%) de 2012.

De acordo com a gerente de logística de cargas da Infraero, a expectativa para o ano de 2012 é de crescimento de aproximadamente 4%.

“Isso em função do crescimento já percebido nos cinco últimos anos decorrente do cenário econômico e desenvolvimento do Estado e de Manaus, além de datas comemorativas e grandes eventos mundiais, promotores também desse tipo de aquecimento, destacando-se as Olimpíadas”, comentou.

Estre Ambiental abre seleção para trainees

fonte: (REDAÇÃO) PORTAL DE PAULÍNIA

estre

 INSCRIÇÕES PODEM SER REALIZADAS ATÉ DIA 3 DE JUNHO

A Estre Ambiental, empresa de soluções ambientais, está com inscrições abertas para o Programa de Trainee. Os interessados em participar do programa devem ter até 2 anos de formação nos cursos de Administração, Economia, Comércio Exterior, Gestão Ambiental, Ciências da Computação, Ciências Contábeis, Comunicação e Engenharias (Química, de Produção, Mecânica e Ambiental).

Ter inglês e espanhol fluente, conhecimento avançado de pacote Office e mobilidade para residir em outra cidade ou estado também são requisitos.

As inscrições podem ser feitas aqui e ficam abertas até o dia 3 de junho.

Estre

Fundada em 1999 por Wilson Quintella Filho (55), a Estre se tornou, num período de 13 anos, a empresa pioneira no uso de novas tecnologias em projetos de aterros sanitários e na geração de energia a partir de resíduos no Brasil. Tudo começou em Paulínia, onde fica localizado o primeiro e maior aterro administrado pela empresa.

Atualmente a Estre é responsável por nove aterros sanitários em várias regiões do Brasil, onde manuseia mais de 40 mil toneladas de resíduos diariamente – quase 25% do total do lixo urbano brasileiro. No exterior, comanda aterros na Argentina e na Colômbia.  Em 2011, a empresa paulinense, que tem cinco mil funcionários envolvidos no trabalho, viu seu faturamento ultrapassar a ordem de R$1 bilhão.